Como a Integração do IsCool App pode contribuir para a volta às aulas

Aplicativo de comunicação escolar integrado ao software de gestão da escola oferece ganho de tempo e segurança da informação no retorno dos alunos

Com a volta das atividades escolares do segundo semestre, os colégios podem se ver em apuros ao realizar o processo de matrículas e rematrículas, atualizar cadastros e boletins, enviar boletos bancários, entre outros processos. Tudo isso pode custar tempo e dinheiro quando esses processos não são automatizados e, pior ainda: quando não estão integrados com as demais ferramentas tecnológicas do colégio.

Por essa razão que o aplicativo de comunicação escolar, o IsCool App, oferece o serviço de integração para conectar-se ao sistema de gestão da escola, também conhecido como ERP (do inglês, Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial). Um ERP é capaz de atender todos os segmentos de uma escola, centralizando as informações num só lugar.

Por isso é tão interessante a sincronização entre o ERP e o aplicativo de comunicação escolar. Inclusive, já falamos sobre as 5 vantagens em integrar o app de comunicação escolar ao software de gestão anteriormente. Vale lembrar que o IsCool App foi um dos primeiros apps a oferecer o serviço chamado de IsCool Sync, que se integra a diversos softwares de gestão escolar.

Entre eles, a Babylândia e Atuação Escola Bilíngue, de Niterói-RJ que utiliza o IsCool Sync desde o início desse ano. De acordo com o diretor Rodrigo Sampaio, o módulo de integração facilita muito o trabalho da escola no sentido de oferecer maior praticidade.

“Não precisamos lançar os dados no aplicativo, uma vez que o mesmo está integrado ao nosso sistema de gestão. Por exemplo, os pais que fizeram matrícula agora no meio do ano, automaticamente já ficam sabendo dos comunicados e projetos da escola pelo aplicativo, antes mesmo do início das aulas”, explica Rodrigo.

A Babylândia e Atuação Escola Bilíngue foi uma das primeiras da sua região a oferecer o ensino também no idioma inglês. É conveniada a Universidade de Cambridge. Recentemente, adquiriu uma casa em Orlando, na Flórida – EUA, a fim de levar os alunos do ensino médio e fundamental II para participar de intercâmbios nas férias de julho. A escola que atende da Educação Infantil ao Ensino Médio ainda é parceira do Projeto UNOi Educação, que conta com o apoio de parceiros como a Apple, a Unesco, a Epson, entre outros.

Em São Paulo, o Colégio Santo Agostinho também utiliza o IsCoolApp Sync. A escola passou a integrar seu software de gestão ao aplicativo de comunicação escolar desde o começo de 2019. De lá para cá, os resultados têm sido positivos. Segundo Raquel Bohnstedt, diretora pedagógica, a maior vantagem do aplicativo com o serviço de integração é a rapidez com que os pais são informados e a abrangência dos conteúdos.

“Como as informações seguem de forma ativa pelo aplicativo, atingimos também aqueles pais que normalmente não buscam pela informação no site do colégio, aumentando assim a abrangência do público”, relata ela.

O Colégio Santo Agostinho atua na capital paulista desde a década de 30 e possui tradição agostiniana, tendo como um dos principais valores o de ensinar com amor. Atende alunos da educação infantil até o ensino médio. Também oferece ensino bilíngue integrado à proposta pedagógica da escola.

Integração e praticidade

Com o serviço de integração do IsCool App, o IsCool Sync, seu colégio garante integridade dos dados, um princípio básico da comunicação fluida. Sem contar que os pais recebem, em tempo real, informações que antes eles teriam que buscar em outro canal, como portal do colégio ou até mesmo um contato telefônico.

A integração do app de comunicação com seu ERP já se mostra como uma necessidade na rotina diária da escola, principalmente nos momentos de maior fluxo de trabalho, como a volta às aulas.

Mais do que facilitar o dia a dia dos colaboradores e permitir maior vazão no fluxo de trabalho, estamos falando de segurança da informação. Com tantas tecnologias à disposição, é importante que o colégio busque soluções para integrar as ferramentas e facilitar o dia a dia dos colaboradores, alunos e pais. Integrar o aplicativo de comunicação escolar ao sistema de gestão, por exemplo, não só confere praticidade como segurança à informação.

Além de manter os cadastros dos alunos sempre atualizados, a sincronização entre o ERP e o aplicativo IsCool App oferece outros benefícios, como o envio automático de boletos e de outros serviços que utilize o sistema de gestão da escola para registro de baixa, como, por exemplo, catraca.

Entre todas as vantagens do IsCool App Sync, destacam-se:

  • Otimização de tempo

A integração do IsCool App Sync maximiza os benefícios do ERP em produtividade. Isso significa menos tempo perdido tentando fazer um programa conversar com o outro. O processo de integração em si também pode ser bastante rápido.

Quando é necessário puxar as notas e faltas dos alunos para o aplicativo de comunicação escolar, isso é retirado do ERP. Bom para a escola que ganha em credibilidade. Bom para os pais que recebem a informação do boletim e da freqüência escolar sempre atualizada.

  • Mais segurança nos processos

A segurança das informações e de dados é fundamental para qualquer escola. Com a integração do aplicativo ao software de gestão, o colégio garante maior proteção na transição dos dados entre os programas.

Essa confiabilidade acaba refletindo na imagem da própria escola, que passa a ser reconhecida como uma instituição eficiente, preocupada com a segurança da informação, eficácia dos processos e com grande vantagem sobre a concorrência.

Além do que, escolas eficientes necessitam de recursos tecnológicos também eficientes. Parte do portfólio de funcionalidades do IsCool App, o Sync é um serviço oferecido pelo aplicativo, que inclui monitoramento e ajustes necessários em tempo real para que a integração aconteça e a comunicação seja fluida.

Seu colégio não precisa esperar até 2020 para conectar o IsCool App ao sistema de gestão. Aproveite o momento de volta às aulas e integre seus recursos tecnológicos para melhores resultados. Para saber mais informações sobre este serviço, assim como as demais funcionalidades do aplicativo de comunicação escolar, clique aqui.

IsCool App é destaque no 15º Congresso do Ensino Privado Gaúcho

Aplicativo de comunicação escolar atraiu a atenção durante o evento organizado pelo Sinepe-RS que reuniu mais de 2 mil participantes em Porto Alegre, entre os dias 24 e 26 de julho.

Nem o frio chuvoso afastou os diretores e professores dos colégios do sul do país durante o 15° Congresso do Ensino Privado Gaúcho, organizado pelo Sinepe-RS.

O congresso e a feira aconteceram simultaneamente entre os dias 24 e 26 de julho, no Centro de Eventos da PUCRS. O evento reuniu cerca de 40 expositores e mais de 2 mil pessoas, entre mantenedores e professores de escolas privadas da região sul do Brasil.

O IsCool App marcou presença na Expoeducação, demonstrando as novas funcionalidades do aplicativo de comunicação escolar aos participantes do evento, além de presentear os seus clientes com um mimo especial.

Também a School Picture ganhou destaque ao trazer a foto-lembrança para os congressistas, Foram impressas mais de 900 fotos de professores e diretores que ora se juntavam em grandes grupos, ora posavam sozinhos para o fotógrafo. Somente uma empresa que já possui tradição em recordação escolar para proporcionar uma ação desse nível.

De acordo com a consultora de negócios do IsCool App, Mariam Vahdat, eventos educacionais como o promovido pelo Sinepe-RS são muito importantes para estreitar parcerias, fortalecer vínculos com os clientes e promover novas oportunidades de negócios e relacionamentos.

“É uma alegria rever clientes que se tornaram amigos e uma grande satisfação quando ouvimos deles que nossos serviços contribuem para o progresso do colégio”, relata Mariam.

