IsCool App lança módulo Lição de Casa

Novidade facilita o envio das tarefas para os alunos através do aplicativo, permitindo também maior engajamento dos pais

Hoje, a lição de casa é parte integrante do processo educacional. Torna o aprendizado mais fácil e mais eficaz. Por isso, o IsCool App está lançando o módulo Lição de Casa, somando essa importante funcionalidade ao menu do aplicativo de comunicação escolar. “É uma das novidades que preparamos em relação ao aprimoramento do aplicativo em 2020”, diz a gerente de produtos e novos negócios, Tálita Barão.

Segundo ela, o IsCool App está em constante desenvolvimento. Sendo assim, as novidades desse ano não devem parar por aí. “Estamos sempre atentos às necessidades das escolas e o módulo Lição de Casa veio ao encontro dos pedidos que recebemos por parte das escolas para facilitar a rotina dos professores em sala de aula”, conta. O módulo Lição de Casa oferece alguns benefícios, confira a seguir:

  • Mais rapidez e praticidade para o professor enviar a lição de casa via mobile;
  • Maior engajamento dos pais;
  • Envio de arquivos, imagens e links de apoio;
  • Maior organização das tarefas, incluindo data de entrega e integração com calendário.

Não há custo adicional para o colégio que tiver interesse na nova funcionalidade. Basta que o representante da escola solicite a habilitação do módulo Lição de Casa junto à equipe de suporte do IsCool App.

Navegação fácil e intuitiva

A área de criação da tarefa é bastante intuitiva, com a fácil visualização dos campos de título, descrição, prazo de entrega e anexos para serem preenchidos. Nela, o professor determina também para qual turma é destinada a lição de casa, podendo enviar facilmente o mesmo conteúdo para mais de uma turma ao mesmo tempo.

De acordo com Rafael Cruz, gerente de TI, o módulo Lição de Casa foi pensado para facilitar a rotina do professor, oferecendo a tecnologia como aliada ao progresso dos alunos.“A navegação intuitiva é um dos pontos fortes, não só do módulo Lição de Casa, mas do aplicativo com um todo”, ressalta.

Assim como em todos os módulos, a funcionalidade já foi lançada com vídeo tutorial, o que é um diferencial do aplicativo. “A interface é bastante intuitiva, tanto no portal como nos mobiles. Porém, os tutoriais do IsCool App reforçam a praticidade para a escola, que pode acessar os vídeos a qualquer momento e engajar ainda mais seus colaboradores no uso da ferramenta.”, afirma Tálita.

Saiba mais sobre outras funcionalidades engajadoras do IsCool App:

Especial Matrícula 2020: por que optar pela assinatura digital de contratos

Como a Integração do IsCool App pode contribuir para a volta às aulas

Como tornar as reuniões e encontros com os pais ainda mais eficazes com o uso do aplicativo

Galeria de fotos e seu poder de engajamento dos pais

A importância do calendário escolar digital

Lição de Casa: ferramenta de assimilação

O professor bem sabe que a organização da lição de casa é um momento crítico no processo de ensino e educação. Um dos obstáculos, por exemplo, é que o aluno pode esquecer-se de anotar a tarefa na agenda física ou, mesmo que anote, o pai pode não ler a anotação depois.

Já no aplicativo, com as notificações push (notificações que aparecem na tela inicial do celular), sabemos que a taxa de visualização imediata de novos recados da escola é de 90%. Assim, fica mais fácil para as famílias visualizarem as mensagens importantes do colégio, como a Lição de Casa.

Vale ressaltar que aprender em casa pode contribuir para o processo geral de estudo. Uma das tarefas importantes que a escola moderna está enfrentando é melhorar a qualidade do ensino. E a lição de casa é uma ótima ferramenta nesse sentido.

Abaixo, listamos 4 fatos sobre a Lição de Casa que talvez você não saiba:

  1. O pedagogo italiano Roberto Nevilis é considerado o verdadeiro inventor da lição de casa, em 1905. Desde a época em que a lição de casa foi inventada, essa prática se tornou popular em todo o mundo.
  2. Estudos comprovam que a lição de casa desempenha um papel importante na melhoria da qualidade do conhecimento dos alunos.
  3. A lição de casa é uma maneira de desenvolver a iniciativa, independência, individualidade e imaginação criativa dos alunos.
  4. Lição de casa não é um meio de controlar o aluno, mas sim uma oportunidade de dedicar tempo ao assunto estudado.

Durante a aprendizagem na escola, ocorre uma assimilação concentrada do material estudado. Depois, o conhecimento adquirido é esquecido. Para evitar esse esquecimento, é necessário fazer a lição de casa.

Ao elaborar uma tarefa para crianças, os professores devem perceber que o processo de assimilação de material educacional passa por estágios obrigatórios:

  • Percepção;
  • Compreensão;
  • Fixação;
  • Formação de habilidades;
  • Aplicação de novos conhecimentos e habilidades na prática.

Atualmente, os professores envolvem diversos tipos de lição de casa no processo de estudo, entre eles:

  • Exercícios escritos;
  • Realização de trabalhos criativos;
  • Preparação de relatórios sobre o material estudado;
  • Realização de observações e experimentos.

Como vimos, o sucesso do ensino depende do sucesso da preparação da lição de casa. Esse aspecto é considerado desde o momento em que o dever de casa foi inventado. Agora, queremos saber: Qual a importância da lição de casa para o seu colégio? Conte pra gente nos comentários!

Transformação digital e a formação nexialista

Prof. Dr. José Carlos de Souza Jr. – Reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá

Com os avanços tecnológicos, os profissionais do futuro deverão ser nexialistas, um meio termo entre especialistas e generalistas.

Na era da transformação digital, formar os futuros profissionais não é mais o mesmo. Antigamente, quando o aluno chegava à faculdade, poderia escolher entre ser um especialista ou generalista. Hoje, essa dicotomia não cabe mais. Ao menos é isso que acredita o prof. Dr. José Carlos de Souza Junior, Reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia.

Em sua palestra “Transformação Digital das Instituições de Ensino e a Formação Nexialista”, o prof. Dr. José Carlos explicou o termo “nexialista”, sujeito que faz a ponte entre especialistas e generalistas.

Para ele, as instituições de ensino devem se adequar para que os alunos tenham esse traço nexialista na sua formação.

“Ser especialista ou generalista é importante, mas mais importante que isso é trabalhar em equipe, de forma colaborativa”, afirma.

José Carlos, que também é Mestre e Doutor em Engenharia Elétrica, falou para cerca de 600 educadores durante a Reunião Anual das Escolas Associadas da Rede PEA/Unesco, Regional de Sâo Paulo, que ocorreu no dia 15/02, na capital paulista.

Inclusive, o blog do IsCool App produziu artigo sobre o evento. Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

Para ele, nesse estágio que vivemos às portas da Indústria 4.0, é importante que os profissionais do futuro tenham flexibilidade e possam realizar conexões entre especialidades e generalidades, sendo, portanto, um meio-termo entre as duas maneiras de agir e pensar.

O que é Nexialismo

Essa palavra pouco conhecida surge em 1950, no livro de um canadense nascido em 1911 chamado Van Vogt. De acordo com o José Carlos, ele foi um escritor de ficção científica e contemporâneo de Isaac Asimov – considerado um dos mestres desse gênero literário.

“Seu livro de 1950, chamado The Voyage of Space Beagle, quando o homem nem havia chegado a pisar na Lua, fala sobre uma expedição interplanetária na qual a tripulação é composta por pessoas que são generalistas e especialistas”, conta.

