Guia da Educação 4.0: O que é e o que esperar dela

Termo em ascensão na comunidade escolar, a Educação 4.0 remete a uma nova era de aprendizagem baseada na inovação e no embasamento socioemocional, mas para se apropriar dela é preciso atitude e comprometimento por parte dos gestores

Nada melhor que introduzir um tema partindo de uma reflexão para embalar a leitura. Por isso, lançamos a seguinte pergunta: na sua opinião, a sociedade é um reflexo da educação que recebe ou seria a educação um reflexo do momento vivido pela sociedade?

Diferentemente da clássica pergunta “quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?”, aqui a resposta não carrega muitas análises filosóficas. Basta relembrar alguns pontos-chave da história da formação da sociedade contemporânea para afirmar que, na verdade, é a educação que se transforma à medida que a sociedade exige, ou, como diriam os estudiosos da Educação 4.0, à medida que mudamos os paradigmas – o que tem acontecido de maneira muito mais rápida, diga-se de passagem.

Em eventos, palestras, artigos e matérias do segmento ou mesmo dentro das escolas mais antenadas, o termo “Educação 4.0” ganha cada vez mais evidência, expondo um novo divisor de águas na curva da evolução do sistema educacional. Mas, como tudo o que é novo, o tema ainda é pouco explorado e, se não estudado, pode ser associado equivocadamente a revolução industrial e ascensão das tecnologias, por exemplo.

Para nos ajudar a entender mais sobre este conceito e como ele se dá na prática, o Blog do IsCool App bateu um papo com o professor Dr. Cassiano Zeferino de Carvalho Neto, criador e detentor do termo Educação 4.0, fundador do Instituto para a Formação Continuada em Educação (FCE), fundador e presidente do Instituto Galileu Galilei para a Educação (IGGE) e consultor da Humus Consultoria Educacional. Dessa rica conversa nascem duas matérias em mais um pequeno especial, que você acompanha hoje e na próxima semana.

Afinal, do que se trata a Educação 4.0?

Educação 4.0 é um termo criado para ilustrar uma nova fase do sistema educacional, um novo tipo de aprendizagem exigido pela sociedade que contempla o desenvolvimento de valores, competências e habilidades do ser humano, em harmonia com ambiente ciberfísico e sem abrir mão do conhecimento teórico.

“O conhecimento teórico está dado, está nas redes, está na nuvem. Na verdade, o que estamos falando, é de propiciar o desenvolvimento humano. A Educação 4.0 é principalmente uma educação de base cognitiva”, explica Zeferino, pós-doutorado em Educação Digital e Física e também em Inovação na Educação em Engenharia, ambas formações pelo ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica.

Abraçando temas bastante debatidos na educação, como a BNCC e a formação das habilidades socioemocionais, a Educação 4.0 mostra que o olhar mais apurado para a formação do potencial humano é, na verdade, uma demanda urgente da sociedade. À medida em que o ser humano se tornou capaz de criar máquinas ultrainteligentes, acabou deixando de lado sua inteligência interpessoal e a Educação 4.0 mostra que só seremos capazes de viver o futuro se soubermos usar o melhor de nós mesmos, que é a inovação, a capacidade de gerenciar as emoções, de gerenciar projetos e de se relacionar com outras pessoas.

“O que se fala na educação é que, com essas mudanças na sociedade, há também uma mudança profunda, por exemplo, no trabalho, na empregabilidade e no perfil de formação das pessoas. Essa transformação vai exigir dos jovens, principalmente aqueles que ainda vão ingressar na sua vida adulta, uma série de novas competências, habilidades e valores que não são normalmente praticados ainda na escola ou de forma menos empática. Nossa escola ainda é muito conteudista. Nós temos um oceano de informações com menos de meio dedo de profundidade. Quer dizer, há toda uma questão muito mais ligada a múltiplas inteligências do que necessariamente só o conteúdo em si.”

Prof Dr. Cassiano Zeferino de Carvalho Neto

Os 4 pilares da Educação 4.0

O termo Educação 4.0 está diretamente ligado ao livro escrito e lançado recentemente pelo professor Zeferino, o Educação 4.0: princípios e práticas de inovação em gestão e docência. Nele, o autor explica que essa formação cognitiva se dá por meio de 4 pilares de sustentação teórica, que são:

  • 1º pilar: O modelo sistêmico de educação
  • 2º pilar: A educação de base científica e tecnológica
  • 3º pilar: A engenharia e a gestão do conhecimento
  • 4º pilar: A ciberarquitetura

Embora a Educação 4.0 esteja inserida em um contexto sociocultural econômico mais amplo, ela é um termo muito longe de ser uma carona do contexto da indústria 4.0. Aliás, ela tem seu próprio protagonismo, que acontece – e tem que acontecer – dentro da sala de aula.

“Nós temos algumas instituições que, mesmo sem conhecimento da base teórica, já começaram a pensar numa Educação 4.0, mais participativa, inovadora no sentido da gestão, no sentido de que a inovação não pode ser colocada só como responsabilidade do professor, mas sim tem que ser compartilhada pela alta e média gestão da escola. Só com um plano de inovação as escolas tornam a Educação 4.0 uma vivência prática”, explica Zeferino sobre como o termo é posto à prova no dia a dia de uma escola.

E por que na escola e no ambiente da sala de aula? Justamente porque é nesse espaço que acontece a transformação da cultura. Afinal, só um plano concreto de inovação pode unir gestores, alunos e pais na construção de novas e sustentáveis ações transformadoras.

A diferença entre tecnologia e mídias

Para começar a trabalhar a prática da Educação 4.0, um dos primeiros passos, segundo o professor Zeferino, é entender a diferença entre tecnologia e mídias. Quando falamos em evolução da educação, é equivocado dizer que as novas tecnologias invadiram as salas de aula quando, na verdade, queremos nos referir a objetos que estão transformando o dia a dia de professores e alunos – esses são chamados de mídias (exemplo, lousas digitais, computadores, celulares, tablets, etc.).

A tecnologia existe desde que mundo é mundo, ou seja, tecnologia é qualquer ideia que resolva algum problema e crie soluções. Na Educação 4.0 o que se vê é que não é a mídia que faz a diferença, mas sim as pessoas responsáveis por essas inovações.

Estamos diante de uma nova revolução muito mais potente, rápida, silenciosa, profunda e irreversível que é uma revolução onde a cognição alcança os dispositivos físicos. Nós já passamos a viver num mundo ciberfísico, que integra o bio, o físico e o digital ao mesmo tempo. Neste momento, a educação também já está passando por um efeito dessas transformações”, enfatiza Zeferino.