Mariam Vahdat, ao centro, apresentando todas as funcionalidades do IsCool App

Os diretores dos colégios que são clientes do aplicativo e, estavam presentes no evento, receberam em mãos um presente da nossa equipe.

Além dos presentes para colégios que já são clientes, a equipe do IsCool App sorteou 1 ano de uso gratuito do aplicativo entre os participantes do evento. Quem levou o prêmio foi a sortuda Fernanda Marmentini, do Colégio Franciscano São José, de Erechim-RS.

O evento, que acontece a cada dois anos, já tem data para a próxima edição: 21 a 23 de julho de 2021. Segundo o diretor do Sinepe-RS, Milton Léo Gehrke, a edição de 2019 contou com a participação de cerca de 100 escolas de todo o Rio Grande do Sul.

“Esse evento é muito importante porque traz novidades para a sala de aula, seja através dos temas debatidos durante o congresso, seja através das soluções escolares apresentadas pelos expositores”, explica Milton.

E completa: “Desde o primeiro congresso temos como objetivo revigorar as escolas, trazendo temas relevantes e atuais para a reflexão. Tivemos 2 mil inscritos esse ano, mas se não fosse por conta da limitação do espaço, teríamos ainda mais.”

Encontro de Lideranças e Palestras

Numa plenária com visão de 360° graus, diversos especialistas discutiram a educação brasileira para uma plateia lotada. Como o evento foi realizado na capital gaúcha, não faltou quem levasse o inseparável chimarrão durante as palestras.

A abertura oficial da Expoeducação foi precedida pelo Encontro de Lideranças que contou com a presença dos diretores dos principais colégios gaúchos.

Já no segundo dia do evento, um dos destaques foi a palestra de Pedro Demo, professor titular da Universidade de Brasília e autor de mais de 40 livros. O tema abordado por ele foi: A autoralidade do professor e do aluno.

“A escola muda, se o professor muda”, avisa Pedro Demo. “O professor deve ser o protagonista da mudança e educar pela pesquisa, pela autoria, não apenas reproduzindo conteúdos”.

O terceiro e último dia foi enriquecido com a apresentação de diversos assuntos atuais, alinhados com o tema do congresso “Professor: agente de conexão”. Luis Rasquilha, por exemplo, abordou a questão tecnológica em sala de aula, através da sua conferência “Do aluno de hoje ao profissional de amanhã”. Rasquilha é um reconhecido consultor de inovação para empresas.

“O papel do professor é o de curar o conteúdo, saber o que interessa e o que não interessa. Mas, não adianta querer forçar o aluno. Antes de tudo precisa entender sua cabeça e se ajustar naquilo que ele quer”, explica. Segundo o consultor, a educação é um dos negócios que mais está em transformação.

Já o psicólogo Rossandro Klinjey, autor do livro “Temas complexos: uma abordagem didática”, falou sobre a importância do professor não cair na rotina através da sua palestra: “Numa era de incertezas, o mais importante é ser feliz”.

O psicólogo, já conhecido pelo grande público por sua participação no Programa Encontro, com Fátima Bernardes, da Rede Globo, alertou que qualquer pessoa pode nos ensinar, inclusive os mais novos, desde que estejamos dispostos a aprender.

“Fiz um curso de idiomas com adolescentes e percebi que eles sabiam mais do que eu. Ao invés de achar isso ruim, notei que poderia aprender muito com eles”, relata.

Rossandro Klinjey com a palestra “Numa era de incertezas, o importante é ser feliz”

Como visto, é preciso uma mudança de visão, de hábitos e de atitudes para que o professor conquiste a atenção dos alunos e possa ser, de fato, um agente de transformação da vida das pessoas. Essa parece ter sido a principal mensagem aos participantes do congresso.

Confira os melhores momentos do 15º Congresso do Ensino Privado Gaúcho

Ensino bilíngue: saiba como formatar sua escola

O ensino de uma segunda Língua está alinhado com as competências necessárias para os alunos de hoje. Porém, é necessário que a escola esteja preparada para oferecê-lo de maneira assertiva e eficiente.

Nos últimos cinco anos, o mercado escolar bilíngue se expandiu muito. Estima-se um aumento entre 6% e 10% (dados da Associação Brasileira do Ensino Bilíngue – Abebi). Isso mostra que os pais dos alunos estão cada vez mais buscando colégios que preparem seus filhos para o mercado de trabalho numa perspectiva de economia globalizada.

“Esse movimento que ocorre no Brasil, também está ocorrendo em outros países da América do Sul e do mundo. É, portanto, um fenômeno em vasta expansão em todo o planeta”, comenta Antonieta Megale, doutora em Linguística Aplicada pela Unicamp e coordenadora da pós-graduação em Educação Bilíngue do Instituto Singularidades.

Porém, seja por falta de informação ou por falta de regulamentação – ou por ambos os motivos, algumas escolas acabam se vendendo como escolas bilíngues, quando na verdade não são. De acordo com Megale, é necessário se atentar que há especificidades nesta modalidade educativa no que se refere à formação de professores.

Antonieta Megale

“Precisamos planejar como formaremos professores para atuarem nessas escolas. Não basta apenas contratarmos professores fluentes na língua adicional. Esse professor precisa ter conhecimento do conteúdo que ministrará por meio da língua adicional, assim como das didáticas referentes a essa área do conhecimento”, explica.

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) não possui uma regulamentação específica para esse tipo de ensino, considerando como bilíngue somente as escolas para surdos, de fronteiras e as indígenas. Essa lacuna resulta em estabelecimentos com diferentes níveis de ensino do segundo idioma e, muitas vezes, frustração por parte dos pais que esperam que os filhos adquiram fluência em outra língua, porém, nem sempre isso ocorre.

“Precisamos também começar a produzir pesquisas nessa área, focalizando nosso próprio contexto. Não podemos apenas nos basear em pesquisas realizadas em outros contextos. Precisamos olhar para nossas próprias demandas, lacunas e desafios”, lembra Megale.

Escola bilíngue x escola internacional

Como vimos, aqui no Brasil ainda não existe uma regulamentação que defina exatamente o que é uma escola bilíngue. Mas, segundo especialistas, é preciso que pelo menos 50% do currículo sejam desenvolvidos na língua estrangeira, além de atividades lúdicas. O conceito é diferente das escolas denominadas internacionais, que seguem cerca de 80% da grade curricular de outro país.

A escola bilíngue oferece como base de ensino o currículo brasileiro, diferente da escola internacional que segue o currículo estrangeiro, como por exemplo, americano ou britânico. Na escola bilíngue, além do ensino da língua estrangeira, algumas disciplinas também são passadas aos alunos noutro idioma. Já na escola internacional, todas as matérias são lecionadas no idioma estrangeiro. Outra diferença é que na escola internacional, os diplomas também são estrangeiros.

Bilinguismo por imersão

Normalmente, as escolas que promovem a imersão completa do aluno numa cultura estrangeira – ou seja, não ensinam somente uma nova língua, mas também os hábitos, costumes e as tradições de outro país, têm maior êxito.

É o caso da Maple Bear, rede canadense de escolas do ensino infantil ao médio que atua no Brasil desde 2006. Oferece o ensino bilíngue ministrando atividades em inglês até os cinco anos de idade e, a partir da alfabetização, as aulas passam a ser 75% em Inglês e 25% em Português. Ao ingressar no Ensino Fundamental, os alunos assistem metade das aulas na língua nativa e a outra metade em Inglês, conforme a demanda do currículo nacional que prevê as matérias de História, Geografia e Português.