A cada capítulo, a tripulação tem que superar um desafio. O protagonista do livro recebe então, pela primeira vez, a denominação de nexialista.

Nexialista vem de nexus (do latim) que significa conexão. Esse protagonista do livro tinha a habilidade de reconhecer na tripulação quais eram as generalidades e especialidades de cada um para resolver determinado problema. Ele montava as equipes e elas funcionavam muito bem sob a orientação desse nexialista.  

Segundo o reitor da universidade, essa dicotomia ainda é perceptível na formação dos profissionais de ensino superior atualmente.

“A conclusão é que os dois são importantes. Mas, antes do sujeito ser especialista ou generalista, ele deve ser um nexialista”, afirma.

Teoria evolucionista

A característica nexialista pode ainda ser observada no campo da biologia evolucionista, de acordo com o prof. Dr. José Carlos. Ele destaca dois pontos: o primeiro é sobre o elemento químico carbono, que é a base de toda a vida, do modo como nós conhecemos.

“Mas, o intrigante é que não é o elemento mais abundante no universo. O carbono é o elemento que faz melhor conexões. Ligações duplas e triplas: ninguém faz como o carbono. O carbono se permite ligar com outros elementos que deram origem a vida”, ressalta.

Para ele, o aluno deve trazer esse traço do carbono.

“Se não é o carbono propriamente dito, que tenha a consciência de se conectar ao carbono”, completa.

Por exemplo, o diamante basicamente é carbono. Ele é translúcido, um dos elementos mais duros e é isolante elétrico. Agora o mesmo carbono pode se combinar e se transformar em grafite, que é um elemento mole, opaco e altamente condutor de eletricidade. Então, o sujeito nexialista traz essa flexibilidade.

O segundo ponto a destacar é sobre o meio líquido.

“Toda teoria evolucionista levada a sério acontece no meio líquido, a exemplo da sopa primordial”, lembra. No meio sólido, dificilmente surgem novas conexões. Então a inovação não aparece e é o que chamamos de ordem. No gasoso, é o caos. As ligações são muito tênues. Não existe a perenidade necessária para que as ligações ganhem complexidade.

Fazendo uma analogia com o mundo corporativo, na ordem, às vezes tem-se regras tão rígidas que não permitem que a inovação surja. No caos, as empresas podem ser tão inovadoras que chegam a soluções pouco concretas. O meio líquido é justamente o meio termo, o equilíbrio.

Para o prof. Dr. José Carlos, as instituições de ensino devem ser meio líquido para que os alunos desenvolvam o traço nexialista e se tornem os profissionais do futuro.

E a transformação digital?

As instituições de ensino têm utilizado cada vez mais a tecnologia como suporte para a tomada de soluções. Apesar dos avanços tecnológicos trazerem ganhos de escala e produtividade para a produção industrial, as demandas da sociedade têm sido cada vez mais por soluções personalizadas.

É aí que entra o sujeito nexialista para colaborar no encontro dessas soluções, utilizando suas conexões entre as especialidades e generalidades. No caso do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, os alunos dos cursos de engenharia, administração e design montam equipes multidisciplinares para o desenvolvimento de diversas soluções tecnológicas.

A mais recente delas foi o desenvolvimento de um aplicativo para monitorar os índices de saúde dos componentes da escola de samba paulista Rosas de Ouro. A ideia foi monitorar, durante o desfile, a emoção dos integrantes da escola. Para isso, os integrantes utilizaram uma pulseira para identificar suas reações ao desfilar pelo sambódromo do Anhembi.

Já no aplicativo, o usuário obteve acesso aos seus dados biométricos e a uma análise deles, através de relatórios diários, além de gráficos, com as interações do usuário antes, durante e depois do Carnaval. Assim como a educação e a indústria, o Carnaval também é 4.0!

Se você gostou desse tema e quiser saber mais sobre as tendências para os profissionais do futuro, leia os posts que já produzimos:

Tendências do futuro e o ensino de habilidades de vida

Futuro do Trabalho: o que as escolas precisam saber

Guia da Educação 4.0: o que esperar dela

Deixe nos comentários sugestões para próximas pautas!

IsCool App participa de reunião das escolas paulistas associadas à Unesco

Prof.ª Eliana Baptista Pereira Aun, diretora geral do Colégio Guilherme Dumont Villares e coordenadora regional de São Paulo

Público presente teve a oportunidade de conhecer todas as funcionalidades do aplicativo de comunicação escolar

No último dia 15 de fevereiro, o IsCool App participou como expositor durante a Reunião das Escolas Associadas da Rede PEA Unesco, regional de São Paulo. Mais um ano marcando presença nesse evento que reuniu cerca de 600 educadores.

O evento ocorreu no Colégio Guilherme Dumont Villares, em São Paulo, e reuniu escolas de todo o estado, filiadas à entidade internacional.

Os educadores puderam conferir as novidades de expositores parceiros da iniciativa, entre eles, o IsCool App. O aplicativo foi destaque pela quantidade de serviços oferecidos além da agenda eletrônica, incluindo os módulos de matrícula e integração com o software de gestão do colégio – o IsCool Sync.

Além do IsCool App, as demais soluções escolares do Grupo School Picture também foram apresentadas ao público presente.

De acordo com Ramin Shams, presidente do Grupo School Picture, a parceria com as escolas filiadas à Unesco vem ao encontro do que a empresa acredita.

“Nossas soluções escolares seguem pautadas nos pilares de educação da Unesco. Por isso, temos imensa satisfação em estar presentes num importante evento como esse”, diz.

Troca de conhecimento

A Prof.ª Eliana Baptista Pereira Aun, diretora geral do Colégio Guilherme Dumont Villares e coordenadora regional de São Paulo foi a responsável pela abertura oficial da reunião.

Além de abordar os desafios para a educação brasileira neste ano, como a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e nova legislação do ensino médio, a coordenadora ressaltou para o público a importância das ações pedagógicas serem trilhadas nos parâmetros da Unesco, como as propostas para o ano de 2020, principalmente aquilo que se refere ao Ano Internacional da Saúde Vegetal – Fitossanidade.

Na sequência, o Profº. Dr. José Carlos de Souza Júnior, Reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, conduziu uma importante reflexão sobre a tecnologia na educação.

Em sua abordagem, intitulada “Transformação Digital das Instituições de Ensino e a Formação Nexialista”, o Prof. José Carlos demonstrou que a tecnologia veio para ajudar a otimizar processos, com ganhos de escala, produtividade e eficiência.

“Porém, vivemos num mundo cada vez mais analógico, no sentido de que as demandas são cada vez mais personalizadas”, afirma.

Por sua vez, o Prof. Dr. Rui Fava, Doutor em Ciências da Educação pela Universidad Católica de Santa Fé, Argentina, apresentou a palestra “É preciso agir no presente para construir a educação do amanhã”. Rui Fava lembrou que nossos índices de educação são angustiantes e que é preciso melhorar.

“A gente organiza o ensino, mas não metodiza a aprendizagem”, revela ele ao confrontar os índices atuais com o que a educação do futuro exige.

Segundo Fava, entre os problemas atuais, as escolas ainda possuem resistência às novas tecnologias, apesar da aparente aceitação. Outra questão é que o diploma perdeu sua importância nos dias de hoje. “Isso acontece porque não estamos formando os alunos devidamente”, avalia.