A origem do termo

Falar de Educação 4.0 é também revisar as outras fases da evolução educacional, ou seja, a Educação 1.0, 2.0 e 3.0. Para contextualizar melhor o termo e embasar o seu conhecimento sobre o assunto, confira as definições dessas outras revoluções educacionais pela explicação do professor Dr. Cassiano Zeferino de Carvalho Neto:

Educação 1.0

É o surgimento e a disseminação do modelo de escolas, uma educação com tendência laica, inicialmente com uma forte base instalada na igreja, que, por sua vez, tem um papel fundamental na formação da sociedade. Essa escola é pautada, principalmente, na figura do professor, como aquele que professa publicamente suas doutrinas, e por comunicação oral, sem ajuda de mídias como a lousa, por exemplo.

Educação 2.0

Datada a partir do século 19, a Educação 2.0 traz os modelos teóricos de educação criados pela contribuição de pesquisadores como Lev Vygotsky, John Dewey, Alexei Leontiev e outros educadores, entre eles, Jean Piaget. Nessa fase, começa-se a olhar para a educação não especificamente com ares de pesquisa para a educação, mas com ares de pesquisa na psicologia,o que impacta a educação basicamente respondendo à questão de como as pessoas aprendem, de como se dá a produção do conhecimento humano. Menos empiricista, essa educação já traz a formação dos professores, inicialmente no magistério e seguida por especializações e licenciaturas.

Educação 3.0

A educação 3.0 acontece a partir da revolução digital, entre o final da década de 50 e início da década de 70, consolidando-se e intensificando-se a partir dos anos 90. É quando você começa-se a introduzir novas mídias na educação, como um quadro digital, um computador, um modelo de processo de ensino e aprendizagem ou um smartphone ligado à internet. Aqui, é possível que o aluno viva uma relação diferente com a informação. Além das mídias, outra categoria de análise é a metodologia utilizada, bem como as visões de ensino e aprendizagem e visões de currículo de educação.

E o Brasil?

O Brasil ainda permeia esses três modelos de educação que acabamos de citar. Faltam mídias e recursos em muitas áreas e até é possível enxergar resquícios da Educação 1.0 em alguns lugares mais distantes dos grandes centros – ainda que possa ser um processo de aprendizado mais interativa, com riquezas regionais únicas. De qualquer forma, sendo palco para o nascimento no termo Educação 4.0, o país está começando as lições de casa rumo ao futuro, como poderemos conferir na próxima matéria desse especial.

Interessado pelo tema?

Se assim como nós você é um apaixonado pela educação e por boas práticas de gestão escolar, acesse o site Educação 4.0 mantido pelo professor Zeferino e confira muito mais conteúdo sobre o tema. É a oportunidade de começar ou mesmo potencializar a transformação do seu colégio e dos seus alunos rumo a uma educação mais humanizada e de acordo com as premissas da sociedade.

Aprendizagem Cooperativa: o estímulo à inteligência coletiva

Conheça a Metodologia Ativa que garante o desenvolvimento de competências importantes previstas pela BNCC, como o trabalho em grupo, e saiba como os colégios conciliam esta prática a tantas outras já previstas no currículo

Contribuir… E assim, também ganhar. Ganhar conhecimento, aumentar o repertório colhendo opiniões diversas, aprender a conviver em sociedade, tornar-se um adulto e profissional com empatia e capaz de resolver conflitos. E qual o melhor lugar para se reforçar esses princípios se não as salas de aula, hoje abertas para as atividades socioemocionais e o desenvolvimento integral de crianças e jovens?

Totalmente alinhada à BNCC – Base Nacional Comum Curricular, a Aprendizagem Cooperativa ganha forças e se estabelece como uma das metodologias que mais contribui para o projeto curricular do colégio. Isso porque garante a vivência prática de diversas competências importantes para os alunos sem demandar grandes reestruturações do espaço, do corpo pedagógico ou da linha de ensino seguida pela instituição.

Baseada no trabalho em grupo, a Aprendizagem Cooperativa estimula que alunos se ajudem, discutam entre si e resolvam problemas em conjunto, dando voz ativa e protagonismo a cada um dos envolvidos a fim de absorver o conteúdo de maneira efetiva e com ganhos ainda maiores em aspectos socioemocionais.

Complementar para potencializar resultados

A Aprendizagem Cooperativa chega para somar-se às Metodologias Ativas essenciais da educação do século 21. Um colégio pode, por exemplo, aplicar tranquilamente os princípios do trabalho em conjunto junto a qualquer metodologia de ensino híbrido, como Aprendizagem Baseada em Projetos ou a Sala de Aula Invertida. Basta que o colégio se planeje para aplicar a atividade no momento certo, de forma que o grupo possa viver o conteúdo acadêmico de maneira maximizada em grupo.

Seja na aula de gameficação do ensino médio ou no projeto experimental desenvolvido pelos alunos do Ensino Fundamental, as técnicas da Aprendizagem Cooperativa Kagan estão presentes em cada etapa e de maneira interdisciplinar dentro do Colégio Guilherme Dumont Villares, de São Paulo. Implantada há cerca de três anos, a metodologia conquistou todo o corpo docente local, garantindo resultados positivos no desenvolvimento dos alunos.

“Já sentimos os benefícios da introdução dos métodos de aprendizagem em pares, em grupos e em outras estruturas de apoio e ajuda mútua entre nossos estudantes. O princípio fundamental é o compartilhamento nas salas e em outros ambientes de aprendizagem em que os alunos atuam colaborativamente”, conta Eliana Baptista Pereira Aun, diretora geral do colégio do colégio da zona sul paulistana que conta com mais de 1500 alunos.

Ainda sobre os resultados positivos da iniciativa, Eliana complementa: “Ao combinar nossa participação com a de outras pessoas, criamos uma ‘inteligência coletiva’ que, na ação educativa, potencializa o processo de aprendizagem, gerando resultados mais eficien­tes para todos os alunos, seja individual ou personalizadamente”.

O professor é maestro

O segredo do sucesso com a Aprendizagem Cooperativa, não só no Colégio Guilherme Dumont, mas em todos os que se propuseram a aplicar a metodologia, está na capacitação do professor, que assume o papel de regente da turma, garantindo a participação de cada um dos alunos envolvidos.

“A sala de aula cooperativa constrói-se desde o primeiro dia de aula e depende em grande parte da capacidade do professor em criar o espaço e a disponibilidade para que todos se conheçam mutuamente e comecem a se interessar uns pelos outros. A aplicação da metodologia se faz presente quando o professor aplica as Estruturas de Aprendizagem em sua sala de aula”, explica Andressa Dozzi Tezza docente com experiência de mais de dez anos no ensino básico e atualmente formadora internacional certificada na metodologia de Aprendizagem Cooperativa Kagan e Ensino Baseado no Funcionamento do Cérebro.

Parte da equipe Future Kids – empresa que há mais de 20 anos prega a inovação e a transformação educacional no Brasil por meio da Aprendizagem Cooperativa – Andressa explica que os professores passam por formação específica de 5 módulos, totalizando 30 horas de curso dividido em 6 partes cada.