“O nosso currículo escolar é distribuído de tal forma que os alunos conseguem aprender e a organizar o pensamento nos dois idiomas”, relata a sócia-diretora da unidade Maple Bear de Campinas, Erica Ribeiro da Silva Moreira.  

A unidade também utiliza o IsCool App como aplicativo de comunicação escolar entre os pais e o colégio: “Enviamos os comunicados nos dois idiomas, Português e Inglês, já que a maioria das famílias é brasileira”, conta.

Como se preparar para oferecer ensino bilíngue

Já é sabido que o que caracteriza uma escola bilíngue é o fato de que há componentes curriculares ou áreas do conhecimento ministradas em duas ou mais línguas. Segundo Antonieta Megale, para formatar a sua escola com o sistema de ensino bilíngue, o primeiro aspecto a ser observado é: quais componentes curriculares serão ministrados em português e quais serão ministrados na língua adicional.

Ela reforça: “Depois, é preciso verificar se esta escola está localizada em algum estado brasileiro em que já há regulamentação. Caso esteja, é preciso observar os pressupostos exigidos para o funcionamento de uma escola bilíngue dispostos no documento”.

As possibilidades para esta transformação precisam ser analisadas, seja por conta própria ou com o auxílio de metodologias já existentes do mercado. De acordo com informações da Abebi, “o primeiro caso, normalmente é muito complexo devido à escassez de profissionais preparados no país atualmente”.

A segunda opção é a mais indicada, pois assim a escola pode contar com a experiência de empresas que já possuem estrutura pedagógica consolidada e que já realizam este trabalho há algum tempo.

Comunicação escolar em outro idioma

Outro aliado nesse projeto de escola bilíngue é o aplicativo de comunicação escolar. Hoje, o IsCool App atende várias escolas bilíngues em todo o Brasil e oferece aos colégios, entre diversas funcionalidades, a oportunidade de configuração em outros idiomas.

O IsCoolApp é o único do mercado disponível em quatro idiomas. Para as escolas que já utilizam o aplicativo, alterar o idioma é muito simples. Na versão mobile do IsCool App existe as quatro opções de idiomas: Alemão, Inglês, Espanhol e Português.

Num mundo globalizado, multicultural, dominar outra língua se tornou uma necessidade. Para a escola, uma das principais vantagens em se tornar bilíngue é a de se diferenciar da concorrência. Já para os alunos, o acesso durante toda a escolarização a duas línguas, pode facilitar o ingresso e o percurso em uma universidade estrangeira, segundo Antonieta Megale.

“Além disso, o aluno pode ter acesso a bens culturais diversos produzidos em português e na língua adicional, o que contribui para a ampliação do repertório do aluno e, consequentemente, de seu conhecimento do mundo e de si mesmo”, finaliza.

IsCool App faz parceria com escola municipal de Bebedouro (SP)

Aplicativo de comunicação escolar foi implantado gratuitamente em escola reconhecida pela Unesco por projeto de preservação do meio ambiente

A escola municipal Professor Stélio Machado Loureiro é um exemplo de cidadania a ser seguido. Tanto que seu projeto “Lixo Urbano e Comunidade Escolar”, executado em 2018, foi reconhecido pela Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Por mérito próprio, hoje a escola de Bebedouro-SP integra a Rede PEA (Programa de Escolas Associadas) da Unesco.

Atualmente, a escola também é parceira do aplicativo IsCool App, oferecendo aos pais dos alunos a comodidade de acompanhar a rotina escolar dos filhos na palma da mão, através da tela do celular. De acordo com a diretora da instituição, Sonia Paro, o IsCool App trouxe inovação e curiosidade aos alunos e familiares.

“Estamos nos adaptando, criando vínculos diferenciados com os pais e responsáveis”, explica.

Segundo ela, o uso do aplicativo de comunicação tem ainda ajudado nas questões de conscientização de preservação do meio ambiente – uma vez que o IsCool App evita o desperdício de papel.

Tem ainda a questão de economia financeira,“pois os alunos não têm que adquirir a agenda que a escola confecciona”, completa Sonia. 

A gerente de produtos e novos negócios, Tálita Barão, conta que a parceria de responsabilidade social foi pensada a fim de beneficiar a escola Professor Stélio Machado Loureiro e mostrar o apoio e reconhecimento de ações em prol da educação pública.

“A empresa demonstra o apoio a diversas iniciativas que estão alinhadas com os valores que praticamos no IsCool App”, explica.  

Sobre o IsCool App, a diretora da escola, Sonia Paro enfatiza:

“Esperamos que esta parceria nos coloque à frente de uma experiência na qual poderemos interagir e nos relacionar melhor com a nossa comunidade”.

De Bebedouro para o mundo

Em 2019, a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Professor Stélio Machado Loureiro” completa 71 anos de existência. Hoje a instituição atende mais de 500 crianças do ensino infantil e fundamental I, nos períodos da manhã e tarde. À noite, suas carteiras são ocupadas por alunos do EJA (Educação de Jovens e Adultos).

A escola está situada em Bebedouro, cidade que fica na região norte do estado de São Paulo, a cerca de 40 km de Jaboticabal e 80 km de Ribeirão Preto. Seus 77 mil habitantes contam com mais de 10 escolas municipais de ensino fundamental e infantil. A EMEB Stélio Machado Loureiro está entre elas.

A unidade escolar promove ainda a inclusão de 60 crianças com deficiência e dificuldades de aprendizagem. De acordo com Sonia Paro, a gestão da escola segue os “quatro pilares” fundamentais da educação preconizados pela Unesco. São eles: 

  1. Aprender a conhecer (adquirir instrumentos de compreensão);
  2. Aprender a fazer (para poder agir sobre o meio envolvente);
  3. Aprender a viver juntos (cooperação com os outros em todas as atividades humanas);
  4. E, finalmente, aprender a ser (conceito principal que integra todos os anteriores).  

Ser associada ao programa da Unesco leva a escola para uma dimensão internacional: todas as associadas podem participar de concursos e projetos globais, o que oferece uma perspectiva universal dos desafios da educação.

De acordo com a coordenadora nacional do programa, Myriam Tricate, as escolas associadas devem ser pioneiras em abordagens inovadoras, participativas e criativas, a fim de mudar e transformar a educação.

“No Brasil, queremos especialmente que as escolas sejam parceiras, colaborativas, integrem seus esforços e trabalhem juntas, trocando experiências para formar uma rede plena de identidade. Afinal, somos 569 escolas públicas e particulares, em todo o país, a segunda maior rede do mundo”, reforça.

A adesão a Rede PEA Unesco é aberta todos os anos e podem se candidatar escolas públicas ou privadas de educação básica, e instituições de formação de professores. Todos os anos, as escolas associadas se reúnem num encontro nacional. Inclusive, a EMEB Stélio Machado foi anunciada como escola associada durante a edição passada do evento, que ocorreu em Salvador-BA.

Em 2019, o encontro acontece na cidade de Ouro Preto- MG, entre os dias 11 e 13 de setembro. O Encontro Nacional da Rede PEA Unesco contará com a participação e apoio do IsCool App. 

Uma ideia na cabeça e o futuro nas mãos

O projeto executado pela escola com o lema “Lixo Urbano e Comunidade Escolar”, propôs aos alunos da Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) “Professor Stélio Machado Loureiro” diversas atividades de limpeza e organização da escola e dos arredores. Parte dessas atividades foram executadas durante o “Dia Mundial da Limpeza”, em 15 de setembro de 2018.

O Dia Mundial de Limpeza é uma ação proposta pelo Instituto Limpa Brasil, uma Organização sem fins lucrativos (ONG) que visa promover a mobilização de voluntários para a limpeza de suas cidades, bairros, praias e praças e parques.

O objetivo é conscientizar a sociedade sobre o problema do descarte irregular de resíduos sólidos urbanos. Participam dessa ação mais de 150 países, incluindo o Brasil.