Outra importante intervenção foi realizada pelo Fernando Perfeito, do Movimento Greenk, que conduziu a premiação das escolas PEA Unesco que se destacaram na categoria Descarte de Lixo Eletrônico do Torneio Greenk 2019, contando com a presença de Gustavo André Fernandes Lima, membro do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Entre as cinco melhores escolas, a EMEB Professor Stélio Machado Loureiro, escola municipal de Bebedouro (SP) garantiu o primeiro lugar, recebendo como premiação computadores para o laboratório de informática. A escola, que já utiliza o aplicativo IsCool App desde o ano passado, conseguiu coletar 115 toneladas de lixo eletrônico em conjunto com as demais premiadas.

Saiba mais sobre a parceria do IsCool App com a EMEB Professor Stélio Machado Loureiro.

Além de exaltar o engajamento das escolas da Rede PEA no torneio de 2019, Fernando aproveitou para fazer o lançamento do Torneio Greenk Intercolegial 2020, convidando as escolas associadas a participarem do projeto sobre o descarte de lixo eletrônico. A meta para esse ano é coletar 600 toneladas de lixo eletrônico em todo o país, entrando para o famoso Guiness Book (Livro dos Recordes).

A reunião das escolas paulistas ainda contou com a mensagem da Coordenadora Nacional das Escolas Associadas da Unesco, Prof.ª Myriam Tricate, que saudou os presentes apresentando os resultados alcançados pela Rede PEA no Brasil e convidando o público a participar do próximo Encontro Nacional da Rede, que acontecerá no segundo semestre de 2020 na cidade de Campos de Jordão (SP).

“No encontro de 24 a 26 de setembro, esperamos mais de mil participantes vindos de todo o Brasil”, antecipa Myriam. 

Ano Internacional das Plantas

Já o Ano Internacional da Saúde Vegetal – Fitossanidade teve um espaço especial no encontro. Ele está sendo comemorado pela Unesco e seus parceiros ao longo do ano de 2020 visando a conscientização da importância das plantas em nossas vidas e sobre as boas práticas agrícolas. 

Para falar mais sobre o Ano Internacional das Plantas, a coordenadora de comunicação da CropLife do Brasil, Daniela Camargo e a coordenadora de educação do Inpev (Intituto Nacional de Processamento de Embalagens), Anna Letícia Malagoli da Silva abordaram a importância da conscientização global sobre como proteger a saúde das plantas, sobretudo através da educação.

O Inpev, por exemplo, promove o Programa de Educação Ambiental Campo Limpo que visa à saúde vegetal e a responsabilidade compartilhada dos resíduos sólidos, especialmente produzido para alunos da Educação Básica.

Confira os melhores momentos da reunião:

Top 10: posts mais lidos no blog do IsCool App em 2019

2019 chegou ao fim e para relembrar quais temas movimentaram a educação, estamos compartilhando dez posts mais populares do ano passado com você

2019 foi um ano intenso para a educação. Temas como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) despertaram à atenção das escolas para suas respectivas adequações. Isso porque 2020 é o ano em que ambas, BNCC e LGPD, começam a valer de fato.

Não é à toa que entre os posts mais lidos do ano passado, esses dois temas prevaleceram. Outro destaque é para a matrícula realizada pelo celular com assinatura digital e validade jurídica. A novidade, implementada com pioneirismo pelo IsCool App, demonstrou maior relevância entre os diretores, coordenadores e professores que acessaram o nosso blog.

O conceito de educação 4.0, além de dicas sobre endomarketing e arquitetura escolar, listou no topo entre os posts mais lidos durante o ano passado. À medida que o tempo passa, os temas sobre educação parecem estar mudando cada vez mais rápido, o que torna a nossa missão de entregar conteúdo rico e estimulante cada vez mais desafiadora.

Cobrimos uma grande variedade de tópicos no blog este ano que passou e tivemos algumas coberturas de eventos fascinantes. O blog foi acessado mais de 23 mil vezes por profissionais de educação do Brasil e do mundo durante o ano passado, tornando 2019 o ano mais lido até o momento neste espaço.

Abaixo, estão as 10 principais postagens de blog mais lidas em 2019.

Cada trecho abaixo é apenas uma breve introdução ao artigo geral. Clique nos links para ler a matéria completa e comente a respeito.

Você pode compartilhá-lo com sua equipe para ver como está lidando com os principais desafios que os líderes escolares estão enfrentando ou apenas mantê-lo para reflexão pessoal.

Após essa breve retrospectiva de 2019, esperamos que o conteúdo desse ano seja ainda melhor! 2020, aqui vamos nós!

  1. Especial Matrícula 2020: 6 dicas para iniciar sua próxima campanha

Seu planejamento referente à captação e retenção de alunos para o próximo ano letivo já está pronto? Confira um passo a passo que pode te auxiliar neste período de análises e preparação para uma das ações mais importantes da gestão do colégio.

Nesta primeira matéria da série, o Blog do IsCool App sintetiza aspectos gerais do documento que torna obrigatória a revisão dos currículos ainda em 2019 e busca explicações para entender porque ela é um divisor de águas na educação brasileira.

Mesmo já trabalhando com as diretrizes da BNCC em seus currículos, instituições, redes e sistemas de ensino particular também vivem rotina de adequação; mudanças acontecem, principalmente, no quesito educação socioemocional e envolve a formação de professores.

A LGPD – Lei Geral de Proteção de dados já foi sancionada e sua entrada em vigor está prevista para agosto de 2020. Entretanto, escolas devem adequar seus contratos de matrícula ainda esse ano.

Termo em ascensão na comunidade escolar, a Educação 4.0 remete a uma nova era de aprendizagem baseada na inovação e no embasamento socioemocional, mas para se apropriar dela é preciso atitude e comprometimento por parte dos gestores.

Entenda qual a relação da tecnologia com as 10 competências da BNCC e veja dicas de como os colégios podem se apropriar dela sem deixar de lado a responsabilidade ética.

Apesar de ter sido criada principalmente para combater os abusos no uso de dados indevidos por algumas áreas do marketing e de vendas, a Lei Geral de Proteção de dados atinge em cheio todas as empresas e prestadoras de serviços, inclusive as escolas; entenda o que é preciso fazer para que o colégio não corra o risco de ser penalizado por multas astronômicas.

Direto do mundo dos negócios para a sua escola, conheça algumas das técnicas de comunicação interna e marketing que podem ajudar a engajar seus professores e colaboradores.

A nova forma de educar traz consigo a urgência de transformar a antiga sala de aula em espaços interativos e confortáveis; conheça as tendências em arquitetura que já são realidade e necessidade no cenário da educação e saiba como realizar essas mudanças no seu colégio em 2018.

  1. Você sabe a diferença entre aceite digital e assinatura digital de matrícula?

Distinta de um termo de aceite via portal on-line, a matrícula pelo celular oferecida pelo IsCool App tem validade jurídica e se torna ferramenta importante para os colégios que buscam não somente agilidade, mas principalmente segurança e integridade ao processo, evitando qualquer dor de cabeça futura.

Esperamos que você tenha gostado da lista de nossos posts mais populares em 2019! Qual deles é o seu favorito? Em qual tópico você gostaria que continuássemos? Informe-nos enviando um e-mail para marketing@iscoolapp.com.br.

Educação Inclusiva: considere já na sua escola

Segundo pesquisa do Instituto Alana, 1 em cada 10 brasileiros tem alguma deficiência. 86% dos entrevistados concordam que as escolas se tornam melhores ao incluir crianças com deficiência.

