O que seu colégio deve saber para criar o planejamento de marketing 2019

Muito além de termos da moda e de campanhas publicitárias gigantescas, o plano de marketing que fará a diferença para sua escola em 2019 é baseado no bom uso de dados e na gestão voltada para detalhes

Marketing Escolar planejamento 2019

O ano está chegando ao fim e a rotina do gestor escolar se intensifica: é hora de toda a equipe se concentrar nos planejamentos de classes e turmas, calendário pedagógico, orçamento e, claro, no plano de marketing.

Importante ferramenta de gestão, o planejamento de marketing traça diretrizes que auxiliam o colégio a enfrentar qualquer crise garantindo a sustentabilidade e lucratividade do negócio.

Mas criar um plano de marketing real e executável nem sempre é uma tarefa fácil. São inúmeras frentes a serem pensadas e que ainda se multiplicam aos mais diversos canais de distribuição disponíveis. Sem contar a grande oferta de novas ferramentas, tecnologias e termos oferecidos pelo mercado.

Para organizar as ideias, o Blog do IsCool App destaca pontos essenciais a serem considerados em seu plano de marketing 2019. Quem nos ajuda é Maurício Berbel, autor do livro “Marketing Educacional – como manter e conquistar mais alunos” (2003), primeira publicação sobre o assunto no Brasil. Confira:

Afinal, o que caracteriza um bom plano de marketing escolar?

Basicamente, um bom plano de marketing é aquele que poderá ser executável e mensurado. Antes de pensar em ideias inovadoras, é preciso ter certeza de que poderá colocá-las em prática.

“Um bom plano de marketing parte de uma visão realista do ambiente, do momento competitivo, das expectativas das famílias e da capacidade da escola em atender, inovar, crescer e ser lucrativa. Não é uma leitura simples e nem mesmo um processo linear de ‘preencher uma série de formulários’. Trata-se de compreensão do contexto, das relações, das possibilidades”, resume Maurício Berbel, que também é sócio-fundador da Alabama Consultoria Educacional.

 

Comece reunindo os dados essenciais

Para iniciar o processo de planejamento, é preciso ter em mãos pesquisas de satisfação, grupos focais, perfil das famílias e, claro, conhecimento sobre os principais concorrentes. Itens que, ao longo do ano, seu colégio já providenciou.

Com mais de 20 anos de atuação como consultor em colégios de todo o Brasil, Berbel recomenda, também, medir o desempenho da gestão de maneira objetiva. “Assim, calculamos indicadores de fidelização e captação de alunos, medimos a eficiência da operação e estabelecemos metas realistas para cada métrica”, diz ele.

 

Qual deve ser a estrutura do meu plano de marketing?

Todas as informações recolhidas facilitam o levantamento de alternativas e ações práticas. Ao final, o colégio consegue formalizar um plano de marketing escolar real, caracterizado por ser um documento simples, prático e que resume a leitura de contexto na seguinte linha de raciocínio:

  • Diretrizes estratégicas;
  • Ações de promoção;
  • Aprimoramento nos serviços;
  • Pontos de controle.

 

As particularidades do marketing escolar

Funil de vendas, lead, jornada do cliente, call to action, longtail, palavras-chave… em meio a tantos novos termos, os tradicionais 4P’s do marketing acabaram sendo sufocados. Mas será que todas as tendências desse mercado em ebulição são aplicáveis ao marketing escolar? Como filtrar o que deve ser considerado para a sua realidade e o seu plano de marketing?

Falar em começar pelo básico pode parecer clichê e simplista, mas querer se apropriar das tantas ofertas de soluções, canais de comunicação, fornecedores e parceiros pode desviar o foco e tornar a gestão ainda mais difícil.

Termos da moda como os citados acima, por exemplo, fazem total sentido para o marketing digital e, principalmente, o segmento dos varejistas e e-commerces, que encaram um comportamento de compra e uma relação empresa-cliente muito diferente da realidade escolar.

A escola encontra seus clientes todos os dias do ano”, ressalta Berbel que, sobre as particularidades do marketing escolar, emenda: “Defendo o conceito de ‘coerência estratégica’. Quando o gestor estabelece uma estratégia com clareza e bem fundamentada ele é capaz de comunicá-la à equipe e isso ajuda muito na definição e implementação de ações e projetos”.