Nesse dia, as crianças puderam colaborar com a limpeza dos espaços escolares, assim como da coleta e separação de lixo no entorno do prédio. Desde o pátio, passando pelas salas de aula até além dos muros, cada série ficou responsável por uma atividade diferente, envolvendo 550 alunos no total.

Os alunos também elaboraram um folder com dicas de cidadania e divulgaram para toda a escola.

Folder desenvolvido pelos próprios alunos

Dias antes, a ação foi tema inclusive do tradicional desfile de 7 de Setembro, no qual a unidade escolar teve a oportunidade de apresentar como seria o Dia Mundial da Limpeza para as autoridades presentes e toda a comunidade bebedourense.

Escola participou do Desfile de 7 de Setembro, divulgando o “Dia Mundial da Limpeza”

A EMEB Stélio Machado ainda desenvolveu campanhas para coleta de óleo de cozinha para reciclagem e lacres de refrigerantes para trocar por uma cadeira de rodas. Outra iniciativa foi o projeto “Muros que educam”, cuja ideia é a de pintar os muros da escola com temas variados. Um exemplo foi o muro sobre trânsito seguro. 

“Em cidades com menos de 100 mil habitantes já é difícil ter escola pública associada ao PEA Unesco. Bebedouro, contudo, possui duas escolas. A primeira foi a EMEB Maria Fernanda Lopes Piffer”, relata Sonia sobre o feito inédito.

A partir desse projeto de conscientização ambiental e de cidadania, a escola mostrou que é possível viver num ambiente organizado, com carteiras e pátios limpos, onde o lixo é separado conforme a coleta seletiva: metal, papel, vidro, plástico e orgânico. Tudo isso só depende da colaboração de todos. E que venham mais exemplos de escolas como a EMEB Stélio Machado Loureiro!

Presidente do IsCool App faz palestra como convidado da Cáritas-RJ sobre refugiados

Ramim Shams, falou sobre sua experiência desde a fuga pelo deserto à consolidação de sua empresa aos alunos do Colégio São Vicente de Paulo, em Niterói-RJ

Ramin Shams, presidente do IsCool App, realizou palestra no dia 3 de julho de 2019, para os alunos do Colégio São Vicente de Paulo, em Niterói-RJ. A ação fez parte do Projeto Refugiados na Escola, de iniciativa da Cáritas-RJ.

O empresário veio para o Brasil refugiado do Irã aos 21 anos, quando viu a possibilidade de recomeçar a vida, ter uma formação acadêmica e prosperar. A educação na vida do empresário não é apenas um negócio, mas, sim, uma luta pela emancipação humana.

Sobre a palestra, Shams achou valiosa a iniciativa em prol da defesa dos Direitos Humanos: “Trata-se de um ato solidário da Cáritas-RJ e do Colégio São Vicente de Paulo ao abrirem um diálogo saudável na busca do combate às injustiças praticadas pelas grandes ditaduras”, diz ele.

Sua visão vai ao encontro do projeto Refugiados nas Escolas que promove encontros entre pessoas em situação de refúgio e estudantes de escolas públicas e privadas do estado do Rio de Janeiro. A ideia é possibilitar a reflexão dos alunos sobre a realidade dos conflitos e perseguições que provocam deslocamentos forçados ao redor do mundo.

“O ambiente proporcionado pela pastoral do colégio proporcionou aos alunos entenderem melhor o significado das dificuldades e problemas que cada um enfrenta ou poderá enfrentar na sua vida”, completa.

Projeto Refugiados na Escola

De acordo com o assessor de comunicação da Cáritas-RJ, Diogo Félix, o projeto diz respeito à necessidade de informar sobre o tema, combatendo mitos, além de sensibilizar para a necessidade de acolhimento e integração dessas pessoas.

“As palestras promovem empatia em relação à dor do outro. No entanto, não queremos jamais revitimizar os refugiados com um olhar de cima para baixo. Pelo contrário: incentivamos os jovens a enxergarem os refugiados a partir da coragem e da resiliência que eles demonstram”, ressalta.

Atualmente, estima-se que há cerca de 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força no mundo (Dados: ACNUR, Junho/2018), incluindo 25,4 milhões nessa condição. São os maiores níveis de deslocamento já registrados desde a Segunda Guerra Mundial.

Sobre Ramim Shams

Ainda no Irã, Ramim Shams foi impedido de estudar por pertencer a uma minoria religiosa, até que decidiu refugiar-se no Brasil. Seguidor da fé Bahá’í, o iraniano viveu uma infância permeada por episódios de xingamento e maus tratos. Com a intensificação da guerra entre o Irã e o Iraque, era comum ouvir a notícia de amigos e familiares sendo presos.

Durante a adolescência, a intolerância muçulmana passou a tomar proporções maiores em sua vida até que, em 1983, ele viu sua casa ser invadida pela Guarda Revolucionária Iraniana. Foram levados seus documentos, pertences familiares, os livros e até o direito de estudar.

“Quando nos impediram de estudar, não imaginavam o tamanho da vontade inerente em cada um de nós, uma vontade que romperia qualquer barreira”, lembra.

Em 1986, Shams decidiu fugir pela fronteira com o Paquistão, em uma jornada a pé que durou dramáticos sete dias. Partiu para o Brasil, incentivado por um imigrante iraniano que já vivia no país desde a década de 1950.

“No início, a primeira barreira foi a língua, depois a adaptação cultural”, conta ele.

Sem dinheiro, Shams decidiu aliar a tradição familiar de mais de 70 anos em fotografia ao fascínio pela educação, tornando-se pioneiro no segmento de recordação escolar. Somente em 2006, 20 anos após sua chegada ao Brasil, ele pôde realizar o sonho de retomar os estudos. Hoje, com 54 anos, possui graduação em comunicação e marketing e MBA em gestão empresarial.

Confira os melhores momentos da palestra de Ramim Shams

Alimentação saudável nas escolas: uma matéria importante

Mesmo num mundo recheado de alimentos industrializados, cada vez mais os pais e mantenedores escolares se preocupam em oferecer uma alimentação saudável nas escolas; essa questão é, inclusive, tema de pesquisa governamental.

Em 2019, o IBGE realiza a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense 2019) nas escolas de todo o país para avaliar os hábitos alimentares dos alunos. A última edição de 2015 revelou que mais da metade dos alunos que participaram da pesquisa prefere comprar um lanche na cantina da escola do que se alimentar com a merenda que a instituição prepara.

Porém, a oferta de salgados, refrigerantes e demais guloseimas tem colaborado para o aumento do índice de obesidade infantil e outras doenças relacionadas ao sobrepeso. Um dos problemas é que os jovens que estão obesos hoje estão mais propensos a doenças crônicas como diabetes e hipertensão arterial. Além disso, os alunos que entram na adolescência acima do peso tendem a apresentar mais dificuldades em fazer as pazes com a balança na vida adulta.

Mas, afinal, o que é uma alimentação saudável?

Alimentos in natura como frutas, legumes e verduras encabeçam essa categoria, além dos que proporcionam valor energético como carnes, cereais, derivados de leite e tubérculos. Água ainda é a melhor opção para se beber, além de água de coco e sucos naturais de frutas.

“Uma alimentação saudável é aquela que respeita a individualidade de cada criança, seus aspectos culturais, sociais, psicológicos e também suas preferências alimentares. Dessa forma, é possível incluir os vários tipos de alimentos sem restrições desnecessárias”, afirma a nutricionista Jéssica Bonella, especialista em saúde da criança e do adolescente pela Unicamp.

