Como a Integração do IsCool App pode contribuir para a volta às aulas

Aplicativo de comunicação escolar integrado ao software de gestão da escola oferece ganho de tempo e segurança da informação no retorno dos alunos

Com a volta das atividades escolares do segundo semestre, os colégios podem se ver em apuros ao realizar o processo de matrículas e rematrículas, atualizar cadastros e boletins, enviar boletos bancários, entre outros processos. Tudo isso pode custar tempo e dinheiro quando esses processos não são automatizados e, pior ainda: quando não estão integrados com as demais ferramentas tecnológicas do colégio.

Por essa razão que o aplicativo de comunicação escolar, o IsCool App, oferece o serviço de integração para conectar-se ao sistema de gestão da escola, também conhecido como ERP (do inglês, Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial). Um ERP é capaz de atender todos os segmentos de uma escola, centralizando as informações num só lugar.

Por isso é tão interessante a sincronização entre o ERP e o aplicativo de comunicação escolar. Inclusive, já falamos sobre as 5 vantagens em integrar o app de comunicação escolar ao software de gestão anteriormente. Vale lembrar que o IsCool App foi um dos primeiros apps a oferecer o serviço chamado de IsCool Sync, que se integra a diversos softwares de gestão escolar.

Entre eles, a Babylândia e Atuação Escola Bilíngue, de Niterói-RJ que utiliza o IsCool Sync desde o início desse ano. De acordo com o diretor Rodrigo Sampaio, o módulo de integração facilita muito o trabalho da escola no sentido de oferecer maior praticidade.

“Não precisamos lançar os dados no aplicativo, uma vez que o mesmo está integrado ao nosso sistema de gestão. Por exemplo, os pais que fizeram matrícula agora no meio do ano, automaticamente já ficam sabendo dos comunicados e projetos da escola pelo aplicativo, antes mesmo do início das aulas”, explica Rodrigo.

A Babylândia e Atuação Escola Bilíngue foi uma das primeiras da sua região a oferecer o ensino também no idioma inglês. É conveniada a Universidade de Cambridge. Recentemente, adquiriu uma casa em Orlando, na Flórida – EUA, a fim de levar os alunos do ensino médio e fundamental II para participar de intercâmbios nas férias de julho. A escola que atende da Educação Infantil ao Ensino Médio ainda é parceira do Projeto UNOi Educação, que conta com o apoio de parceiros como a Apple, a Unesco, a Epson, entre outros.

Em São Paulo, o Colégio Santo Agostinho também utiliza o IsCoolApp Sync. A escola passou a integrar seu software de gestão ao aplicativo de comunicação escolar desde o começo de 2019. De lá para cá, os resultados têm sido positivos. Segundo Raquel Bohnstedt, diretora pedagógica, a maior vantagem do aplicativo com o serviço de integração é a rapidez com que os pais são informados e a abrangência dos conteúdos.

“Como as informações seguem de forma ativa pelo aplicativo, atingimos também aqueles pais que normalmente não buscam pela informação no site do colégio, aumentando assim a abrangência do público”, relata ela.

O Colégio Santo Agostinho atua na capital paulista desde a década de 30 e possui tradição agostiniana, tendo como um dos principais valores o de ensinar com amor. Atende alunos da educação infantil até o ensino médio. Também oferece ensino bilíngue integrado à proposta pedagógica da escola.

Integração e praticidade

Com o serviço de integração do IsCool App, o IsCool Sync, seu colégio garante integridade dos dados, um princípio básico da comunicação fluida. Sem contar que os pais recebem, em tempo real, informações que antes eles teriam que buscar em outro canal, como portal do colégio ou até mesmo um contato telefônico.

A integração do app de comunicação com seu ERP já se mostra como uma necessidade na rotina diária da escola, principalmente nos momentos de maior fluxo de trabalho, como a volta às aulas.

Mais do que facilitar o dia a dia dos colaboradores e permitir maior vazão no fluxo de trabalho, estamos falando de segurança da informação. Com tantas tecnologias à disposição, é importante que o colégio busque soluções para integrar as ferramentas e facilitar o dia a dia dos colaboradores, alunos e pais. Integrar o aplicativo de comunicação escolar ao sistema de gestão, por exemplo, não só confere praticidade como segurança à informação.

Além de manter os cadastros dos alunos sempre atualizados, a sincronização entre o ERP e o aplicativo IsCool App oferece outros benefícios, como o envio automático de boletos e de outros serviços que utilize o sistema de gestão da escola para registro de baixa, como, por exemplo, catraca.