 

Marketing digital, não se esqueça dele

Mais barato, prático e seguro, o marketing digital já figura entre o chamado “básico” que citamos acima. Já falamos nessa matéria sobre como o colégio pode se apoderar de estratégias on-line para campanhas de matrícula e rematrícula.

Para 2019, a dica é intensificar ações digitais dentro dos canais que o colégio já possui e que são de baixo investimento, como as mídias sociais e os aplicativos de comunicação. Com uma equipe treinada, essas novas tarefas passam a ser orgânicas, tornando a comunicação um ponto forte da sua escola e fortalecendo a ideia de ter o receptor ao seu lado.

Sai na frente o colégio que insere em seu planejamento de marketing ações voltadas a manter um ritmo de produção de conteúdo, representando o cotidiano da escola e pelas mãos dos próprios colaboradores, sem contar, necessariamente, com uma equipe inteira de marketing, jornalistas, designers e fotógrafos.

 

INVISTA NESSES TRÊS ITENS

Economia em cheque, mudanças na legislação educacional, diminuição no poder aquisitivo e famílias com menos filhos são alguns dos motivos que revelam uma crise real para o setor de educação privado do Brasil. Apesar de as escolas viverem diferentes realidades e lidarem, cada uma de seu modo, com suas várias concorrências, não há uma receita de bolo.

Segundo Berbel, e mantendo a analogia, o importante é combinar ingredientes e variar nos temperos. “Mais que procurar por uma solução aqui ou ali, o gestor precisa desenvolver sua capacidade de interpretar seus desafios e combinar seus recursos para ser mais competitivo, entregando o básico com eficiência e criando seus diferenciais”, reforça.

E se a intenção é criar movimentação, garantir um marketing eficaz e livrar-se de qualquer crise, listamos algumas das apostas que podem fazer a diferença para seu colégio em 2019:

 

Gestão baseada em dados

Como uma onda de inovação, as edtechs têm se multiplicado e investido no lançamento de ferramentas voltadas para a obtenção de dados. Os gestores já sabem que um olhar mais analítico, baseado em métricas e algoritmos faz toda a diferença (como citamos nessa matéria), por isso, a grande aposta é em ferramentas que tragam números para análises consistentes.

Novas tecnologias de ensino

Também um assunto recorrente aqui no Blog do IsCool App, as novas tecnologias educacionais atingem um patamar alto no nível de prioridades do colégio em 2019. Metodologias ativas e inovação na maneira de ensinar serão o diferencial para quem busca driblar qualquer turbulência.

Integração e praticidade

Com tantas tecnologias à disposição, é importante que o colégio busque soluções para integrar as ferramentas e facilitar o dia a dia dos colaboradores, alunos e pais. Integrar o aplicativo de comunicação escolar ao sistema de gestão, por exemplo, não só confere praticidade como segurança à informação. Assim como oferecer a rematrícula por meio de assinatura digital imprime facilidade e uma imagem de inovação por parte da escola.

Sala de aula invertida na prática: o que é e como implantar

Criado há pouco mais de dez anos, o modelo de organização de sala de aula é mais uma das opções destacadas pelas metodologias ativas; escolas têm adaptado a tendência a seus próprios métodos na busca por resultados ainda mais eficazes

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Cadeiras enfileiradas, cadernos e livros como principal ferramenta de uso do aluno, salas de aula fechadas e totalmente emparedadas, protagonismo do professor… o modelo de ensino do século passado ainda é o mais utilizado em escolas do mundo todo porque também prova ser eficaz em muitos pontos. Entretanto, essa imagem de organização tem, aos poucos, se dissolvido mediante tantas transformações pelas quais a sociedade transcende.

Novas ferramentas, principalmente baseadas em tecnologias educacionais, dão espaço ao que chamamos de ensino híbrido, cuja intenção é oferecer diversas opções de aprendizado ao aluno. Uma das metodologias ativas inseridas nesse cenário, e que cada vez mais ganha a atenção de gestores escolares, é a Sala de Aula Invertida, que, de maneira resumida, traz o aluno como explorador do conteúdo e o professor com o papel (não menos importante) de mediador do aprendizado.