Garantir que cada indivíduo tenha oportunidades iguais de educação continua sendo um desafio em todo o mundo. No Brasil, não é diferente: aproximadamente 1 em cada 10 brasileiros tem alguma deficiência e, entre as crianças de 0 a 14 anos com deficiência, 26% estão fora da escola.

Esses são os dados de uma pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada pelo Instituto Alana com o objetivo de conhecer as percepções da população brasileira em relação à educação inclusiva, concepção que entende que todos os alunos – com ou sem deficiência – podem aprender juntos.

Foram realizadas 2.074 entrevistas com homens e mulheres acima de 16 anos, distribuídos em 130 cidades. “Não há como retornar ao modelo em que pessoas com deficiência ocupavam espaços e escolas separadas. A população compreende que, na escola comum, a diversidade é uma grande oportunidade para todos aprenderem mais”, afirma Raquel Franzim, coordenadora da área de educação do Instituto Alana. 

Foram apresentadas frases sobre educação inclusiva para os entrevistados responderem se concordam ou discordam de cada uma delas, com o intuito de verificar suas opiniões frente ao tema. Os resultados foram divulgados em outubro de 2019.

Confira alguns dos principais resultados da pesquisa:

  • 86% concordam que as escolas se tornam melhores ao incluir crianças com deficiência;
  • 76% concordam que crianças com deficiência aprendem mais estudando junto com crianças sem deficiência;
  • 68% discordam que a criança com deficiência atrasa o aprendizado das crianças sem deficiência quando estudam juntas;
  • 87% concordam que pais de crianças com deficiência têm medo de que seus filhos sofram preconceito na escola;
  • 71% concordam que professores têm interesse em ensinar crianças com deficiência;
  • 60% discordam que a escola pode escolher se aceita matricular uma criança com deficiência.

A pesquisa concluiu ainda que entrevistados que convivem com pessoas com deficiência têm a atitude mais favorável em relação à inclusão.

Considerando o potencial da educação inclusiva na sua escola? Talvez você já esteja trabalhando com sala de aula inclusiva e procurando estratégias eficazes.

Continue a leitura deste artigo sobre educação inclusiva para saber mais sobre o tema e como pesquisas estão comprovando que ela promove benefícios para todos.

Afinal, o que é educação inclusiva?

Educação inclusiva é quando todos os alunos, independentemente de quaisquer desafios que possam ter, frequentam a mesma escola e assistem às mesmas aulas apropriadas à idade, para receber instruções, intervenções e apoios de alta qualidade que lhes permitam alcançar o sucesso na escola.

A escola e a sala de aula operam com a premissa de que os alunos com deficiência são tão competentes quanto os alunos sem deficiência. A educação inclusiva de sucesso ocorre principalmente através da aceitação, compreensão e atendimento das diferenças e diversidade dos alunos.

Vale lembrar que a Agenda Global da Educação 2030 da Unesco enfatiza a inclusão e a equidade como base para uma educação de qualidade. A educação inclusiva está ganhando força porque existem muitas evidências baseadas em pesquisas sobre os benefícios.

Muitos estudos nas últimas décadas descobriram que os alunos com deficiência têm maior desempenho e habilidades aprimoradas por meio da educação inclusiva, e seus colegas também se beneficiam. Confira:

  • Para estudantes com deficiência, isso inclui ganhos acadêmicos em alfabetização (leitura e escrita), matemática e estudos sociais – tanto em notas quanto em testes padronizados – melhores habilidades de comunicação, melhores habilidades sociais e mais amizades;
  • Seus colegas sem deficiência também mostram atitudes mais positivas nessas mesmas áreas quando em salas de aula inclusivas. Eles obtêm maiores ganhos acadêmicos em leitura e matemática.
  • Pesquisas mostram que a presença de alunos com deficiência oferece novos tipos de oportunidades de aprendizado para os demais. Uma delas é quando eles servem como monitores. Ao aprender como ajudar outro aluno, seu próprio desempenho melhora.
  • Outra é que, à medida que os professores levam mais em consideração seus diversos alunos com deficiência, eles fornecem instruções em uma ampla variedade de modalidades de aprendizado (visual, auditiva e cinestésica), o que também beneficia seus alunos regulares.

De fato, em muitos casos, os alunos regulares relatam pouca ou nenhuma consciência de que existem alunos com deficiência em suas aulas. Quando estão cientes, demonstram mais aceitação e tolerância pelo aluno com deficiência quando todos experimentam juntos uma educação inclusiva.

Tecnologias inclusivas

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual e menos de 1% possui carteira assinada. O principal motivo disso é: evasão escolar. O desafio é que as escolas ofereçam a esses alunos meios para que se sintam motivados a continuarem os estudos e a tecnologia pode ser muito útil nesses casos.

É o caso do Orcam MyEye, da empresa Mais Autonomia, que é um dispositivo acoplado à haste do óculos que auxilia na leitura de textos. De acordo com o sócio-diretor da empresa, Doron Sadka, é um dispositivo com tecnologia israelense que permite ao deficiente visual ouvir o que está escrito em qualquer superfície. O aparelho está na lista das 100 maiores tecnologias de 2019, publicada pela Revista Times.

“Os pais dos alunos que utilizam a tecnologia nos relatam que suas notas subiram 50% em média após o uso. Além disso, a auto-estima deles melhora muito, pois eles se sentem mais participativos”, relata Sadka. Entre outras funções, o aparelho tem a de reconhecimento facial, o que auxilia o aluno a reconhecer os professores e seus colegas de classe.

Para o próximo ano, a empresa pretende lançar uma bengala com sistema de GPS embutido, permitindo a locomoção de pessoas com deficiência visual com mais segurança. A Mais Autonomia esteve presente como expositora no Grande Encontro da Educação realizado pela Revista Educação, ao lado do IsCool App. Saiba mais sobre esse evento:

IsCool App e School Picture marcam presença no GEE 2019

O futuro é realmente muito promissor para essa abordagem. Há evidências crescentes de que a educação inclusiva e as salas de aula são capazes de atender não apenas aos requisitos dos alunos com deficiência, mas também de beneficiar os alunos de educação regular.

Vimos que, com a exposição, pais e professores se tornam mais positivos. O treinamento e o apoio permitem que os professores de educação regular implementem educação inclusiva com facilidade e sucesso. Tudo ao redor é um ganha-ganha!

Tendências do Futuro: o ensino de habilidades de vida

Nesse artigo escrito pela equipe da plataforma de educação Idapt, em parceria com o IsCool App, você saberá como o ensino de habilidades de vida estará presente nas escolas nos próximos anos

Se você fosse apostar em uma tendência que vai ditar os próximos anos na Educação brasileira, o que você diria? Tecnologia, Inteligência Artificial, Gamificação? Nós acreditamos fortemente que todos os 3 terão um grande espaço nos próximos anos. Porém, se fôssemos apostar em uma, seria no ensino de habilidades de vida nas escolas.

E isso se dá por um motivo muito especial: a aprovação da BNCC. Os dois últimos anos foram de grande impacto para a Educação Básica no Brasil, através da formalização de diretrizes e dos aprendizados essenciais que todo estudante tem direito, através da implementação da Base Nacional Comum Curricular.

O Governo, através da BNCC, entendeu que sempre existiu uma grande desigualdade entre o que as crianças e jovens aprendiam, dependendo de cada região do Brasil. Por isso, fez um esforço conjunto para balizar o Ensino e garantir o direito de aprender de todo aluno brasileiro.