Entre todas as vantagens do IsCool App Sync, destacam-se:

  • Otimização de tempo

A integração do IsCool App Sync maximiza os benefícios do ERP em produtividade. Isso significa menos tempo perdido tentando fazer um programa conversar com o outro. O processo de integração em si também pode ser bastante rápido.

Quando é necessário puxar as notas e faltas dos alunos para o aplicativo de comunicação escolar, isso é retirado do ERP. Bom para a escola que ganha em credibilidade. Bom para os pais que recebem a informação do boletim e da freqüência escolar sempre atualizada.

  • Mais segurança nos processos

A segurança das informações e de dados é fundamental para qualquer escola. Com a integração do aplicativo ao software de gestão, o colégio garante maior proteção na transição dos dados entre os programas.

Essa confiabilidade acaba refletindo na imagem da própria escola, que passa a ser reconhecida como uma instituição eficiente, preocupada com a segurança da informação, eficácia dos processos e com grande vantagem sobre a concorrência.

Além do que, escolas eficientes necessitam de recursos tecnológicos também eficientes. Parte do portfólio de funcionalidades do IsCool App, o Sync é um serviço oferecido pelo aplicativo, que inclui monitoramento e ajustes necessários em tempo real para que a integração aconteça e a comunicação seja fluida.

Seu colégio não precisa esperar até 2020 para conectar o IsCool App ao sistema de gestão. Aproveite o momento de volta às aulas e integre seus recursos tecnológicos para melhores resultados. Para saber mais informações sobre este serviço, assim como as demais funcionalidades do aplicativo de comunicação escolar, clique aqui.

IsCool App é destaque no 15º Congresso do Ensino Privado Gaúcho

Aplicativo de comunicação escolar atraiu a atenção durante o evento organizado pelo Sinepe-RS que reuniu mais de 2 mil participantes em Porto Alegre, entre os dias 24 e 26 de julho.

Nem o frio chuvoso afastou os diretores e professores dos colégios do sul do país durante o 15° Congresso do Ensino Privado Gaúcho, organizado pelo Sinepe-RS.

O congresso e a feira aconteceram simultaneamente entre os dias 24 e 26 de julho, no Centro de Eventos da PUCRS. O evento reuniu cerca de 40 expositores e mais de 2 mil pessoas, entre mantenedores e professores de escolas privadas da região sul do Brasil.

O IsCool App marcou presença na Expoeducação, demonstrando as novas funcionalidades do aplicativo de comunicação escolar aos participantes do evento, além de presentear os seus clientes com um mimo especial.

Também a School Picture ganhou destaque ao trazer a foto-lembrança para os congressistas, Foram impressas mais de 900 fotos de professores e diretores que ora se juntavam em grandes grupos, ora posavam sozinhos para o fotógrafo. Somente uma empresa que já possui tradição em recordação escolar para proporcionar uma ação desse nível.

De acordo com a consultora de negócios do IsCool App, Mariam Vahdat, eventos educacionais como o promovido pelo Sinepe-RS são muito importantes para estreitar parcerias, fortalecer vínculos com os clientes e promover novas oportunidades de negócios e relacionamentos.

“É uma alegria rever clientes que se tornaram amigos e uma grande satisfação quando ouvimos deles que nossos serviços contribuem para o progresso do colégio”, relata Mariam.

Mariam Vahdat, ao centro, apresentando todas as funcionalidades do IsCool App

Os diretores dos colégios que são clientes do aplicativo e, estavam presentes no evento, receberam em mãos um presente da nossa equipe.

Além dos presentes para colégios que já são clientes, a equipe do IsCool App sorteou 1 ano de uso gratuito do aplicativo entre os participantes do evento. Quem levou o prêmio foi a sortuda Fernanda Marmentini, do Colégio Franciscano São José, de Erechim-RS.

O evento, que acontece a cada dois anos, já tem data para a próxima edição: 21 a 23 de julho de 2021. Segundo o diretor do Sinepe-RS, Milton Léo Gehrke, a edição de 2019 contou com a participação de cerca de 100 escolas de todo o Rio Grande do Sul.

“Esse evento é muito importante porque traz novidades para a sala de aula, seja através dos temas debatidos durante o congresso, seja através das soluções escolares apresentadas pelos expositores”, explica Milton.

E completa: “Desde o primeiro congresso temos como objetivo revigorar as escolas, trazendo temas relevantes e atuais para a reflexão. Tivemos 2 mil inscritos esse ano, mas se não fosse por conta da limitação do espaço, teríamos ainda mais.”