Unida a outras técnicas e metodologias, a Sala de Aula Invertida tem sido aproveitada com êxito por gestores educacionais Brasil afora. Mas nada de mudanças radicais ou de puro modismo, o segredo de quem aplica o conceito está na capacidade uni-lo às práticas já consagradas pela instituição, de maneira orgânica.

 

Mais que uma tendência, uma necessidade

A Sala da Aula Invertida surgiu nos Estados Unidos, entre os anos de 2006 e 2007, em grandes universidades americanas. Um dos precursores do chamado flipped classroom é o professor de química da Universidade do Colorado, Jonathan Bergmann, que, com base em pesquisas, defende o método de flipped learning como sendo o mais eficaz no aprendizado em qualquer idade.

Mais eficaz ou não, na prática, a verdade é que o método tem características diferenciadas. “A chamada sala de aula invertida é, dentro outros, um dos modelos de organização do ensino híbrido, que pressupõe que haja várias maneiras de aprender, em vários lugares e que alterna momentos em que o aluno estuda sozinho – normalmente em ambientes digitais – e em grupo – quando está em sala de aula com o professor e com os colegas”, explica Márcia Rosiello Zenker, educadora, psicóloga clínica e educacional e consultora associada da Humus Consultoria Educacional.

A Sala de Aula Invertida envolve as TDICs – Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação, por isso ganha a atenção da comunidade escolar. “É uma tendência e uma necessidade as escolas usarem, cada vez mais, metodologias ativas. A sala de aula invertida é apenas um modelo que serve a essa metodologia. Hoje, com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), em que se propõe o desenvolvimento do protagonismo do estudante e a inserção das TDICs, mais do que nunca são importantes e bem-vindas todas as formas de organização do conhecimento. E a sala de aula invertida é uma delas”, afirma Márcia.

 

O exemplo do Colégio Emilie de Villeneuve

No Colégio Emilie de Villeneuve, que utiliza o IsCool App como plataforma de gestão de comunicação, o conceito da Sala de Aula Invertida faz parte da estratégia de ensino de forma orgânica, pois está inserido em todos os espaços de aprendizagem da instituição. “Todos os espaços de aula, como laboratórios de ciências, informática, línguas, cozinha experimental , entre outros, são utilizados de forma a permitir ao aluno a construção ativa de seu conhecimento e não apenas reproduzir sequências didáticas”, conta Marizilda Escudeiro de Oliveira, Coordenadora Pedagógico-Educacional do Ensino Médio e da EJA – Educação de Jovens e Adultos do colégio localizado na capital paulista.

Comprometido com o aprendizado hibrido e com a difusão do que há de mais atual em tecnologias educacionais, o Colégio Emilie de Villeneuve se pauta nos bons resultados obtidos com a unificação de metologias no espaço maker, uma sala de aula para aprendizagem criativa, que contou com investimento em mobiliário próprio para se adaptar de acordo com a necessidade de cada grupo. “Esta sala vai além da aula invertida. Os alunos desenvolvem projetos no plano digital e os tornam reais com a ajuda de sensores, impressora 3D, cortadora a lazer. Desta forma constroem conceitos, desenvolvem habilidades transitando entre uma ideia, um projeto e a sua execução. Os ganhos com a utilização desta sala estão relacionados à aplicação direta nas questões do cotidiano”, ressalta a coordenadora.

 

Uma questão de adaptação

O fato é que as escolas têm adaptado as metodologias ativas à sua realidade e aos seus fundamentos. Em matéria recente, citamos o exemplo do Colégio Teresiano, do Rio de Janeiro, que utiliza diversas ferramentas, entre elas o blog, para promover o empoderamento digital. O próprio colégio, que também aposta no IsCool App para comunicar e integrar as famílias sobre as atividades desenvolvidas em classe, cita que reservou um andar inteiro para a criação de salas de aulas interativas, em que o aluno pode mesclar o uso de computador, tablet, celular, impressoras 3D e livros simultaneamente.

Espaços híbridos, aliás, também já foram tema para um dos textos mais lidos deste blog, a matéria sobre arquitetura escolar. Com especialistas no assunto, o texto fala da importância da quebra de paradigmas no design das salas de aula contemporâneas e cita exemplos de como essas adaptações podem ser aplicadas em cada colégio, alinhando demandas e orçamento.