“É uma formação extremamente prática, em que os professores vivenciam exatamente o que os alunos vivenciarão a partir da aplicação das estruturas de aprendizagem em sala de aula. É também uma formação bem personalizada, pois, muitas vezes solicitamos ao coordenador pedagógico alguns temas que serão trabalhos dentro do conteúdo programático de cada professor para usar os exemplos durante a formação, deixando assim a formação de professores ainda mais personalizada”, diz ela, que também é uma das responsáveis pela aplicação da Aprendizagem Cooperativa Kagan no Colégio Guilherme Dumont Villares.

Aprendizagem Cooperativa Kagan

Criada em 1985 pelo psicólogo e professor Dr. Spencer Kagan a partir do lançamento de seu livro “Cooperative Learning Stuctures” pela Universidade de Berkley, na California, a aprendizagem cooperativa Kagan é a mais difundida no cenário educacional hoje. Estruturada, essa metodologia se caracteriza por conter 4 princípios básicos, chamados também de PIPA, que são: Participação Equivalente, Interdependência Positiva, Produção Individual e Alta Interação Simultânea.

Esses princípios diferenciam a metodologia Kagan de um simples trabalho em grupo ou outras Metodologias Ativas. “Nesta metodologia se distribuem as responsabilidades e, ao longo do tempo, todos têm oportunidade de experimentar diferentes papéis no grupo. Alguns benefícios de sua aplicação são a organização de grupos de trabalho eficazes, gerenciamento de sala de aula, identidade de grupo, identidade de sala de aula, entre outras”, exemplifica Andressa.

Um fato interessante sobre a metodologia Kagan é o próprio motivo que levou à sua criação. Enquanto professor de psicologia em Berkley, Dr. Kagan encontrava dificuldades em propor aos alunos atividades que demandassem trabalho em equipe. Essa falta de interação prejudicava os alunos que, quando saíam da faculdade, demoravam a encontrar um emprego devido à falha de desenvolvimento de suas habilidades sociais. Dr. Kagan, então, começou a estruturar um método em que os alunos pudessem compartilhar ideias uns com os outros. “As estruturas foram cuidadosamente planejadas para promover o desempenho, engajamento, habilidades de raciocínio e habilidades socioemocionais”, diz Andressa.

Os 12 principais benefícios da aprendizagem cooperativa:

  • Leva em consideração os diferentes estilos de aprendizagem;
  • Desenvolve habilidades cognitivas de alto nível;
  • Aumenta a satisfação dos estudantes com a experiência de aprender;
  • Incentiva os alunos a assumir a responsabilidade por sua aprendizagem;
  • Estabelece expectativas elevadas para alunos e professores;
  • Desenvolve a empatia – a capacidade de enxergar as situações do ponto de vista do outro;
  • Ajuda os alunos a focar nas tarefas, como consequência há menos indisciplina;
  • Desenvolve habilidades de interação social;
  • Tem semelhança com situações da vida real;
  • Estimula a capacidade de comunicação oral;
  • Promove uma atitude positiva em relação ao assunto estudado;
  • Favorece a inovação nas técnicas de ensino e em sala de aula.

O novo trabalho em grupo

Mais do que tendência, vimos que a Aprendizagem Cooperativa ganha forças pelo seu alinhamento com a BNCC e pelo poder transformador que exerce sobre os alunos e todos os envolvidos. Para inspirar você na implantação desta Metodologia Ativa, finalizamos com algumas imagens de atividades realizadas diariamente, e com alunos de todas as idades, no Colégio Guilherme Dumont Villares. Confira:

IsCool App em sua quarta participação na Bett Educar

A edição 2019 do maior evento de educação do Brasil aconteceu entre os dias 14 e 17 de maio com milhares de visitantes e cerca de 270 expositores

Mais uma edição do maior evento de educação do Brasil se encerra e, para quem participou, fica a sensação de que o mercado educacional continua seguindo sua linha de crescimento e modernização a todo vapor. A Bett Educar 2019, que aconteceu de 14 a 17 de maio, reuniu milhares de pessoas do setor, entre professores, gestores, palestrantes, entusiastas, empreendedores e fornecedores.

Parte dos 270 expositores, o grupo School Picture com a bandeira IsCool App, comemorou seu quarto ano consecutivo de participação com muitas novidades e oportunidades de divulgação, além do reencontro especial com dezenas de clientes. “Sem dúvidas, a presença na Bett Educar é fundamental para continuarmos nosso caminho de ascensão e solidificação das marcas no mercado. Nossa presença comprova que fazemos parte de um grupo de vanguarda, que se preocupa com o futuro da educação, pensando e repensando ferramentas importantes para o dia a dia de colégios”, explica Ramin Shams, diretor-presidente do Grupo School Picture.

As tecnologias educacionais foram o tema central do evento, que também trouxe à tona assuntos como o bilinguismo e a importância da educação socioemocional, já de acordo com a nova proposta da BNCC.

No porta-retrato e no celular: fotografia escolar em alta

Durante a Bett Educar, School Picture e IsCool App provaram que as fotos de recordação escolar e de atividades do dia a dia dos alunos continuam sendo itens de grande valor emocional para os pais, seja no modelo impresso ou na versão digital. Tudo isso, claro, com base em altos investimentos em tecnologia e mão de obra especializada.

Considerado o app de comunicação escolar mais completo do mercado por contar com grande número de funções, o IsCool App apresentou o módulo “galeria de imagens”, funcionalidade que permite ao colégio registrar e compartilhar com as famílias todas as atividades dos filhos em classe. As fotos são organizadas em galerias, com título e descrição, facilitando a visualização.

“O módulo foi desenvolvido pensando no total engajamento dos pais, que adoram ver fotos dos filhos nas atividades diárias. Eles ficam felizes em acompanhar a rotina das crianças através das fotos e de informes diários. Para a escola, o módulo traz praticidade, pois permite organizar e publicar arquivos do dia a dia ou de ocasiões especiais, publicando fotos de maneira colaborativa desde um álbum geral de fotos ou de um aluno específico, novidade exclusiva do nosso app”, afirma Tálita Barão, gerente de produto e relacionamento do IsCool App.

Outro destaque do aplicativo foi a matrícula pelo celular com o exclusivo módulo de assinatura digital de documentos. Diferente de um simples aceite digital, o módulo traz pontos de autenticação e criptografia para conferir validade jurídica ao documento, garantindo segurança ao processo. Sem contar a facilidade para a equipe envolvida e para os pais, além da drástica redução do uso de papel.

Convidado especial

Palestrante da Bett Educar 2019 e parceiro de longa data do Grupo School Picture, Luis Henrique Beust (do Instituto Anima Mundi) foi o convidado ilustre do estande IsCool App oferecendo aos clientes que por ali passaram um bate-papo e uma sessão de autógrafos de seus dois novos lançamentos, os livros “Educação por inteiro” e “Afinal, por que sofremos”. Sua palestra, sob o tema “a importância humanista da educação” aconteceu no dia 16, em auditório com inscrições esgotadas.