BNCC dita competências de ensino, que de acordo com ela são “definidas como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho”. E isso é que chamamos de habilidades de vida.

Mas como o ensino dessas habilidades estará presente nas escolas nos próximos anos? É o que você verá neste artigo.

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Mundo hiperconectado e superinformado

O ensino de habilidades de vida será essencial para as escolas que querem prosperar nos próximos anos. Em um mundo cada vez mais conectado, acelerado e com uma quantidade assustadoramente grande de informações e dados, o aluno que souber lidar com essas quantidades de informações sairá em vantagem.

Além disso, quando a quantidade virtualmente inacabável de informação está na ponta dos dedos, é natural o surgimento de sentimentos de ansiedade, sobrecarga e insegurança. Afinal, como você pode ficar tranquilo e focar nas coisas importantes da sua vida quando todas as informações do mundo estão chegando no seu celular?

É fundamental que as escolas, nos próximos anos, ajudem e ensinem o aluno a reconhecer e lidar com essa quantidade absurdamente grande de informações e, o mais importante de tudo, saiba transformar isso em conhecimento que pode ser utilizado nos desafios da vida.

O poder das redes sociais

Os jovens de hoje vivem em um mundo onde a internet e as redes sociais são as forças que comandam a sociedade. Alguns anos atrás, moda, opinião, política, consumo e até estilo de vida eram influenciados por dois grandes canais de mídia: o cinema e a televisão.

Hoje, no entanto, a influência é feita por uma legião de influenciadores e pessoas comuns, que curtem, comentam, compartilham a sua opinião, gravam vídeos e mandam mensagens. Tudo em uma velocidade ultrarrápida e a todo momento.

Isso muda completamente a forma como os jovens enxergam o mundo. Para eles, a influência é um direito seu. Ele pode influenciar, assim como pode ser influenciado por inúmeras pessoas da sua escolha.

Aqui está o problema: a tendência do mundo hoje faz com que as pessoas somente compartilhem coisas boas e evitem falar das outras partes da vida.

Um jovem que é influenciado por esses estilos de vida que focam na diversão, no prazer e no consumo, passa a acreditar que esse é o padrão que deve ser alcançado. Isso faz com que ele acredite que momentos não tão positivos, mas ainda sim extremamente comuns e naturais na vida, como tristeza, tédio e frustração devam ser evitados e que são um verdadeiro fracasso pessoal.

A escola nos próximos anos precisará atuar fortemente em habilidades que ajudem o aluno a lidar com essa pressão constante exercida pelas redes sociais, como inteligência emocional, autoconhecimento e capacidade de lidar com expectativas.

O mundo exige constante transformação

É fato que, por muito tempo, a vida era vista como um check-list de tarefas. Uma pessoa deveria estudar, fazer uma faculdade, conseguir um estágio, casar e procurar um emprego para o resto da vida. Hoje não é mais assim.

Os jovens do futuro precisarão se reinventar muitas vezes ao longo da vida e o castelo de realizações precisará ser montado e remontado constantemente. Pesquisas mostram que um profissional da Geração Z mudará de emprego não 2, mas em média 15 vezes enquanto estiver no mercado.

Inclusive, já fizemos um artigo anteriormente sobre o Futuro do trabalho: o que as escolas precisam saber. Saiba mais!

Hoje, o mundo está repleto de profissões que não existiam há 10 anos e, cada vez mais, surgem novas profissões e novos caminhos. A segurança e a previsibilidade não serão alcançadas com o emprego da vida toda, mas com a capacidade de lidar e se adaptar a cada nova mudança.

Nesse cenário, o papel da escola, e da família, será formar os jovens para serem eternos alunos, não mais do tipo que esperam a informação do professor, mas dos que buscam e aprendem por conta própria, sempre que precisarem. A escola nos próximos anos precisará ensinar ao jovem não mais conceitos fixos, mas o próprio conceito de aprendizagem.

Desenvolvimento de Inteligências Múltiplas nos alunos

Os colégios que inserem o ensino de habilidades de vida e o uso da tecnologia dentro das suas bases pedagógicas são os que mais conseguem desenvolver as Inteligências Múltiplas nos seus alunos.

Os jovens possuem contato com novos estímulos, e por isso, compartilham mais experiências entre si e se tornam mais habilidosos em se adaptar a diferentes cenários. Essa mudança na rotina geral estabelecida contribui para um aumento na inteligência interpessoal e empatia dos alunos. Duas habilidades fundamentais ao longo da vida e que devem ser valorizadas dentro e fora da escola.

Para uma escola desenvolver Inteligências Múltiplas, é necessário um esforço em conjunto. De um lado, entender a importância delas na vida dos alunos, trazendo atividades e tecnologias que trabalhem isso. Do outro, observando o interesse deles e buscando maneiras de passar o conhecimento e despertar valores de uma forma divertida e prazerosa.

Para isso, a escola pode usar e abusar de plataformas como a Idapt. Idapt é primeira plataforma de conhecimento de vida para jovens do Brasil. Com cursos descolados e divertidos, eles unem o ensino de habilidades de vida com a diversão de um jogo repleto de experiência e aventura. 

Na Idapt, os alunos aprendem desde Economia, Educação Financeira e Autoconhecimento até Criatividade, Empreendedorismo e Liderança, assuntos alinhados com a BNCC e que desenvolvem o jovem e o preparam para a vida e para o mundo moderno.

Conclusão

Como vimos, os desafios de hoje não são acessar informação ou ter um emprego para a vida toda. O jovem de hoje precisa aprender a lidar com o excesso de estímulos, a escolher as melhores alternativas no meio de tantas opções e a construir uma vida realmente feliz e com propósito, tudo isso em um mundo onde tudo muda a cada segundo.

O papel da escola, nesse cenário, é criar um novo modelo de educação, adaptado ao mundo real, que ensine o jovem a questionar e refletir, em vez de absorver e aceitar informação. E isso é feito através do ensino de habilidades de vida.

Diante de todas essas demandas completamente novas e diferentes, o ensino dessas habilidades transforma a escola em um ambiente acolhedor, focado na vida real e que não baseia a educação somente em bagagens teóricas, mas em vivências e experiências.

Quer saber mais sobre o ensino focado na realidade e quais serão as tendências para a Educação nos próximos anos? Baixe o e-book “Como será a Escola do Futuro: 4 Tendências da Educação nos próximos anos”.

Babylândia e Atuação destaca os canais de atendimento aos pais do IsCool App

Colégio bilíngue de Niterói- RJ consegue atingir uma comunicação mais direta com os pais através do atendimento do aplicativo, desafogando o telefone da escola

Os canais de atendimento de múltiplos setores do IsCool App oferece inúmeras vantagens para os pais, uma vez que eles podem contatar diretamente setores ou funcionários do colégio através do aplicativo. Não é a toa que esse recurso é um dos mais utilizados pelos pais da escola bilíngue Babylândia e Atuação, em Niterói- RJ.

Segundo o diretor Rodrigo Mendes Sampaio, com a alta adesão desses canais, a escola conseguiu desafogar bastante o telefone, uma vez que os pais podem se comunicar com a escola através do app. “A gente acredita que esse é o caminho: o da tecnologia e da modernização”, diz ele.

Para Rodrigo, o IsCool App foi muito vantajoso para a escola desde a sua implantação em 2018. “Desde então, conseguimos atingir uma comunicação com os pais de forma mais rápida e direta do que anteriormente, quando enviávamos circulares de papel na agenda”, ressalta.