Jéssica Bonella, nutricionista (Foto: Arquivo Pessoal)

De qualquer maneira, os alimentos que integram um lanche saudável devem ser preparados preferencialmente em casa, se possível com a ajuda das crianças. Para isso, os pais podem se planejar fazendo a compra semanal dos ingredientes que serão utilizados para o preparo da lancheira escolar. 

Segundo a nutricionista, “a participação ativa da criança, ou seja, ela fazer suas próprias escolhas e dar sua opinião a partir do que aprendeu – sempre com a supervisão dos pais ou responsáveis, – gera um senso de responsabilidade e autonomia fundamentais para a adesão da criança no processo de mudança de hábitos alimentares”.

Criança fazendo o cardápio da lancheira escolar (Foto: Jéssica Bonella)

Visando esse público preocupado com que os filhos comem na escola, algumas empresas fornecem opções de alimentação saudável. Umas operam no controle de cantinas, que comercializam salgados assados ao invés de fritos, e sucos no lugar de refrigerantes.

Já outras empresas vão além de oferecer um lanche saudável. Chegam a entregar na escola da criança próximo do horário do recreio. Claro que são serviços pagos e os pais devem, antes de mais nada, avaliar se o custo desse tipo de serviço caberá ou não no orçamento familiar.

As escolas também colaboram nesse sentido quando fornecem as refeições para os alunos que permanecem em período integral, por exemplo. Geralmente, o cardápio das refeições é orientado por um profissional nutricionista que define o que deverá ser servido às crianças de forma a oferecer uma dieta balanceada. Os pais podem acompanhar o cardápio semanal através das redes sociais das escolas ou por outros meios de comunicação.

Cardápio no IsCool App

Para as escolas que utilizam o IsCool App como ferramenta de comunicação com os pais, existe a opção de informar se o aluno comeu ou não, a que horas e se repetiu através do módulo Agenda/Diários. Dessa forma, os pais ficam mais tranquilos sabendo que seus filhos estão se alimentando de forma adequada.

A escola poderá também gerar relatórios por aluno e utilizar essa informação com a nutricionista, fornecedores da cantina ou até mesmo na reunião de pais.

Os colégios têm ainda a opção de inserir o cardápio diário. Outro detalhe: na função “Atendimento”, a escola pode colocar o pai em contato direto com a cantina ou com a nutricionista da escola.

Recomendação diária

De acordo com resolução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), as escolas que oferecem período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais dos alunos, divididas em pelo menos três refeições diárias.

Para a recomendação de ingestão diária de alimentos, o PNAE utiliza valores propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) que preconiza: De 6 a 10 anos, 1.500 calorias; de 11 a 15 anos, 2.175 calorias e de 16 a 18 anos, 2.500 calorias.

Além de alimentos saudáveis, o cardápio escolar deve estar alinhado com outros fatores, tais como faixa etária e horários das refeições, além da tradição agrícola local. Isso sem contar com a preocupação em relação ao uso indiscriminado de açúcar, sal e gordura que não trazem benefícios nutricionais e são tidas como calorias vazias.

A alimentação como extensão da aprendizagem

Especialistas são unânimes ao afirmar que o preparo dos alimentos de maneira saudável e equilibrada deve fazer parte da proposta pedagógica das escolas. Entre os benefícios dessa prática, estão:

  • Os alunos aprendem o valor nutricional dos alimentos;
  • Passam a evitar o desperdício;
  • Ganham autonomia na escolha da composição do prato;
  • Aprendem a importância de variar o cardápio.

De acordo com Bonella, a escola tem como papel promover, de fato, a educação nutricional. “A educação nutricional, por exemplo, de forma lúdica sobre alimentos e nutrientes, leitura de rótulos, culinária e, se possível, incluir os pais em palestras sobre esses temas também”, conclui.

Pode participar dessa proposta pedagógica toda a escola, desde professores até merendeiros. Esses, inclusive, têm um poder especial: o de incentivar os alunos na hora de servir as refeições,  oferecendo alimentos que eventualmente sofreriam recusa por parte das crianças e adolescentes. É a partir da influência dos merendeiros que muitas crianças e adolescentes passam a comer determinado alimento.

Para esse público tão importante, existem ainda iniciativas como o Concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, do Ministério da Educação, que premia os merendeiros mais criativos em suas receitas. Em 2019, o prazo para as inscrições é até 12 de julho através do site: http://melhoresreceitas.mec.gov.br/. A premiação inclui cursos de melhores práticas na cozinha, até viagem internacional.

Não apenas comer bem, mas compartilhar o momento da refeição é importante para que os alunos possam se confraternizar, tornando a prática pedagógica da alimentação saudável ainda mais prazerosa. Confira abaixo algumas sugestões de atividades lúdicas para fornecer educação alimentar às crianças e adolescentes:

  • Teatro dos alimentos com personagens em E.V.A (para crianças menores);
  • Atividade sensorial com os alimentos: brincadeira às cegas para as crianças em idade pré-escolar para adivinharem qual é o alimento;
  • Plantação de uma horta: essa atividade pode ser realizada com crianças de 6 a 9 anos;
  • Oficinas de alimentação saudável para os adolescentes, pedindo que cada um coloque numa folha em branco o que comeu durante as refeições anteriores e explicar a eles a importância de uma refeição saudável e equilibrada.

Além dessas dicas, há muitas outras para colocar em prática com os alunos. Nada que a imaginação e os ingredientes certos não possam ajudar. Porque afinal de contas, a alimentação deve ser saudável, mas também muito gostosa!

Guia da Educação 4.0: O que é e o que esperar dela

Termo em ascensão na comunidade escolar, a Educação 4.0 remete a uma nova era de aprendizagem baseada na inovação e no embasamento socioemocional, mas para se apropriar dela é preciso atitude e comprometimento por parte dos gestores

Nada melhor que introduzir um tema partindo de uma reflexão para embalar a leitura. Por isso, lançamos a seguinte pergunta: na sua opinião, a sociedade é um reflexo da educação que recebe ou seria a educação um reflexo do momento vivido pela sociedade?

Diferentemente da clássica pergunta “quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?”, aqui a resposta não carrega muitas análises filosóficas. Basta relembrar alguns pontos-chave da história da formação da sociedade contemporânea para afirmar que, na verdade, é a educação que se transforma à medida que a sociedade exige, ou, como diriam os estudiosos da Educação 4.0, à medida que mudamos os paradigmas – o que tem acontecido de maneira muito mais rápida, diga-se de passagem.

Em eventos, palestras, artigos e matérias do segmento ou mesmo dentro das escolas mais antenadas, o termo “Educação 4.0” ganha cada vez mais evidência, expondo um novo divisor de águas na curva da evolução do sistema educacional. Mas, como tudo o que é novo, o tema ainda é pouco explorado e, se não estudado, pode ser associado equivocadamente a revolução industrial e ascensão das tecnologias, por exemplo.

Para nos ajudar a entender mais sobre este conceito e como ele se dá na prática, o Blog do IsCool App bateu um papo com o professor Dr. Cassiano Zeferino de Carvalho Neto, criador e detentor do termo Educação 4.0, fundador do Instituto para a Formação Continuada em Educação (FCE), fundador e presidente do Instituto Galileu Galilei para a Educação (IGGE) e consultor da Humus Consultoria Educacional. Dessa rica conversa nascem duas matérias em mais um pequeno especial, que você acompanha hoje e na próxima semana.

Afinal, do que se trata a Educação 4.0?

Educação 4.0 é um termo criado para ilustrar uma nova fase do sistema educacional, um novo tipo de aprendizagem exigido pela sociedade que contempla o desenvolvimento de valores, competências e habilidades do ser humano, em harmonia com ambiente ciberfísico e sem abrir mão do conhecimento teórico.