Galeria de fotos

Confira alguns dos momentos especiais vividos no estande IsCool App da Bett Educar 2019.

Especial Matrícula 2020: por que optar pela assinatura digital de contratos

Ao substituir o contrato de papel o gestor ainda garante números mais precisos para o planejamento escolar do ano seguinte e diminui problemas com inadimplência

Enquanto as campanhas de novas matrículas se tornam cada vez mais longas, com esforços e ações publicitárias estratégicas durante todo o ano, para a alegria do gestor as campanhas de rematrícula tendem a se tornar mais otimizadas. O motivo? A simples substituição do contrato em papel pelo contrato digital.

Simples porque não exige mudanças drásticas na rotina do colégio, ao contrário, sua implantação está ligada às ferramentas já existentes na instituição. Com um processo prático e intuitivo, a adaptação tanto da equipe envolvida quanto dos pais costuma ser fluida.

Benefícios

Junto com outras ferramentas já citadas na última matéria do Especial Matrícula 2020, o processo de assinatura digital de documento é responsável por agregar diversas transformações às campanhas. Entre elas, o de maior destaque é o encurtamento do prazo de duração.

Enquanto com a assinatura no papel os colégios levavam meses para ter todos os contratos de volta, a facilidade da assinatura em tempo real, pelo celular, pode fazer com que o processo se encerre muito antes de dezembro.

Matrículas efetivadas, turmas fechadas, planejamento adiantado. Com o novo processo fica mais fácil para as equipes estratégicas finalizarem os planejamentos anuais, calendários e divisão de turmas, prevendo orçamento com precisão e tomando medidas corretivas quando necessário. Sem contar que a margem de inadimplentes tende a cair, uma vez que o senso de urgência predomina no apelo totalmente on-line da campanha.

Por fim, quem mais se beneficia são os pais, que recebem o contrato pelo celular e, em poucos cliques, conseguem renovar a matrícula dos filhos sem ter que desviar da rotina já tão apertada. O melhor: garante os dados gravados em nuvem e com toda segurança necessária para evitar dores de cabeça futuras, com acesso a qualquer momento.

Matrícula pelo celular

Outra grande vantagem da assinatura digital é o fato de ela poder ser oferecida direto no celular das famílias, em um campo exclusivo e bem visível do seu aplicativo escolar. Aqui, o apelo ainda pode ser muito maior com o uso de notificações e de campanhas específicas chamando a atenção do usuário para o item em aberto e que precisa ser lido.

Amplamente difundido entre os colégios, o app tem a atenção dos pais diariamente por já contar com funcionalidades importantes como os comunicados, calendário, agenda de atividades, etc.

No IsCool App, por exemplo, como a matrícula é um módulo do menu principal, o pai ainda pode acessá-lo sem precisar sair do ambiente seguro do aplicativo ou logar-se em um outro site. Uma vantagem ainda maior na hora de transmitir uma imagem de credibilidade ao público.

Previna-se de problemas, exija assinatura digital

Mas todas essas vantagens podem cair por terra se o seu sistema de matrícula on-line contiver brechas. Pela segurança e amparo legal garantidos com o uso de múltiplas chaves criptográficas, o processo de assinatura digital de documento é o mais indicado para assinaturas de matrícula.

Diferentemente de um aceite digital, que apesar de estar amparado pelo artigo artigo 10 § 2 da Medida Provisória nº 2.200-2/2001 funciona mais como um acordo – já que exige somente um campo para ser assinalado – a assinatura digital garante a integridade da autoria do assinante. Um aluno que tenha acesso ao celular do pai, por exemplo, não conseguiria assinar sua própria matrícula neste método.

A matrícula exige pontos de validação, somente garantidos no meio on-line com a assinatura digital, que alia algoritmos e criptografia assimétrica. Na assinatura digital da matrícula do IsCool App, por exemplo, que se utiliza dessa tecnologia, a assinatura do contrato prevê três pontos de verificação e ganha a mesma validade de uma assinatura de próprio punho.

Não à toa a assinatura digital de documentos é o método eleito por bancos e seguradoras do mundo todo. Somente essa validação permite que um contrato possa ser levado à justiça, garantindo a participação dos envolvidos e sem a necessidade de provas circunstanciais.

Exclusividade IsCool App

O IsCool App é o único aplicativo de comunicação escolar que conta com o módulo de assinatura digital certificada. Um processo seguro, indicado para garantir a segurança do colégio, das famílias e dos alunos. Para conhecer mais desse serviço exclusivo, clique aqui e entenda como funciona o processo completo de matrícula pelo celular do IsCool App.

Na próxima matéria do Especial Matrícula, vamos descobrir mais das vantagens garantidas pelo módulo a colégios que já se utilizam dessa tecnologia.

GEduc 2019 e os desafios da educação 4.0

O maior evento de gestão educacional do Brasil reuniu mais de 700 pessoas e contou com patrocínio do IsCool App; confira detalhes do encontro e um pouco do debate em torno da educação do futuro

O Brasil vive a chamada educação 4.0, com alunos que já nasceram na era digital e um mar de mudanças a serem feitas pelos gestores educacionais nas escolas, sejam elas relacionadas ao comportamento de professores, pais e alunos, sejam elas referentes a adequações físicas e ressignificação dos espaços dos colégios. Pertinente, o tema foi o escolhido para embasar os três dias de palestras e debates do GEduc 2019, o maior evento de gestão escolar do Brasil.

A educação do futuro que já acontece no agora foi abordada em cada uma das esferas que envolvem a gestão escolar: administração, gestão de pessoas, inovação acadêmica, liderança e marketing. Os responsáveis pelo debate foram nomes já conhecidos do cenário educacional, escolas que apresentaram seus projetos de sucesso como bons exemplos a serem seguidos e empresas prestadoras de serviços escolares, como o IsCool App, que pelo terceiro ano consecutivo apresentou suas soluções em inovação e tecnologia a favor da boa gestão.

Revolução educacional

Para mostrar aos mais de 700 congressistas presentes que as mudanças são necessárias, Martha Gabriel conduziu a palestra magna com o tema “A revolução nas instituições educacionais”. Professora, autora de diversos livros e uma das palestrantes mais requisitadas do Brasil, Martha trouxe recortes sobre o mundo em transformação pautado pela tecnologia e pelas mudanças comportamentais hoje refletidas em sala de aula.

Continuando a abordagem, Walter Longo trouxe para a discussão os desafios de uma nova gestão. Publicitário e administrador com uma carreira de sucesso e participação no programa de tevê “o aprendiz”, Walter focou nos desafios de se gerir uma nova geração inteira já acostumada a um mundo totalmente personalizado.

Outro destaque foi o case de sucesso direto da Finlândia, país cujo modelo de educação está entre os mais eficazes do mundo. Depois de uma apresentação sob o tema “Formando alunos inovadores”, Lisa Kairisto-Mertanen ainda respondeu a perguntas do público a respeito do sistema de gestão escolar inovador aplicado no país nórdico e os desafios que também são encontrados por lá.