Cada canal de atendimento pode ser administrado por um ou mais usuários. A escola decide se a comunicação será feita por telefone, e-mail ou chat. Os canais de atendimento do aplicativo direcionam o usuário para diferentes departamentos, tais como:

  • Secretaria;
  • Financeiro;
  • Coordenação pedagógica;
  • Direção;
  • Cantina;
  • Biblioteca.

De acordo com Tálita Barão, gerente de produto e novos negócios, o app permite que a comunicação da escola fique mais pulverizada e direcionada para os demais setores da escola. “O que não acontece no caso da agenda física, na qual a comunicação fica a cargo somente do professor”, explica.

A Babylândia e Atuação é a primeira escola bilíngue de Niterói – RJ, conveniada à Universidade de Cambridge, que atende alunos desde as primeiras semanas de vida, do Berçário ao Ensino Médio.

Das circulares de papel para o celular

O diretor da escola relata que antes do aplicativo, as circulares de papel eram enviadas aos pais através da agenda do aluno que só veriam à noite, retornando as informações solicitadas somente no outro dia. “Quando a gente envia uma autorização de passeio pelo aplicativo, o pai recebe no celular e na hora já tem a informação e já pode dar o aceite”, exemplifica.

A escola tem usado bastante a galeria de fotos, recurso que viabiliza a criação de álbuns de fotos dos alunos em diferentes situações, seja do cotididano escolar ou durante os eventos e passeios pedagógicos. A galeria de fotos é a ferramenta ideal para engajar mais os pais e valorizar o trabalho pedagógico do colégio.

Saiba mais: Galeria de fotos e seu poder de engajamento dos pais.

Além disso, a escola pode proporcionar aos pais um dos momentos mais felizes do dia: acompanhar o dia a dia dos filhos e poder compartilhar as fotos com os demais membros da família.

Outro recurso muito utilizado, segundo o diretor, é a aba de enquetes.“A gente usa muito a aba de enquetes pra saber a opinião dos pais, assim conseguimos fazer com que a comunidade escolar particpe bastante”, afirma Rodrigo. Os resultados aparecem em formato de gráficos e relatórios, facilitando a análise para a escola. Essa função auxilia na tomada de decisões importantes, como viagens, passeios, atividades pedagógicas e atendimento ao cliente.

O aplicativo IsCool App tem ainda diversas funções, basta dar uma olhada no site www.iscoolapp.com.br.

No YouTube

Confira a entrevista completa do diretor da escola bilíngue Babylândia e Atuação, Rodrigo Mendes Sampaio e a estrutura do colégio no canal do IsCool App, no YouTube.

Sobre a Babylândia e Atuação

A escola foi fundada em 05 de Janeiro de 1993, iniciando o ano letivo com apenas 15 crianças, de 6 meses até 3 anos de idade. No final do 1º ano letivo, a quantidade de alunos mais que dobrou e o número de funcionários também. Em 1996, tornaram-se a única escola de Niterói bilíngue reconhecida pela Secretaria de Educação. Hoje, a escola conta com cerca de 800 alunos e 200 funcionários. Possui área construída de mais de 10 mil m² e atende as turmas do 1º período da Educação Infantil até a 3ª Série do Ensino Médio.

IsCool App faz parceria com escola participante do Criança Esperança

Aplicativo de comunicação escolar foi implantado gratuitamente em escola aprovada pelo projeto Criança Esperança, da Rede Globo em parceria com a Unesco

A Escola Vocacional Masrour, em Manaus (AM), possui tradição de mais de 20 anos no exercício da cidadania. Tanto que seu projeto “Empoderar é preciso”, foi aprovado em 2016 no Criança Esperança, um projeto da Rede Globo em parceria com a UNESCO. Por meio da Associação para o Desenvolvimento Coesivo da Amazônia (ADCAM), a escola atende crianças e adolescentes carentes da região amazônica.

Atualmente, a escola também é parceira do aplicativo IsCool App, oferecendo aos pais dos alunos a comodidade de acompanhar a rotina escolar dos filhos na palma da mão, através da tela do celular.

De acordo com o diretor executivo da instituição, Payman Agahnejad, o IsCool App tem ajudado a estabelecer um relacionamento com os pais, inclusive por meio do canal de atendimento que permite que eles entrem em contato com qualquer área de seu interesse para obtenção de orientações, esclarecimentos de dúvidas, entre outros.

“O aplicativo está sendo utilizado por toda a equipe da Escola Vocacional Masrour, tendo como finalidade promover a comunicação junto aos pais, seja por meio de comunicados, mensagens diretas, diários e/ou autorizações para atividades e eventos específicos realizados pela instituição”, explica.

Segundo ele, 92% dos pais de alunos utilizam o aplicativo atualmente.“Os recursos disponíveis são de fácil acesso, o que possibilita uma melhor comunicação com os pais”. Para Agahnejad, o IsCool App é uma ferramenta inovadora, que veio agregar valor para a escola, “se tornando inclusive um dos nossos diferenciais, uma vez que todas as comunicações com os pais passaram a ser via aplicativo”, completa ele.

A gerente de produtos e novos negócios, Tálita Barão, conta que a parceria de responsabilidade social foi pensada a fim de beneficiar a escola Masrour e mostrar o apoio e reconhecimento de ações em prol dos alunos.

“A empresa demonstra o apoio a diversas iniciativas que estão alinhadas com os valores que praticamos no IsCool App. Mais além, tenho uma ligação pessoal com a Escola Vocacional Masrour, onde passei quase um ano trabalhando como voluntária quando era jovem. A escola contribuiu para minha formação pessoal e essa é uma maneira de retribuir a essa instituição”, finaliza.

De um desejo à transformação de vidas

Em 2019, a Escola Vocacional Masrour completa 26 anos de existência. Hoje a instituição conta com cerca de 800 alunos e é referência em educação e pioneira na construção de um currículo de Educação Moral, desde o maternal (2 anos de idade) ao Ensino Médio.

A escola está situada na Zona Leste de Manaus, capital do Amazonas, e possui sítio próprio com espaço amplo e arborizado. Inaugurada em 1993, a escola recebeu este nome em homenagem ao Sr. Kamrouz Masrour, admirador das artes, que deixou testamentado um desejo após sua morte: que sua herança fosse aplicada para educação de crianças carentes.

Assim, nasceu a Escola Vocacional Masrour que hoje é administrada pela ADCAM e que tem como um dos objetivos contribuir com o desenvolvimento educativo, social e moral das crianças e adolescentes atendidos.

A ADCAM é uma organização não governamental sem fins lucrativos que iniciou suas atividades em 1985, através do Orfanato Lar Linda Tanure, criado para atender crianças abandonadas. Esse foi o primeiro passo em direção a uma série de ações que visavam contribuir para o desenvolvimento da população amazônica.

Com o tempo coube a ADCAM a alfabetização destas crianças e a inserção das mesmas em um ambiente escolar, o que deu inicio à Escola Vocacional Masrour.

“A Escola Vocacional Masrour possui um Sítio Escola, sendo a única da Zona Leste de Manaus, criada com o objetivo de proporcionar a comunidade escolar uma realidade inovadora, gerando aos alunos: amor, conhecimento e responsabilidade”, conta o diretor executivo, Payman Agahnejad.

Empoderamento social

Em 2016, a ADCAM foi aprovada no Criança Esperança, um projeto da Rede Globo em parceria com a UNESCO, com o Projeto Empoderar é Preciso!