“O conhecimento teórico está dado, está nas redes, está na nuvem. Na verdade, o que estamos falando, é de propiciar o desenvolvimento humano. A Educação 4.0 é principalmente uma educação de base cognitiva”, explica Zeferino, pós-doutorado em Educação Digital e Física e também em Inovação na Educação em Engenharia, ambas formações pelo ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica.

Abraçando temas bastante debatidos na educação, como a BNCC e a formação das habilidades socioemocionais, a Educação 4.0 mostra que o olhar mais apurado para a formação do potencial humano é, na verdade, uma demanda urgente da sociedade. À medida em que o ser humano se tornou capaz de criar máquinas ultrainteligentes, acabou deixando de lado sua inteligência interpessoal e a Educação 4.0 mostra que só seremos capazes de viver o futuro se soubermos usar o melhor de nós mesmos, que é a inovação, a capacidade de gerenciar as emoções, de gerenciar projetos e de se relacionar com outras pessoas.

“O que se fala na educação é que, com essas mudanças na sociedade, há também uma mudança profunda, por exemplo, no trabalho, na empregabilidade e no perfil de formação das pessoas. Essa transformação vai exigir dos jovens, principalmente aqueles que ainda vão ingressar na sua vida adulta, uma série de novas competências, habilidades e valores que não são normalmente praticados ainda na escola ou de forma menos empática. Nossa escola ainda é muito conteudista. Nós temos um oceano de informações com menos de meio dedo de profundidade. Quer dizer, há toda uma questão muito mais ligada a múltiplas inteligências do que necessariamente só o conteúdo em si.”

Prof Dr. Cassiano Zeferino de Carvalho Neto

Os 4 pilares da Educação 4.0

O termo Educação 4.0 está diretamente ligado ao livro escrito e lançado recentemente pelo professor Zeferino, o Educação 4.0: princípios e práticas de inovação em gestão e docência. Nele, o autor explica que essa formação cognitiva se dá por meio de 4 pilares de sustentação teórica, que são:

  • 1º pilar: O modelo sistêmico de educação
  • 2º pilar: A educação de base científica e tecnológica
  • 3º pilar: A engenharia e a gestão do conhecimento
  • 4º pilar: A ciberarquitetura

Embora a Educação 4.0 esteja inserida em um contexto sociocultural econômico mais amplo, ela é um termo muito longe de ser uma carona do contexto da indústria 4.0. Aliás, ela tem seu próprio protagonismo, que acontece – e tem que acontecer – dentro da sala de aula.

“Nós temos algumas instituições que, mesmo sem conhecimento da base teórica, já começaram a pensar numa Educação 4.0, mais participativa, inovadora no sentido da gestão, no sentido de que a inovação não pode ser colocada só como responsabilidade do professor, mas sim tem que ser compartilhada pela alta e média gestão da escola. Só com um plano de inovação as escolas tornam a Educação 4.0 uma vivência prática”, explica Zeferino sobre como o termo é posto à prova no dia a dia de uma escola.

E por que na escola e no ambiente da sala de aula? Justamente porque é nesse espaço que acontece a transformação da cultura. Afinal, só um plano concreto de inovação pode unir gestores, alunos e pais na construção de novas e sustentáveis ações transformadoras.

A diferença entre tecnologia e mídias

Para começar a trabalhar a prática da Educação 4.0, um dos primeiros passos, segundo o professor Zeferino, é entender a diferença entre tecnologia e mídias. Quando falamos em evolução da educação, é equivocado dizer que as novas tecnologias invadiram as salas de aula quando, na verdade, queremos nos referir a objetos que estão transformando o dia a dia de professores e alunos – esses são chamados de mídias (exemplo, lousas digitais, computadores, celulares, tablets, etc.).

A tecnologia existe desde que mundo é mundo, ou seja, tecnologia é qualquer ideia que resolva algum problema e crie soluções. Na Educação 4.0 o que se vê é que não é a mídia que faz a diferença, mas sim as pessoas responsáveis por essas inovações.

Estamos diante de uma nova revolução muito mais potente, rápida, silenciosa, profunda e irreversível que é uma revolução onde a cognição alcança os dispositivos físicos. Nós já passamos a viver num mundo ciberfísico, que integra o bio, o físico e o digital ao mesmo tempo. Neste momento, a educação também já está passando por um efeito dessas transformações”, enfatiza Zeferino.

A origem do termo

Falar de Educação 4.0 é também revisar as outras fases da evolução educacional, ou seja, a Educação 1.0, 2.0 e 3.0. Para contextualizar melhor o termo e embasar o seu conhecimento sobre o assunto, confira as definições dessas outras revoluções educacionais pela explicação do professor Dr. Cassiano Zeferino de Carvalho Neto:

Educação 1.0

É o surgimento e a disseminação do modelo de escolas, uma educação com tendência laica, inicialmente com uma forte base instalada na igreja, que, por sua vez, tem um papel fundamental na formação da sociedade. Essa escola é pautada, principalmente, na figura do professor, como aquele que professa publicamente suas doutrinas, e por comunicação oral, sem ajuda de mídias como a lousa, por exemplo.

Educação 2.0

Datada a partir do século 19, a Educação 2.0 traz os modelos teóricos de educação criados pela contribuição de pesquisadores como Lev Vygotsky, John Dewey, Alexei Leontiev e outros educadores, entre eles, Jean Piaget. Nessa fase, começa-se a olhar para a educação não especificamente com ares de pesquisa para a educação, mas com ares de pesquisa na psicologia,o que impacta a educação basicamente respondendo à questão de como as pessoas aprendem, de como se dá a produção do conhecimento humano. Menos empiricista, essa educação já traz a formação dos professores, inicialmente no magistério e seguida por especializações e licenciaturas.

Educação 3.0

A educação 3.0 acontece a partir da revolução digital, entre o final da década de 50 e início da década de 70, consolidando-se e intensificando-se a partir dos anos 90. É quando você começa-se a introduzir novas mídias na educação, como um quadro digital, um computador, um modelo de processo de ensino e aprendizagem ou um smartphone ligado à internet. Aqui, é possível que o aluno viva uma relação diferente com a informação. Além das mídias, outra categoria de análise é a metodologia utilizada, bem como as visões de ensino e aprendizagem e visões de currículo de educação.

E o Brasil?

O Brasil ainda permeia esses três modelos de educação que acabamos de citar. Faltam mídias e recursos em muitas áreas e até é possível enxergar resquícios da Educação 1.0 em alguns lugares mais distantes dos grandes centros – ainda que possa ser um processo de aprendizado mais interativa, com riquezas regionais únicas. De qualquer forma, sendo palco para o nascimento no termo Educação 4.0, o país está começando as lições de casa rumo ao futuro, como poderemos conferir na próxima matéria desse especial.

Interessado pelo tema?

Se assim como nós você é um apaixonado pela educação e por boas práticas de gestão escolar, acesse o site Educação 4.0 mantido pelo professor Zeferino e confira muito mais conteúdo sobre o tema. É a oportunidade de começar ou mesmo potencializar a transformação do seu colégio e dos seus alunos rumo a uma educação mais humanizada e de acordo com as premissas da sociedade.

Aprendizagem Cooperativa: o estímulo à inteligência coletiva

Conheça a Metodologia Ativa que garante o desenvolvimento de competências importantes previstas pela BNCC, como o trabalho em grupo, e saiba como os colégios conciliam esta prática a tantas outras já previstas no currículo

Contribuir… E assim, também ganhar. Ganhar conhecimento, aumentar o repertório colhendo opiniões diversas, aprender a conviver em sociedade, tornar-se um adulto e profissional com empatia e capaz de resolver conflitos. E qual o melhor lugar para se reforçar esses princípios se não as salas de aula, hoje abertas para as atividades socioemocionais e o desenvolvimento integral de crianças e jovens?