Fórum Edtech

Durante o GEduc os congressistas se dividiram em trilhas de formação superior e formação básica em fóruns específicos, entre elas, a primeira edição do Fórum Edtech. Patrocinada pelo IsCool App, o fórum Edtech trouxe um painel sobre tecnologias facilitadoras e metodologias ativas, com exemplos práticos de como as tecnologias educacionais têm se firmado entre as áreas mais importantes das escolas. O segundo painel abordou a inteligência artificial como ferramenta de sucesso do aluno.

De acordo com o presidente do IsCool App e do Grupo School Picture, Ramin Shams, patrocinar o evento à frente de um tema tão importante reforça a preocupação da empresa em se manter na vanguarda das soluções digitais inovadoras. “O IsCool App traça um caminho de evolução constante porque está diretamente ligado aos setores de gestão, TI e TE de colégios do Brasil todo. Hoje, somos o aplicativo de comunicação escolar mais completo e com maior número de funcionalidades porque buscamos esse diálogo com o setor, não só agora, mas ao longo de 35 anos. Patrocinar o fórum é, portanto, firmar nosso compromisso com a inovação e as novas tecnologias educacionais”, diz ele.

Confira mais

Veja as fotos da cobertura exclusiva feito pelo Grupo School Picture durante o GEduc 2019.

Especial LGPD: O que é preciso saber sobre a lei de proteção de dados?

Prevista para entrar em vigor em agosto de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados garante mais segurança a qualquer cidadão e atinge empresas de todas as áreas, inclusive as escolas

Quem nunca se perguntou como determinada empresa conseguiu seu telefone ou como aquele e-mail de ofertas inconveniente veio parar em sua caixa postal? Casos como esses cresceram à mesma proporção com que a tecnologia digital invadiu nossas vidas, tornando-se assunto discutido na justiça. Tanto que, seguindo o exemplo de outros países, o Brasil deu, recentemente, um importante passo em prol da segurança e respeito aos dados pessoais de cada cidadão, a sanção da Lei nº 13.709/2018.

Também chamada de Lei Geral de Proteção de Dados, ou LGPD, a lei regulamenta o tratamento de dados, sejam eles gerados no meio digital ou não, protegendo os direitos fundamentais do cidadão, como privacidade, liberdade de expressão e direitos humanos. Tudo isso, claro, sem prejudicar a inovação e o desenvolvimento econômico e tecnológico da sociedade.

Mas o que exatamente esse assunto tem a ver com cada um de nós? Como ela atingirá o cidadão comum? E o como ela impacta o setor de educação? Buscamos algumas respostas com especialistas no assunto para abordar o tema em duas matérias aqui no Blog do IsCool App. Nesta primeira etapa, vamos falar sobre a lei por uma perspectiva panorâmica, introduzindo a próxima matéria, que traz especificidades sobre a LGPD nas escolas.

O surgimento da LGPD

São várias as leis que hoje já tratam dos direitos digitais em alguns pontos específicos, entre elas a própria Constituição Federal, o Código Civil, o Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. A LGPD, porém, consolida as discussões sobre proteção de dados e direitos do titular em um único dispositivo.

A nova Lei vinha sendo discutida desde o início da década em projeto na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, mas ganhou ainda mais forças para sair do papel quando o Regulamento Europeu de Proteção de Dados, mais conhecido pela sigla em inglês GDPR, entrou em vigor, no mês de maio do mesmo ano. Aliás, quando a GDPR passou a vigorar, em tese, o Brasil ficou proibido de receber dados pessoais de países europeus por não oferecer proteção aos dados de maneira similar.

Por que a LGPD é tão importante?

Mas, afinal, qual a importância dessa lei na prática? De que dados estamos falando? Para Cristina Sleiman, pedagoga e advogada na Cristina Sleiman Sociedade de Advogados, mestre em Sistemas Eletrônicos e especialista em Direito da Tecnologia, um dos maiores ganhos é o controle e a regulamentação para empresas cujo modelo de negócios prevê benefícios mediante o uso de dados dos cidadãos, muitas vezes sem seu consentimento.

“A importância da LGPD se dá pelo avanço da sociedade, principalmente no uso de recursos tecnológicos cuja facilidade promove o modelo de negócio baseado em dados. Até então, na busca da expansão e uso em sua plenitude ocorria a utilização indiscriminada e muitas vezes sem respeito ao próprio consumidor”, afirma Cristina, reforçando que a nova lei vem assegurar ao titular que seus dados sejam utilizados apenas para as finalidades às quais foram coletados.

Valendo para empresas de qualquer ramo de atuação, a LGPD empodera o cidadão e traz mais segurança às empresas. “A partir da vigência da lei o cidadão, além de poder fiscalizar o que é feito com seus dados e como eles são coletados, passará a ter maior poder frente as organizações, podendo escolher quem são as empresas que vão poder trabalhar com esses dados. Por outro lado, as empresas vão ter que criar mecanismos de proteção à privacidade, fazendo a utilização dos dados de maneira responsável”, diz Leandro Alvarenga Miranda, advogado associado do COTS Advogados, pós-graduado em Direito Processual, mestre em Direito Internacional e especialista em proteção de dados pessoais.

Como tem sido a adaptação das empresas à LGPD?

Toda empresa que trabalha com o banco e armazenamento de dados dos cidadãos precisará se atentar às novas regras respeitando itens como transparência, segurança e prevenção. Cada tipo de dado, inclusive, tem um nível de classificação e importância.

Os chamados dados pessoais, por exemplo, são dados mais corriqueiros, como nome, e-mail e endereço. Já os dados que requerem maiores cuidados são classificados como sensíveis, que podem ser sexualidade, opções religiosas e políticas, dados sobre a saúde do indivíduo e etnia.

“Muitas empresas já se conscientizaram que precisam se adequar e têm procurado cursos e profissionais para lhes auxiliarem neste processo, contudo comparativamente ao número de empresas no mercado, este número ainda é baixo”, ressalta Miranda, que também é autor do livro “A Proteção de Dados Pessoais e o Paradigma da Privacidade”.

Plano de ação

São muitos os processos a serem revistos em empresas Brasil afora, alguns deles implicam até adequação da própria infraestrutura, automatização e capacitação de funcionários, podendo causar impacto considerável em determinadas empresas.

“O primeiro passo é fazer um levantamento e analise da situação atual da empresa, ou seja, quais dados pessoais ela coleta, qual sua finalidade e se há exigência legal. Outras perguntas a se fazer são: Quais dados serão necessários pedir consentimento? Qual nível de segurança aplicado? Há transparência para o titular dos dados?”, elenca Cristina Sleiman, que também é educadora e já foi presidente da Comissão Especial de Educação Digital da OAB/SP.