O projeto foi desenvolvido com 150 crianças e adolescentes entre 11 a 15 anos e suas respectivas famílias, através de ações socioeducativas capazes de empoderar os mesmos para o seu próprio desenvolvimento e da sua comunidade.

Oficinas de qualificação profissional foram promovidas, tendo em vista a situação de vulnerabilidade social da comunidade na qual as famílias das crianças e adolescentes participantes estão inseridas.

A iniciativa da ADCAM, através do Núcleo de Desenvolvimento Familiar, ofereceu atividades para a construção da autonomia e do protagonismo dos alunos, visando a superação de suas dificuldades e o fortalecimento dos vínculos familiares.

Vale lembrar que no Amazonas, a ADCAM foi a única instituição a ter um projeto aprovado no Criança Esperança em 2016.

Além disso, a Escola Vocacional Masrour também possui atividades de Empoderamento Espiritual destinada aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

“É uma estratégia pensada para cumprir com sua missão de transformar os nossos alunos em agentes de transformação social”, revela o diretor.

O Programa tem como objetivo auxiliar a juventude a desenvolver suas qualidades espirituais, virtudes, capacidades intelectuais e sua capacidade para o serviço à sociedade, no momento em que saem da infância para ingressar na adolescência.

Os participantes se envolvem em atividades que incluem expressões artísticas, discussões, teatro, jogos cooperativos, estudo de peças literárias, contação de histórias e atos de serviço comunitário.

São encorajados a desenvolver um forte senso de propósito por meio de um processo de empoderamento e transformação individual e social que os leva a contribuir para o avanço da sociedade. Além disso, são estimulados a buscar alternativas de lazer saudável, gerando laços de amizade.

Muito do sucesso desse projeto se deve ao idealismo de alguns educadores Bahá’is que ajudaram a erguer a escola com o objetivo principal de desenvolver em cada pessoa sua capacidade de pensar e de amar, no contexto de servir à humanidade.

Para aqueles que ainda não conhecem, a Fé Bahá’i é uma comunidade de pessoas de todas as nações, raças, posições sócio econômicas e de diferentes origens religiosas que se dedicam exclusivamente à paz mundial. É uma religião mundial independente, sem clero, revelada na Pérsia, em meados do século XIX.

Independentemente da religião, os alunos e professores da Escola Vocacional Mansur dão uma aula de cidadania e respeito ao ser humano. Que venham mais exemplos como esse!

Futuro do trabalho: o que as escolas precisam saber

Mudanças sobre as perspectivas de trabalho e carreira geram incertezas sobre o que a economia futura exigirá dos profissionais

Afinal, como será o profissional do futuro? De maneira geral, essa pergunta gera ansiedade nos pais e educadores. Se por um lado, o pai tem dúvidas se o filho terá uma carreira bem sucedida, as escolas também se questionam se estão em sincronia com o futuro do mercado de trabalho para atender os anseios desse pai.

Para amplificar essa questão, surgem a cada dia novas tecnologias que transformam o mundo muito rapidamente. Ninguém sabe ao certo quais habilidades serão necessárias para garantir uma posição no mercado de trabalho ao completar os estudos nos próximos anos.

Alguns especialistas chegam a prever que, em 2030, de 400 a 800 milhões de pessoas em todo o mundo terão que deixar o seu local de origem em busca de novos empregos. Nesse sentido, a capacidade de se adaptar e adquirir novas habilidades se tornará uma necessidade para a sobrevivência.

E de quais habilidades estamos falando? De acordo com a VP de RH da IBM América Latina, Luciana Camargo, elas incluem:

  • Mentalidade de crescimento;
  • Aspiração de aprendizado contínuo;
  • Resiliência;
  • Conforto com mudanças e incertezas.

De maneira geral, as escolas estão se esforçando para preparar os jovens para a vida após os estudos, oferecendo aos alunos, por exemplo, as linguagens de computador. Mas a tecnologia se expande tão rapidamente que é difícil acompanhar.

“Estamos cada vez mais conectados: internet móvel, inteligência artificial e tecnologia vão impactar as profissões, os mercados e a sociedade”, cita Luciana Camargo.

Para ela, existe uma mudança fundamental para a empregabilidade no futuro: hoje, o estudo é voltado para um trabalho específico, enquanto que no futuro, a aprendizagem será ao longo da vida.

“Os profissionais terão que aprender a desaprender. Uma pessoa terá muitas carreiras diferentes em sua vida devido ao cenário de trabalho que muda rapidamente”, antecipa.

Todos esperam que a automação e outros avanços tecnológicos eliminem alguns empregos e criem outros. De qualquer forma, as habilidades humanas continuarão a ser o combustível da economia global.

“Entre as habilidades em alta, estarão a criatividade, o pensamento crítico e resolução de problemas, a inteligência emocional e a comunicação”, revela Luciana.

Ela apresentou a palestra “O trabalho em tempos de inovação – O que as escolas precisam saber o que educar hoje para os profissionais de amanhã”, durante o Encontro PEA Unesco, realizado em setembro de 2019, na cidade de Ouro Preto-MG.

Luciana Camargo durante a palestra “O trabalho em tempos de inovação”, no Encontro PEA Unesco 2019, em Ouro Preto (MG)

Note que as habilidades supracitadas estão em conformidade com as 10 competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) que passam a vigorar a partir de 2020. Inclusive, já fizemos um Especial sobre a BNCC aqui no blog. Vale a pena ler e reler:

A educação e as ideias sobre carreiras mudarão

De acordo com o professor de Ciências da Computação da PUC-RS, Rafael Prikladinicki, a questão do avanço tecnológico sempre nos acompanhou. “A grande diferença está na aceleração e na velocidade que as coisas acontecem”, diz ele para o Programa Entrevista, do Canal Futura.

Rafael, que também é diretor do Tecnopuc – parque tecnológico e científico da PUC-RS, explica que, se antigamente fazíamos uma reflexão sobre o que aconteceria em 50 anos; nos dias de hoje, a gente faz reflexão sobre o que vai acontecer nos próximos 5 anos.

“Hoje, as gerações têm que se acostumar com uma dinâmica de aprender, desaprender, reaprender e constantemente se adaptar à realidade. Os ciclos que são cada vez mais curtos”, comenta.

Segundo o professor, o mundo está evoluindo numa velocidade muito rápida pela capacidade que nós temos como profissionais e organizações, de inovar e encurtar esses ciclos.

“A gente vive num mundo cada vez mais multidisciplinar. No futuro, não estaremos mais falando em formar pessoas em Medicina ou Engenharia. As instituições de ensino precisam se adaptar a essa realidade hoje. As escolas já estão buscando essa transformação”, alerta Rafael.

Existem estudos que indicam que não teremos no futuro empregos como conhecemos hoje. A necessidade de inovar e empreender surge desse entendimento.

“É preciso refletir sobre como nós gostaríamos de estar e de ser daqui a alguns anos, porque muito vai depender da nossa própria iniciativa”, lembra o professor.

Se não pode com a tecnologia, junte-se a ela

De acordo com a escritora, consultora e palestrante Martha Gabriel, para o profissional do futuro se manter relevante precisa fazer aquilo que é melhor que as máquinas.

Martha, que atua nas áreas de marketing digital, inovação e educação, diz que é preciso ter a mentalidade digital, empoderar-se de tecnologia.