Totalmente alinhada à BNCC – Base Nacional Comum Curricular, a Aprendizagem Cooperativa ganha forças e se estabelece como uma das metodologias que mais contribui para o projeto curricular do colégio. Isso porque garante a vivência prática de diversas competências importantes para os alunos sem demandar grandes reestruturações do espaço, do corpo pedagógico ou da linha de ensino seguida pela instituição.

Baseada no trabalho em grupo, a Aprendizagem Cooperativa estimula que alunos se ajudem, discutam entre si e resolvam problemas em conjunto, dando voz ativa e protagonismo a cada um dos envolvidos a fim de absorver o conteúdo de maneira efetiva e com ganhos ainda maiores em aspectos socioemocionais.

Complementar para potencializar resultados

A Aprendizagem Cooperativa chega para somar-se às Metodologias Ativas essenciais da educação do século 21. Um colégio pode, por exemplo, aplicar tranquilamente os princípios do trabalho em conjunto junto a qualquer metodologia de ensino híbrido, como Aprendizagem Baseada em Projetos ou a Sala de Aula Invertida. Basta que o colégio se planeje para aplicar a atividade no momento certo, de forma que o grupo possa viver o conteúdo acadêmico de maneira maximizada em grupo.

Seja na aula de gameficação do ensino médio ou no projeto experimental desenvolvido pelos alunos do Ensino Fundamental, as técnicas da Aprendizagem Cooperativa Kagan estão presentes em cada etapa e de maneira interdisciplinar dentro do Colégio Guilherme Dumont Villares, de São Paulo. Implantada há cerca de três anos, a metodologia conquistou todo o corpo docente local, garantindo resultados positivos no desenvolvimento dos alunos.

“Já sentimos os benefícios da introdução dos métodos de aprendizagem em pares, em grupos e em outras estruturas de apoio e ajuda mútua entre nossos estudantes. O princípio fundamental é o compartilhamento nas salas e em outros ambientes de aprendizagem em que os alunos atuam colaborativamente”, conta Eliana Baptista Pereira Aun, diretora geral do colégio do colégio da zona sul paulistana que conta com mais de 1500 alunos.

Ainda sobre os resultados positivos da iniciativa, Eliana complementa: “Ao combinar nossa participação com a de outras pessoas, criamos uma ‘inteligência coletiva’ que, na ação educativa, potencializa o processo de aprendizagem, gerando resultados mais eficien­tes para todos os alunos, seja individual ou personalizadamente”.

O professor é maestro

O segredo do sucesso com a Aprendizagem Cooperativa, não só no Colégio Guilherme Dumont, mas em todos os que se propuseram a aplicar a metodologia, está na capacitação do professor, que assume o papel de regente da turma, garantindo a participação de cada um dos alunos envolvidos.

“A sala de aula cooperativa constrói-se desde o primeiro dia de aula e depende em grande parte da capacidade do professor em criar o espaço e a disponibilidade para que todos se conheçam mutuamente e comecem a se interessar uns pelos outros. A aplicação da metodologia se faz presente quando o professor aplica as Estruturas de Aprendizagem em sua sala de aula”, explica Andressa Dozzi Tezza docente com experiência de mais de dez anos no ensino básico e atualmente formadora internacional certificada na metodologia de Aprendizagem Cooperativa Kagan e Ensino Baseado no Funcionamento do Cérebro.

Parte da equipe Future Kids – empresa que há mais de 20 anos prega a inovação e a transformação educacional no Brasil por meio da Aprendizagem Cooperativa – Andressa explica que os professores passam por formação específica de 5 módulos, totalizando 30 horas de curso dividido em 6 partes cada.

“É uma formação extremamente prática, em que os professores vivenciam exatamente o que os alunos vivenciarão a partir da aplicação das estruturas de aprendizagem em sala de aula. É também uma formação bem personalizada, pois, muitas vezes solicitamos ao coordenador pedagógico alguns temas que serão trabalhos dentro do conteúdo programático de cada professor para usar os exemplos durante a formação, deixando assim a formação de professores ainda mais personalizada”, diz ela, que também é uma das responsáveis pela aplicação da Aprendizagem Cooperativa Kagan no Colégio Guilherme Dumont Villares.

Aprendizagem Cooperativa Kagan

Criada em 1985 pelo psicólogo e professor Dr. Spencer Kagan a partir do lançamento de seu livro “Cooperative Learning Stuctures” pela Universidade de Berkley, na California, a aprendizagem cooperativa Kagan é a mais difundida no cenário educacional hoje. Estruturada, essa metodologia se caracteriza por conter 4 princípios básicos, chamados também de PIPA, que são: Participação Equivalente, Interdependência Positiva, Produção Individual e Alta Interação Simultânea.

Esses princípios diferenciam a metodologia Kagan de um simples trabalho em grupo ou outras Metodologias Ativas. “Nesta metodologia se distribuem as responsabilidades e, ao longo do tempo, todos têm oportunidade de experimentar diferentes papéis no grupo. Alguns benefícios de sua aplicação são a organização de grupos de trabalho eficazes, gerenciamento de sala de aula, identidade de grupo, identidade de sala de aula, entre outras”, exemplifica Andressa.

Um fato interessante sobre a metodologia Kagan é o próprio motivo que levou à sua criação. Enquanto professor de psicologia em Berkley, Dr. Kagan encontrava dificuldades em propor aos alunos atividades que demandassem trabalho em equipe. Essa falta de interação prejudicava os alunos que, quando saíam da faculdade, demoravam a encontrar um emprego devido à falha de desenvolvimento de suas habilidades sociais. Dr. Kagan, então, começou a estruturar um método em que os alunos pudessem compartilhar ideias uns com os outros. “As estruturas foram cuidadosamente planejadas para promover o desempenho, engajamento, habilidades de raciocínio e habilidades socioemocionais”, diz Andressa.

Os 12 principais benefícios da aprendizagem cooperativa:

  • Leva em consideração os diferentes estilos de aprendizagem;
  • Desenvolve habilidades cognitivas de alto nível;
  • Aumenta a satisfação dos estudantes com a experiência de aprender;
  • Incentiva os alunos a assumir a responsabilidade por sua aprendizagem;
  • Estabelece expectativas elevadas para alunos e professores;
  • Desenvolve a empatia – a capacidade de enxergar as situações do ponto de vista do outro;
  • Ajuda os alunos a focar nas tarefas, como consequência há menos indisciplina;
  • Desenvolve habilidades de interação social;
  • Tem semelhança com situações da vida real;
  • Estimula a capacidade de comunicação oral;
  • Promove uma atitude positiva em relação ao assunto estudado;
  • Favorece a inovação nas técnicas de ensino e em sala de aula.

O novo trabalho em grupo

Mais do que tendência, vimos que a Aprendizagem Cooperativa ganha forças pelo seu alinhamento com a BNCC e pelo poder transformador que exerce sobre os alunos e todos os envolvidos. Para inspirar você na implantação desta Metodologia Ativa, finalizamos com algumas imagens de atividades realizadas diariamente, e com alunos de todas as idades, no Colégio Guilherme Dumont Villares. Confira:

IsCool App em sua quarta participação na Bett Educar

A edição 2019 do maior evento de educação do Brasil aconteceu entre os dias 14 e 17 de maio com milhares de visitantes e cerca de 270 expositores

Mais uma edição do maior evento de educação do Brasil se encerra e, para quem participou, fica a sensação de que o mercado educacional continua seguindo sua linha de crescimento e modernização a todo vapor. A Bett Educar 2019, que aconteceu de 14 a 17 de maio, reuniu milhares de pessoas do setor, entre professores, gestores, palestrantes, entusiastas, empreendedores e fornecedores.