Encontro de Lideranças e Palestras

Numa plenária com visão de 360° graus, diversos especialistas discutiram a educação brasileira para uma plateia lotada. Como o evento foi realizado na capital gaúcha, não faltou quem levasse o inseparável chimarrão durante as palestras.

A abertura oficial da Expoeducação foi precedida pelo Encontro de Lideranças que contou com a presença dos diretores dos principais colégios gaúchos.

Já no segundo dia do evento, um dos destaques foi a palestra de Pedro Demo, professor titular da Universidade de Brasília e autor de mais de 40 livros. O tema abordado por ele foi: A autoralidade do professor e do aluno.

“A escola muda, se o professor muda”, avisa Pedro Demo. “O professor deve ser o protagonista da mudança e educar pela pesquisa, pela autoria, não apenas reproduzindo conteúdos”.

O terceiro e último dia foi enriquecido com a apresentação de diversos assuntos atuais, alinhados com o tema do congresso “Professor: agente de conexão”. Luis Rasquilha, por exemplo, abordou a questão tecnológica em sala de aula, através da sua conferência “Do aluno de hoje ao profissional de amanhã”. Rasquilha é um reconhecido consultor de inovação para empresas.

“O papel do professor é o de curar o conteúdo, saber o que interessa e o que não interessa. Mas, não adianta querer forçar o aluno. Antes de tudo precisa entender sua cabeça e se ajustar naquilo que ele quer”, explica. Segundo o consultor, a educação é um dos negócios que mais está em transformação.

Já o psicólogo Rossandro Klinjey, autor do livro “Temas complexos: uma abordagem didática”, falou sobre a importância do professor não cair na rotina através da sua palestra: “Numa era de incertezas, o mais importante é ser feliz”.

O psicólogo, já conhecido pelo grande público por sua participação no Programa Encontro, com Fátima Bernardes, da Rede Globo, alertou que qualquer pessoa pode nos ensinar, inclusive os mais novos, desde que estejamos dispostos a aprender.

“Fiz um curso de idiomas com adolescentes e percebi que eles sabiam mais do que eu. Ao invés de achar isso ruim, notei que poderia aprender muito com eles”, relata.

Rossandro Klinjey com a palestra “Numa era de incertezas, o importante é ser feliz”

Como visto, é preciso uma mudança de visão, de hábitos e de atitudes para que o professor conquiste a atenção dos alunos e possa ser, de fato, um agente de transformação da vida das pessoas. Essa parece ter sido a principal mensagem aos participantes do congresso.

Confira os melhores momentos do 15º Congresso do Ensino Privado Gaúcho

Ensino bilíngue: saiba como formatar sua escola

O ensino de uma segunda Língua está alinhado com as competências necessárias para os alunos de hoje. Porém, é necessário que a escola esteja preparada para oferecê-lo de maneira assertiva e eficiente.

Nos últimos cinco anos, o mercado escolar bilíngue se expandiu muito. Estima-se um aumento entre 6% e 10% (dados da Associação Brasileira do Ensino Bilíngue – Abebi). Isso mostra que os pais dos alunos estão cada vez mais buscando colégios que preparem seus filhos para o mercado de trabalho numa perspectiva de economia globalizada.

“Esse movimento que ocorre no Brasil, também está ocorrendo em outros países da América do Sul e do mundo. É, portanto, um fenômeno em vasta expansão em todo o planeta”, comenta Antonieta Megale, doutora em Linguística Aplicada pela Unicamp e coordenadora da pós-graduação em Educação Bilíngue do Instituto Singularidades.

Porém, seja por falta de informação ou por falta de regulamentação – ou por ambos os motivos, algumas escolas acabam se vendendo como escolas bilíngues, quando na verdade não são. De acordo com Megale, é necessário se atentar que há especificidades nesta modalidade educativa no que se refere à formação de professores.

Antonieta Megale

“Precisamos planejar como formaremos professores para atuarem nessas escolas. Não basta apenas contratarmos professores fluentes na língua adicional. Esse professor precisa ter conhecimento do conteúdo que ministrará por meio da língua adicional, assim como das didáticas referentes a essa área do conhecimento”, explica.

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) não possui uma regulamentação específica para esse tipo de ensino, considerando como bilíngue somente as escolas para surdos, de fronteiras e as indígenas. Essa lacuna resulta em estabelecimentos com diferentes níveis de ensino do segundo idioma e, muitas vezes, frustração por parte dos pais que esperam que os filhos adquiram fluência em outra língua, porém, nem sempre isso ocorre.