Somente respondendo a essas perguntas é que a empresa poderá elaborar um plano de ação, contando sempre com ajuda especializada para não correr riscos.

Fique de olho

A LGPD deve entrar em vigor em agosto de 2020, mas, devido às grandes mudanças às quais as empresas devem se submeter, essa data pode ser alterada novamente. A dica, então, é ficar de olho no prazo já que as empresas que não se adequarem à lei após ela passar a valer responderão por responsabilidade civil, podendo sofrer sanções administrativas e multas que podem alcançar até 2% do faturamento da empresa ou do conglomerado, chegando a 50 milhões de reais.

O cidadão como agente

Além da agência reguladora criada recentemente pelo governo, a fiscalização da lei terá o auxílio de órgãos de defesa do consumidor e do Ministério Público. Porém, em caso de qualquer abuso na utilização dos dados, o próprio cidadão poderá ser agente fiscalizador, levando a denúncia à agência reguladora para apuração.

Não perca: Como a LGPD impacta as escolas

Na próxima matéria deste especial o Blog do IsCool App aborda o impacto da LGPD para as escolas e as mudanças necessárias que devem estar entre as prioridades de gestores e mantenedores.

A importância da auditoria de conteúdo no app escolar

Cada vez mais difundidos no ambiente educacional, o app de comunicação escolar concentra o lançamento de um grande número de informações diariamente; Com uma equipe alinhada e funções específicas no aplicativo, é possível auditar as informações publicadas de maneira prática, mantendo a boa imagem do colégio e a segurança das informações

Quando se pensa em segurança da informação, logo vêm à mente itens como controle de acesso, documentos regulatórios, processos, senhas e antivírus… Sim, se o assunto em pauta são os dados criados e armazenados por uma escola, todas as opções citadas são importantes. Entretanto, quando partimos para o campo da comunicação dentro de um colégio, encontramos um item a ser adicionado: a boa administração das informações geradas dentro do aplicativo de comunicação escolar.

Além do treinamento de equipe para o uso do app baseado em boas práticas, como já citamos nessa matéria, destaca-se a importância da auditoria do conteúdo gerado. Gestores mais atentos estão de olho nas informações lançadas dentro dos apps, evitando qualquer sinal de interferência que possa causar mal-entendidos ou, ainda, prejudicar a imagem da escola e seus profissionais.

A boa notícia é que o app conta com módulos e funcionalidades que garantem praticidade na hora de auditar o conteúdo, tomando menos tempo possível da equipe e trazendo informações bastante completas sobre a saúde do app e da gestão da comunicação escolar como um todo.

Quem é responsável pela segurança do conteúdo?

Cada colégio possui uma configuração diferente no que diz respeito à criação de conteúdo para o app escolar, afinal, essa decisão está diretamente ligada à estrutura da instituição e ao modelo de trabalho seguido.

Há colégios em que o próprio professor lança no app o diário de atividades dos alunos e cria comunicados diretos com os pais, por outro lado, há escolas em que somente o coordenador pedagógico, o setor de TI ou a comunicação têm acesso à administração da ferramenta.

Independente disso, a dica é sempre eleger um profissional do colégio capaz de tomar atitudes preventivas e corretivas na administração do app. Essa figura, sendo gestor ou com o aval do gestor, poderá criar uma rotina de auditoria e planos de ações contra possíveis crises, por isso deve conhecer bem a missão do colégio e o público de usuários ligados a ele. É este profissional, ainda, que se responsabiliza por agendar treinamentos da ferramenta e repassar as atualizações de funções e novos módulos do app para o restante da equipe.

Como funciona a auditoria na prática?

Como parte de uma ação rotineira, podemos dividir a tarefa de gerenciamento do conteúdo em dois tipos de ação, o monitoramento e a auditoria. Entenda, na prática, como elas funcionam e qual a importância de cada uma:

Monitoramento

Para saber se os pais estão sendo atendidos em suas solicitações e se o teor (ou até a rapidez) das respostas está dentro do previsto na cultura do colégio, o administrador pode criar uma rotina de monitoramento. Para que essa ação não tome muito tempo, o ideal é que as informações dentro do app sejam de fácil acesso.

No IsCool App, por exemplo, o painel administrativo traz um design amigável, que facilita a observação geral ou mais detalhada do conteúdo. No caso dos comunicados, inclusive, há ainda uma função específica que permite visualizar todas as mensagens criadas, em grupo ou individualmente.

Partindo para o diário de classe, o aplicativo oferece um panorama preciso para avaliar se as informações estão sendo devidamente apontadas tanto para a escola quanto para os pais. No diário, inclusive, o administrador consegue obter relatórios por alunos, acessando cada item lançado.

Por que o monitoramento é importante? Somente assim é possível tomar ações rápidas e diretas, evitando qualquer ruído na comunicação.

Auditoria

Quantos comunicados, em média, são criados mensalmente? Todos os recados essenciais foram devidamente postados? O potencial do aplicativo de comunicação está sendo explorado? Muitas das respostas a essas perguntas podem ser encontradas no dashboard do painel administrativo ou dando uma rápida olhada no conteúdo criado dentro dos diferentes módulos.

Se a intenção é obter informações específicas sobre o teor dos comunicados, é possível, por exemplo, que o administrador identifique as mensagens criadas por título, autor, horário, conteúdo e usuários envolvidos.

Além dos comunicados, no IsCool App é possível auditar todos os módulos, inclusive calendário de eventos, autorizações e enquetes. O app ainda permite a criação de relatórios precisos, como já falamos nessa matéria.

Saiba mais

Acompanhe outras matérias sobre segurança da informação e alta performance aqui no Blog do IsCool App.

PEA-Unesco: pelo direito à educação de qualidade

O Blog do IsCool App esteve na reunião anual das escolas associadas à Unesco para acompanhar de perto o trabalho das mais de 500 instituições em busca da transformação do país pela aprendizagem integral dos alunos; Programa brasileiro já é o segundo maior do mundo

Tendo como cenário uma bela e ensolarada manhã de sábado na capital paulista, mais de 300 gestores educacionais se reuniram para o primeiro encontro de 2019 do PEA-Unesco – Programa das Escolas Associadas à Unesco. Entre palestras, orientações e apresentações, o grupo de participantes, presente no Colégio Guilherme Dumont Villares, deu boas-vindas a 47 novas escolas associadas.

Entre os temas tratados durante toda a manhã estavam aqueles que ganham maior destaque ao longo do ano de trabalho, como a BNCC e sua aplicação prática, educação no trânsito e as línguas indígenas, tema Unesco para 2019. Esta temática, em especial, foi abordada pelo Profº Marcos Ueda, que trouxe a discussão da língua como maior patrimônio imaterial da humanidade.

Comprometido com o trabalho desenvolvido pela Unesco, principalmente no tocante aos 4 pilares da educação para o século XXI, o Grupo School Picture, representado também pelo Blog do IsCool App, esteve presente reforçando a parceria já existente e conhecendo mais de perto o trabalho de alguns dos colégios associados.