Parte dos 270 expositores, o grupo School Picture com a bandeira IsCool App, comemorou seu quarto ano consecutivo de participação com muitas novidades e oportunidades de divulgação, além do reencontro especial com dezenas de clientes. “Sem dúvidas, a presença na Bett Educar é fundamental para continuarmos nosso caminho de ascensão e solidificação das marcas no mercado. Nossa presença comprova que fazemos parte de um grupo de vanguarda, que se preocupa com o futuro da educação, pensando e repensando ferramentas importantes para o dia a dia de colégios”, explica Ramin Shams, diretor-presidente do Grupo School Picture.

As tecnologias educacionais foram o tema central do evento, que também trouxe à tona assuntos como o bilinguismo e a importância da educação socioemocional, já de acordo com a nova proposta da BNCC.

No porta-retrato e no celular: fotografia escolar em alta

Durante a Bett Educar, School Picture e IsCool App provaram que as fotos de recordação escolar e de atividades do dia a dia dos alunos continuam sendo itens de grande valor emocional para os pais, seja no modelo impresso ou na versão digital. Tudo isso, claro, com base em altos investimentos em tecnologia e mão de obra especializada.

Considerado o app de comunicação escolar mais completo do mercado por contar com grande número de funções, o IsCool App apresentou o módulo “galeria de imagens”, funcionalidade que permite ao colégio registrar e compartilhar com as famílias todas as atividades dos filhos em classe. As fotos são organizadas em galerias, com título e descrição, facilitando a visualização.

“O módulo foi desenvolvido pensando no total engajamento dos pais, que adoram ver fotos dos filhos nas atividades diárias. Eles ficam felizes em acompanhar a rotina das crianças através das fotos e de informes diários. Para a escola, o módulo traz praticidade, pois permite organizar e publicar arquivos do dia a dia ou de ocasiões especiais, publicando fotos de maneira colaborativa desde um álbum geral de fotos ou de um aluno específico, novidade exclusiva do nosso app”, afirma Tálita Barão, gerente de produto e relacionamento do IsCool App.

Outro destaque do aplicativo foi a matrícula pelo celular com o exclusivo módulo de assinatura digital de documentos. Diferente de um simples aceite digital, o módulo traz pontos de autenticação e criptografia para conferir validade jurídica ao documento, garantindo segurança ao processo. Sem contar a facilidade para a equipe envolvida e para os pais, além da drástica redução do uso de papel.

Convidado especial

Palestrante da Bett Educar 2019 e parceiro de longa data do Grupo School Picture, Luis Henrique Beust (do Instituto Anima Mundi) foi o convidado ilustre do estande IsCool App oferecendo aos clientes que por ali passaram um bate-papo e uma sessão de autógrafos de seus dois novos lançamentos, os livros “Educação por inteiro” e “Afinal, por que sofremos”. Sua palestra, sob o tema “a importância humanista da educação” aconteceu no dia 16, em auditório com inscrições esgotadas.

Galeria de fotos

Confira alguns dos momentos especiais vividos no estande IsCool App da Bett Educar 2019.

Especial Matrícula 2020: por que optar pela assinatura digital de contratos

Ao substituir o contrato de papel o gestor ainda garante números mais precisos para o planejamento escolar do ano seguinte e diminui problemas com inadimplência

Enquanto as campanhas de novas matrículas se tornam cada vez mais longas, com esforços e ações publicitárias estratégicas durante todo o ano, para a alegria do gestor as campanhas de rematrícula tendem a se tornar mais otimizadas. O motivo? A simples substituição do contrato em papel pelo contrato digital.

Simples porque não exige mudanças drásticas na rotina do colégio, ao contrário, sua implantação está ligada às ferramentas já existentes na instituição. Com um processo prático e intuitivo, a adaptação tanto da equipe envolvida quanto dos pais costuma ser fluida.

Benefícios

Junto com outras ferramentas já citadas na última matéria do Especial Matrícula 2020, o processo de assinatura digital de documento é responsável por agregar diversas transformações às campanhas. Entre elas, o de maior destaque é o encurtamento do prazo de duração.

Enquanto com a assinatura no papel os colégios levavam meses para ter todos os contratos de volta, a facilidade da assinatura em tempo real, pelo celular, pode fazer com que o processo se encerre muito antes de dezembro.

Matrículas efetivadas, turmas fechadas, planejamento adiantado. Com o novo processo fica mais fácil para as equipes estratégicas finalizarem os planejamentos anuais, calendários e divisão de turmas, prevendo orçamento com precisão e tomando medidas corretivas quando necessário. Sem contar que a margem de inadimplentes tende a cair, uma vez que o senso de urgência predomina no apelo totalmente on-line da campanha.

Por fim, quem mais se beneficia são os pais, que recebem o contrato pelo celular e, em poucos cliques, conseguem renovar a matrícula dos filhos sem ter que desviar da rotina já tão apertada. O melhor: garante os dados gravados em nuvem e com toda segurança necessária para evitar dores de cabeça futuras, com acesso a qualquer momento.

Matrícula pelo celular

Outra grande vantagem da assinatura digital é o fato de ela poder ser oferecida direto no celular das famílias, em um campo exclusivo e bem visível do seu aplicativo escolar. Aqui, o apelo ainda pode ser muito maior com o uso de notificações e de campanhas específicas chamando a atenção do usuário para o item em aberto e que precisa ser lido.

Amplamente difundido entre os colégios, o app tem a atenção dos pais diariamente por já contar com funcionalidades importantes como os comunicados, calendário, agenda de atividades, etc.

No IsCool App, por exemplo, como a matrícula é um módulo do menu principal, o pai ainda pode acessá-lo sem precisar sair do ambiente seguro do aplicativo ou logar-se em um outro site. Uma vantagem ainda maior na hora de transmitir uma imagem de credibilidade ao público.

Previna-se de problemas, exija assinatura digital

Mas todas essas vantagens podem cair por terra se o seu sistema de matrícula on-line contiver brechas. Pela segurança e amparo legal garantidos com o uso de múltiplas chaves criptográficas, o processo de assinatura digital de documento é o mais indicado para assinaturas de matrícula.

Diferentemente de um aceite digital, que apesar de estar amparado pelo artigo artigo 10 § 2 da Medida Provisória nº 2.200-2/2001 funciona mais como um acordo – já que exige somente um campo para ser assinalado – a assinatura digital garante a integridade da autoria do assinante. Um aluno que tenha acesso ao celular do pai, por exemplo, não conseguiria assinar sua própria matrícula neste método.

A matrícula exige pontos de validação, somente garantidos no meio on-line com a assinatura digital, que alia algoritmos e criptografia assimétrica. Na assinatura digital da matrícula do IsCool App, por exemplo, que se utiliza dessa tecnologia, a assinatura do contrato prevê três pontos de verificação e ganha a mesma validade de uma assinatura de próprio punho.

Não à toa a assinatura digital de documentos é o método eleito por bancos e seguradoras do mundo todo. Somente essa validação permite que um contrato possa ser levado à justiça, garantindo a participação dos envolvidos e sem a necessidade de provas circunstanciais.

Exclusividade IsCool App

O IsCool App é o único aplicativo de comunicação escolar que conta com o módulo de assinatura digital certificada. Um processo seguro, indicado para garantir a segurança do colégio, das famílias e dos alunos. Para conhecer mais desse serviço exclusivo, clique aqui e entenda como funciona o processo completo de matrícula pelo celular do IsCool App.

Na próxima matéria do Especial Matrícula, vamos descobrir mais das vantagens garantidas pelo módulo a colégios que já se utilizam dessa tecnologia.