“Estudo do Fórum Econômico Mundial indica que até 2060 os robôs farão tudo o que o ser humano consegue. O segredo é caminhar junto com eles para se manter no mercado de trabalho do futuro”, diz ela em sua palestra durante a Expo Fórum Digitalks 2019.

Não só a tecnologia será a responsável por criar novos empregos e encerrar outros, mas também outros pontos causarão mudanças no mercado de trabalho. Pelo menos é o que diz um estudo canadense do Instituto Brookfield, da Ryerson University, em Toronto.

De acordo com a pesquisa, há pelo menos 31 tendências que podem impactar a contratação até 2030, fazendo com que certas habilidades cresçam sua importância, enquanto que outras diminuam. Por exemplo, a criatividade não será mais relegada ao mundo das artes, mas será item obrigatório para resolver problemas rapidamente.

As demais tendências vão desde as mudanças climáticas, passando pelo envelhecimento da população até chegar as contratendências, como a “desintoxicação digital”, ou seja, a proliferação de produtos e serviços que ajudam as pessoas a gerenciar a desvantagem do nosso mundo hiperconectado.

O IsCool App é um aplicativo que conecta pais e a escola através do uso da tecnologia, mas a sua proposta vai muito ao encontro da “desintoxicação digital”, uma vez que permite que as postagens sejam agendadas, liberando o tempo do professor.

Além disso, o app oferece a opção de não permitir respostas em todas as mensagens ou que apenas o autor do comunicado visualize as respostas, evitando assim uma hiperconexão entre as partes envolvidas, devido a assuntos que poderiam ser resolvidos pontualmente.

Já a questão do aprendizado ao longo da vida, para as escolas, parece ser uma notícia animadora, pois significa que poderão ter uma faixa etária mais ampla entre os estudantes. Também, as oportunidades podem continuar aumentando no campo já crescente de plataformas de aprendizado sob demanda.

Encontro PEA Unesco reúne cerca de mil educadores em Ouro Preto-MG

Ouro Preto – MG, cidade sede do Encontro PEA Unesco 2019

School Picture/IsCool App participaram do maior encontro da história desde que o evento começou a ser realizado em 2015.   

A cidade histórica de Ouro Preto, a 98 quilômetros da capital mineira, foi escolhida como sede do Encontro Nacional da Rede PEA Unesco 2019. O evento aconteceu entre os dias 11 e 13 de setembro, no Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Participaram cerca de mil gestores e professores de escolas públicas e privadas associadas à Rede, além de coordenadores do programa de outros países, como Angola, Portugal e Japão.

Essa foi a edição com o maior número de participantes desde que o evento começou a ser realizado em 2015. A School Picture foi uma das patrocinadoras da edição de 2019, levando as marcas IsCool App e Conquista Formaturas também para o seu estande.

Segundo a coordenadora nacional da Rede PEA Unesco, Myriam Tricate, “Organizar um evento a mais de mil quilômetros de distância, não é bolinho! Se tínhamos dúvida no início, foi a convicção dos gestores e profissionais de Ouro Preto que nos deram a certeza de assumir o risco”, conta ela que também é diretora do Colégio Magno, em São Paulo.

Myriam Tricate

Coordenadora Nacional do PEA Unesco

De acordo com Myriam, é grande a responsabilidade de realizar um evento desse tamanho com poucas mãos:

“Mesmo com nossos limites, pensamos em todos os detalhes com cuidado para esse evento porque desejamos construir não só uma rede de aprendizagem, mas também de pertencimento, de coesão”, explica. 

O Encontro contou com palestras e mesas-redondas, além de painéis de experiências e vivências das escolas pertencentes à Rede. Nos intervalos, os visitantes puderam acompanhar as novidades dos expositores, entre eles, School Picture/IsCool App.

Pelo estande School Picture/ IsCool App passaram diversos gestores e educadores, alguns já usuários das soluções escolares, como o caso de Sonia Paro, diretora da EMEB Stélio Machado Loureiro, em Bebedouro (SP).

A escola, que integra a Rede PEA Unesco, também utiliza o aplicativo de comunicação escolar IsCool App. Inclusive, já fizemos um artigo para o Blog que vale a pena ler ou reler: IsCool App faz parceria social com escola municipal de Bebedouro – SP

Programação do Encontro

Tendo a bela paisagem histórica da época colonial do Brasil como cenário, os participantes do Encontro Nacional PEA Unesco 2019 puderam assistir à palestras e mesas-redondas sobre temas como a Agenda Global da Educação 2030 e a educação indígena, lembrando que 2019 é o ano internacional das Línguas Indígenas.

“O público de educadores veio aqui para aprender, para trocar, para construir relações. Veio aqui também para reafirmar o compromisso que foi assinado no momento de manifestação de interesse e continua a ser confirmado no dia a dia com qualidade sempre maior”, comenta a coordenadora nacional da Rede PEA Unesco, Myriam Tricate.

Na abertura oficial do evento, os visitantes puderam assistir à apresentação emocionante do coral infantil do Colégio Padre Eustáquio cantando o Hino Nacional. Participaram os membros da Rede PEA Unesco, como a coordenadora internacional da Unesco, Sabine Detzel.  Na conferência de abertura, Sabine falou sobre a Agenda Global da Educação 2030 e o papel dos associados da Rede PEA Unesco.

No segundo dia do evento, o assessor executivo da Rede PEA Unesco, Paulo de Camargo apresentou dados da organização. De acordo com ele, a Rede conta com 569 escolas associadas, 36 mil professores e 500 mil alunos atualmente.

“Através de uma pesquisa com as escolas associadas, descobrimos que as escolas desconectadas sofrem muito”, diz ele ao falar da questão tecnológica nas escolas.

Enquanto que 60% das escolas associadas possuem conexão com internet Wi-Fi, 40% ainda não tem.

“No entanto, 80% dos pais cobram das escolas investimento em tecnologia e inovação”, revela Paulo. Vale lembrar que a tecnologia aproxima os pais da escola, como no caso do aplicativo IsCool App que funciona como um canal de comunicação entre gestão escolar e os responsáveis pelos alunos.

Miguel Thompson, diretor do Instituto Singularidades, palestrou sobre a formação dos professores na perspectiva da agenda 2030. Segundo ele, a escola do futuro deve ser pensada hoje:

“A escola não pode ser sistêmica, fragmentada como o pensamento iluminista do passado. A nova escola coloca o aluno como protagonista”, diz. E completa: “O movimento que a gente vive agora tem muito a ver com retomar a experiência do homem completo”.

O coordenador da Rede PEA Unesco de Angola, Manuel Diogo também falou sobre a experiência em seu país:

“Começamos em 1998 com 4 escolas associadas ao programa na capital Luanda. Hoje, somos 45 escolas e nossa meta é aumentar em mais 100 escolas até 2022”, conta Manuel Diogo.

Já no último dia do evento, os visitantes foram agraciados com um sorteio realizado pelos expositores. O IsCool App ofereceu 1 ano grátis do aplicativo como presente a ser sorteado. A sortuda (sortuda mesmo, porque foi sorteada duas vezes!) foi Lúcia de Almeida Assis, diretora do Colégio Hélio Alonso, do Rio de Janeiro – RJ. Por fim, o público presente se despediu do evento ao som da banda de Flávio Venturini (ex-integrante do Clube da Esquina).

A próxima edição do Encontro Nacional da Rede PEA Unesco deverá ocorrer em 2020, em Campos do Jordão, cidade turística localizada na Serra da Mantiqueira, em São Paulo.

Confira a galeria de fotos do Encontro PEA UNESCO 2019