“Precisamos também começar a produzir pesquisas nessa área, focalizando nosso próprio contexto. Não podemos apenas nos basear em pesquisas realizadas em outros contextos. Precisamos olhar para nossas próprias demandas, lacunas e desafios”, lembra Megale.

Escola bilíngue x escola internacional

Como vimos, aqui no Brasil ainda não existe uma regulamentação que defina exatamente o que é uma escola bilíngue. Mas, segundo especialistas, é preciso que pelo menos 50% do currículo sejam desenvolvidos na língua estrangeira, além de atividades lúdicas. O conceito é diferente das escolas denominadas internacionais, que seguem cerca de 80% da grade curricular de outro país.

A escola bilíngue oferece como base de ensino o currículo brasileiro, diferente da escola internacional que segue o currículo estrangeiro, como por exemplo, americano ou britânico. Na escola bilíngue, além do ensino da língua estrangeira, algumas disciplinas também são passadas aos alunos noutro idioma. Já na escola internacional, todas as matérias são lecionadas no idioma estrangeiro. Outra diferença é que na escola internacional, os diplomas também são estrangeiros.

Bilinguismo por imersão

Normalmente, as escolas que promovem a imersão completa do aluno numa cultura estrangeira – ou seja, não ensinam somente uma nova língua, mas também os hábitos, costumes e as tradições de outro país, têm maior êxito.

É o caso da Maple Bear, rede canadense de escolas do ensino infantil ao médio que atua no Brasil desde 2006. Oferece o ensino bilíngue ministrando atividades em inglês até os cinco anos de idade e, a partir da alfabetização, as aulas passam a ser 75% em Inglês e 25% em Português. Ao ingressar no Ensino Fundamental, os alunos assistem metade das aulas na língua nativa e a outra metade em Inglês, conforme a demanda do currículo nacional que prevê as matérias de História, Geografia e Português.

“O nosso currículo escolar é distribuído de tal forma que os alunos conseguem aprender e a organizar o pensamento nos dois idiomas”, relata a sócia-diretora da unidade Maple Bear de Campinas, Erica Ribeiro da Silva Moreira.  

A unidade também utiliza o IsCool App como aplicativo de comunicação escolar entre os pais e o colégio: “Enviamos os comunicados nos dois idiomas, Português e Inglês, já que a maioria das famílias é brasileira”, conta.

Como se preparar para oferecer ensino bilíngue

Já é sabido que o que caracteriza uma escola bilíngue é o fato de que há componentes curriculares ou áreas do conhecimento ministradas em duas ou mais línguas. Segundo Antonieta Megale, para formatar a sua escola com o sistema de ensino bilíngue, o primeiro aspecto a ser observado é: quais componentes curriculares serão ministrados em português e quais serão ministrados na língua adicional.

Ela reforça: “Depois, é preciso verificar se esta escola está localizada em algum estado brasileiro em que já há regulamentação. Caso esteja, é preciso observar os pressupostos exigidos para o funcionamento de uma escola bilíngue dispostos no documento”.

As possibilidades para esta transformação precisam ser analisadas, seja por conta própria ou com o auxílio de metodologias já existentes do mercado. De acordo com informações da Abebi, “o primeiro caso, normalmente é muito complexo devido à escassez de profissionais preparados no país atualmente”.

A segunda opção é a mais indicada, pois assim a escola pode contar com a experiência de empresas que já possuem estrutura pedagógica consolidada e que já realizam este trabalho há algum tempo.

Comunicação escolar em outro idioma

Outro aliado nesse projeto de escola bilíngue é o aplicativo de comunicação escolar. Hoje, o IsCool App atende várias escolas bilíngues em todo o Brasil e oferece aos colégios, entre diversas funcionalidades, a oportunidade de configuração em outros idiomas.

O IsCoolApp é o único do mercado disponível em quatro idiomas. Para as escolas que já utilizam o aplicativo, alterar o idioma é muito simples. Na versão mobile do IsCool App existe as quatro opções de idiomas: Alemão, Inglês, Espanhol e Português.

Num mundo globalizado, multicultural, dominar outra língua se tornou uma necessidade. Para a escola, uma das principais vantagens em se tornar bilíngue é a de se diferenciar da concorrência. Já para os alunos, o acesso durante toda a escolarização a duas línguas, pode facilitar o ingresso e o percurso em uma universidade estrangeira, segundo Antonieta Megale.

“Além disso, o aluno pode ter acesso a bens culturais diversos produzidos em português e na língua adicional, o que contribui para a ampliação do repertório do aluno e, consequentemente, de seu conhecimento do mundo e de si mesmo”, finaliza.