Segunda maior comunidade escolar associada Unesco no mundo

Contando com 583 escolas de norte a sul do país, o Programa das Escolas Associadas à Unesco é o segundo maior do mundo, ficando atrás apenas do Japão. São colégios públicos e particulares que têm o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura no desenvolvimento de projetos em suas próprias comunidades.

“Há 10 anos eu tenho o prazer de estar à frente da PEA-Unesco e meu objetivo sempre foi trazer as escolas públicas e reafirmar nosso compromisso com a comunidade por meio da educação pública. O movimento foi crescendo e hoje tem destaque como segundo maior do mundo. Mas o crescimento não aconteceu apenas em números de participantes, mas também em abrangência e envolvimento”, explica a Coordenadora Nacional do Programa das Escolas Associadas da UNESCO, Myriam Tricate.

Dona de uma comovente história de mais de 50 anos de atuação na educação, Myriam conta, com orgulho e lágrimas nos olhos sobre todo o trabalho desenvolvido pela equipe. “A Unesco Brasil está muito forte, muito representativa e fazendo muita coisa. As escolas ajudam, trabalham, estão felizes e engajadas apresentando seus trabalhos. Os pais, por sua vez, também percebem que a escola está envolvida em educação. Temos casos incríveis de retorno do trabalho”, ressalta a coordenadora que trabalha conectando parceiros do setor público e da iniciativa privada às mais de 500 escolas associadas.

O PEA-Unesco alimenta as escolas associadas com uma série de conteúdos e orienta cada instituição em seus projetos. No ano de 2019, por exemplo, além do tema línguas indígenas, estão sendo trabalhados o ano internacional da tabela periódica e o ano internacional da moderação e da comunicação não-violenta. Além dos materiais e dos encontros nacionais, o grupo se reúne em viagens internacionais para visitas em colégios com bons exemplos fora do país.

Trabalho que faz a diferença na comunidade

Entre as centenas de pessoas presentes no evento, tivemos o prazer de encontrar com Sônia Maria Paro, gestora municipal da cidade de Bebedouro que estava representando a Escola Municipal Stelio Machado Loureiro. Com um sorriso no rosto, Sônia contou como o fato de ter se associado à Unesco transformou a realidade dos alunos, gestores e de toda a comunidade local.

“Nos associamos à Unesco há 2 anos com o projeto Muros que Educam. Os muros da nossa escola estavam deteriorados, até que nos reunimos e desenhamos todos os pontos turísticos da cidade na extensão do muro. Revitalizamos a escola, o bairro e tornamos o muro mais um ponto turístico para a cidade”, relembra Sônia.

Localizada na zona rural de Bebdouro, a EMEB Stelio conta com quase 500 alunos e se destaca por oferecer programas diferenciados de inclusão e acessibilidade para alunos com necessidades especiais. “O projeto que a gente desenvolveu junto à Unesco sempre nos traz uma grande abertura a todos os lugares onde vamos. Ele é importante tanto pra nós, equipe gestora, quanto para a comunidade, que se envolveu com a escola. Para se ter uma ideia, o IDEB da escola era 5.7 e passou para 6.9 depois da Unesco”, conta a orgulhosa diretora escolar.

Um novo IsCool App em 2019

Em 2018 o IsCool App se consolidou como o aplicativo de comunicação mais completo do mercado e presente em várias das melhores escolas do país; para se manter na vanguarda, 2019 prevê novas funcionalidades, investimentos e expansão no quadro de colaboradores

Equipe IsCool App preparada para 2019

O ano de 2018 se despede marcado por diversas conquistas para o IsCool App. Em pleno crescimento, com pouco mais de dois anos de vida, o app de comunicação escolar obteve significativo aumento no número de colégios e usuários e lançou dezenas de funcionalidades, consolidando-se como o app escolar mais completo do mercado. Reforçando seu papel de vanguarda em soluções para a comunicação e gestão escolar, o app investe em funcionalidades inovadoras para 2019 e ainda ganha novos reforços na equipe.

Uma das novidades que já faz o IsCool App sair na frente logo no início de 2019 é a funcionalidade compromissos, que permite o agendamento de compromissos individuais em horários diferenciados sugeridos pela escola ou diretamente pelo professor. Demais lançamentos, ainda sob sigilo, prevêem tornar o app ainda mais dinâmico e adequado à rotina do colégio.
Ainda sobre os lançamentos e atualizações, vale lembrar que a utilização de metodologia ágil por parte da equipe de desenvolvimento viabiliza novidades, melhorias e correções a cada 15 dias, um sistema que se mantém e reforça o compromisso com a evolução do produto em 2019.

Integração e sucesso do cliente

O IsCool Sync e as integrações do aplicativo com softwares de gestão continuam em plena expansão e se destacam como funcionalidade obrigatória no novo ano que se inicia. Com novas parcerias e pesquisas de campo minuciosas, o app está preparado para se conectar com os principais ERP’s do mercado.

Outro benefício para o cliente IsCool App, o departamento de Sucesso do Cliente se fortalece com a ação de premiação para clientes com alta performance em adesão e engajamento. Em 2018 iniciou-se uma campanha com distribuição de brindes personalizados para os colégios com resultados de destaque que foi grande sucesso.

Assinatura digital de matrícula e rematrícula

O módulo matrícula foi um dos grandes diferenciais do app em 2018 e ganha ainda mais força em 2019. Com o sucesso na implantação do módulo em vários colégios e o significativo ganho de tempo e qualidade nas campanhas de matrícula e rematrícula, novos colégios e redes já demonstraram interesse em contar com a ferramenta na busca pela otimização de tarefas e, principalmente, segurança.

Investimentos

A expansão no departamento de desenvolvimento mantém seu projeto de expansão, com novas contratações de profissionais de nível sênior. O setor administrativo também ganha reforços no comercial devido a maiores demandas e expansão da atuação na extensão do território nacional e internacional.

Os investimentos do grupo continuam, ainda, para garantir os investimentos em marketing. Presente nos principais eventos de educação do país, o IsCool App mantém a parceria com congressos e entidades para se aproximar ainda mais dos clientes.

“O produto tem sido amplamente aceito pelo mercado e nosso time ganhou ainda mais experiência através das diversas interações com o nosso público, estivemos presentes em eventos, mas também temos o time comercial na rua, a nossa equipe de suporte e operações e o departamento do sucesso do cliente. Estamos focados em construir um produto que faça sentido para pais e escolas e isso tem sido percebido pelos colégios, já que tivemos uma migração considerável de outras plataformas para o IsCoolApp”, finaliza Tálita Barão, gerente de produto e relacionamento do IsCool App.

10 erros de comunicação que seu colégio não deve cometer em 2019

Confira dez dos principais deslizes que podem atrapalhar sua instituição de ensino na busca pela proteção, fortalecimento de marca e crescimento de mercado

Uma comunicação clara, objetiva e constante é essencial para uma instituição de ensino que deseja obter sucesso no engajando pais e colaboradores e, consequentemente, na retenção e captação de alunos. E quando falamos em comunicação, lembramos que ela começa no primeiro contato do pai que busca uma escola para os filhos e vai até o dia a dia do aluno, na portaria, com os professores e com a gestão.

Para ajudar, ainda temos transformações sociais no modo de se comunicar e a consolidação das tecnologias como instrumento. Não é pouco nem simples. Atingir a qualidade e efetividade do seu processo de comunicação requer atenção, principalmente, para que erros não sejam cometidos.

Inclusive, alguns desses erros não são facilmente detectados, principalmente quando o assunto é comunicação via app escolar, uma das nossas bandeiras aqui neste canal. Pensando nisso, listamos dez dos principais erros de comunicação escolar que podem facilmente ser evitados e tornar o crescimento sustentável do seu colégio mais real. Confira:

1 – App de comunicação não integrado ao ERP

Já falamos, recentemente, sobre como funciona a integração do app escolar com o seu software de gestão e de todos os benefícios que essa simples funcionalidade traz (vale relembrar clicando aqui). Mais do que facilitar o dia a dia dos colaboradores e permitir maior vazão no fluxo de trabalho, estamos falando de segurança da informação.

Com a integração, seu colégio garante integridade dos dados, um princípio básico da comunicação fluida. Sem contar que os pais recebem, em tempo real, informações que antes ele iria encontrar em outro canal. A integração do app de comunicação com seu ERP já se mostra como uma necessidade em 2019.

2 – Comunicação sem planejamento

É tempo de planejamento e já falamos sobre como construir, por exemplo, seu melhor plano de marketing. A comunicação pode estar inserida nesse contexto mas, nesse caso, vai um pouco além, com cronograma de conteúdo e ações, definição de tarefas de cada membro da equipe e constante revisão dos principais tópicos.

Comunicação visual, mídias sociais, conteúdo do aplicativo escolar, uniforme, gestão de crise, endomarketing, projetos sociais… são muitas frentes envolvidas e que merecem atenção. Dedique um tempo para criar e rever cada ponto junto com sua equipe.

3 – Comunicação unilateral

Restrições na comunicação ainda são fator limitante na realidade de alguns gestores, que não delegam ou não envolvem seus times nas decisões. Dar voz e espaço para os colaboradores na comunicação não quer dizer que tudo estará fora do seu controle. Por exemplo, quando o professor é habilitado a abordar o pai diretamente pelo aplicativo do colégio, a resolução do problema ganha maior agilidade e ainda poderá ser controlada e auditada pelo gestor a qualquer momento dentro da plataforma.

Outro resultado importante da comunicação bilateral é o fortalecimento do endomarketing escolar. Uma vez a par das informações e com liberdade e orientação para tomar suas decisões, os colaboradores vestem a camisa. Uma das matérias mais lidas no Blog em 2018 foi sobre endomarketing escolar, com dicas de como engajar os colaboradores com uma comunicação participativa, veja aqui.

4 – Grande número de comunicados em papel ou agenda física

A comunicação via papel foi efetiva por longos anos, mas abre espaço para a comunicação mobile, mais rápida e sustentável. Uma vez que o colégio opte pela comunicação via internet, a agendinha física, das quais muitos ainda sentem apego, devem ser excluídas para não confundir os pais, gerando, assim, mais eficácia no processo de comunicação eleito.

5 – Múltiplos meios de comunicação e conteúdo duplicado

Assim como a agenda física, o e-mail como comunicação com os pais pode ser repensado quando há a presença do comunicador mobile. Imagine como o pai se sente ao receber a mesma notícia por papel, por e-mail e pelo celular, no mesmo período de tempo?

O mesmo se aplica ao conteúdo replicado em diferentes funcionalidades do app, por exemplo, comunicado + feed de notícias, ou feed de notícias + calendário. Todo cuidado é pouco para não gerar desinteresse dos pais.

6 – Alta ou baixa frequência nas postagens

O desinteresse dos pais, inclusive, acontece quando os assuntos são tratados em demasia e de maneira pouco personalizada. Notificações constantes de postagens no app escolar podem até causar o efeito contrário em pais que vivem uma rotina agitada.

O mesmo vale para os canais de mídias sociais, local onde o colégio se encontra com suas prospecções. Se a intenção é convencer o cliente a matricular seu filho, o ideal é conquistá-lo com criatividade e não inconveniência.

Do mesmo modo, a baixa frequência de postagem pode desestimular o cliente. Confira nessa matéria algumas dicas sobre o tipo e a frequência ideais para conteúdos sobre marketing e comunicação escolar.

7 – Explorar pouco as fotos e os vídeos

Pesquisas recentes de marketing digital apontam um crescente interesse em conteúdos com vídeos e fotos. Uma dessas pesquisas, realizada pela Contentools e Opinion Box, mostra que o engajamento com posts contendo fotos ainda lidera, mas teve queda de 2017 para 2018, passando de 49% para 40% da preferência, enquanto o interesse por vídeos subiu de 20% para 34% e o engajamento por textos caiu de 31% para 26% no mesmo período.

Que pai não gosta de receber fotos dos filhos ou assistir a uma de suas evoluções que não pôde presenciar por estar trabalhando? Pense no rico conteúdo visual para engajar mais.

8 – Alta exposição nos canais de mídias sociais

Lembre-se que os canais de mídias sociais são importantes para prospecção de clientes por indicação e para o sucesso da sua captação de matrículas, mas não deixe de se atentar para pontos como a exposição da imagem de crianças e os atendimentos via canais que não são os oficiais e não podem ser controlados.

O reforço vai para a participação de colaboradores em grupos paralelos de mães, que tomam os comunicadores gratuitos e podem se tornar a raiz de desentendimentos.

9 – Subutilização das funcionalidades do seu app de comunicação

Um aplicativo de comunicação reúne diversas funcionalidades que organizam e efetivam os processos de comunicação de um colégio. Não à toa estão lá no app, à disposição dos gestores, itens como calendário de eventos, agenda, mural de recados e enquetes para pesquisa de opinião.

O app vai além da circular e precisa ser explorado ao máximo para uma comunicação mais fluida e sem ruídos. E mais: traz inúmeras maneiras de segmentar o conteúdo por grupos de usuários e mensagens individuais.

10 – Não segmentar o atendimento por setores

Comunicação organizada permite um maior controle e rastreamento da informação, além de uma resolução de conflitos muito mais rápida. No aplicativo de comunicação escolar é possível criar diferentes canais de atendimento de acordo com o organograma da instituição de ensino, tirando do gestor, inclusive, o peso da resolução de pequenos conflitos.

Para saber mais sobre como a segmentação pode trazer ganhos ao dia a dia da gestão escolar, acesse essa matéria.