 

As vantagens da sala de aula invertida na prática

Especialista em história da educação brasileira, Márcia Rosiello Zenker elenca os principais ganhos refletidos pela sala de aula invertida, de acordo com declarações colhidas por ela de professores e alunos. Confira:

  • Maior interatividade, tanto entre os alunos como entre alunos e professor;
    Aumento no nível de colaboração entre os alunos e estímulo ao compartilhamento do conhecimento por parte deles;
  • Crescimento da motivação e interesse dos alunos em aprender;
  • Ampliação do interesse pelo conhecimento para além dos muros da escola, chegando, muitas vezes, aos familiares;
  • Apropriação, pelos alunos, da construção do conhecimento;
  • Facilitação de identificação das dificuldades dos alunos pelo professor, possibilitando que ele redirecione o estudante para novas atividades.

Guia de boas práticas do app escolar: como dominar a ferramenta e conquistar o engajamento do público

Explorar mais de cada funcionalidade e personalizar o conteúdo são alguns dos pontos-chave para potencializar ao máximo o meio de comunicação mais eficaz do colégio

Boas Praticas_app escolar_IsCool App

Imagine que você é um pintor e está diante de uma tela em branco na qual deve criar a melhor propaganda de você mesmo. Mais: essa tela deve se tornar cobiçada e bastante valiosa, sendo objeto de grande admiração por parte do público.

Assim, como a tela em branco, é o aplicativo de comunicação do seu colégio. O que você vai pintar diariamente sobre a sua escola? Quais as cores que irão chamar a atenção do público? Que tipo de linguagem vai trazer mais identificação por parte das pessoas e quantos cenários diferentes poderão ser retratados?

Não, não é difícil, caso esteja pensando. Com o aplicativo de comunicação, escolas têm reforçado sua marca e criado uma nova (e simples) maneira de engajar as famílias. Afinal, você tem uma ferramenta pronta para trabalhar em prol da missão da instituição, basta alimentá-la.

Pensando nisso, e tendo como base alguns exemplos dos colégios que melhor têm se engajado utilizando o IsCool App, preparamos um guia com dicas simples para gestores escolares e administradores da ferramenta. Você vai conquistar de vez a atenção dos pais e fazer com que eles não resistam em conferir e interagir com seu conteúdo diariamente. Confira:

 

Frequência das postagens

O feed de notícias é uma espécie de mural da escola e funciona como uma timeline de outras mídias sociais. Aliás, ele é a primeira tela que o pai vê quando abre o IsCool App. Aqui, cada escola define a frequência das postagens, mediante a importância do conteúdo, mas o ideal é que se faça pelo menos entre duas a cinco postagens por semana com assuntos gerais, de interesse de todo o público escolar.

Já quando o assunto é o comunicado, a freqüência varia de acordo com as etapas e a mecânica do uso do app na escola. Por exemplo, há colégios que optam por deixar que o professor atualize os comunicados, enviando fotos dos filhos nas atividades do dia a dia. De qualquer forma, este é o meio para comunicar assuntos mais específicos e segmentados, como por exemplo, enviar boletim somente para responsável pedagógico ou boleto bancário somente para o responsável financeiro.

A regra é, em qualquer das situações, pelo feed ou via comunicado direto, a frequência deve manter uma constância, mas sem exageros. O usuário tende a perder o interesse quando é bombardeado de informações que não dizem respeito ao seu filho ou que não tenham o objetivo claro de informar.

 

Publicação de fotos

Já falamos nesta matéria sobre questões jurídicas que envolvem o uso de imagens dos alunos em publicações da escola e sabemos que ela deve ser autorizada de maneira consciente no contrato de matrícula.

De qualquer forma, as fotos compõem um conteúdo de qualidade e que chama a atenção. Vale, é claro, o bom senso na exposição das crianças e na escolha do material divulgado. O colégio deve padronizar o tipo, qualidade e tamanho das imagens, evitando a poluição visual e gerando empatia.

 

Conteúdo engajador

Além do uso das fotos, imagens e vídeos, é preciso evitar textos muito densos, tanto no feed de notícias, quanto em comunicados. A dica é criar conteúdos que despertem a curiosidade e o interesse do pai da maneira mais personalizada possível.

Avisos gerais, campanhas, registro de atividades importantes desenvolvidas por alguma turma, matérias sobre a escola no jornal da cidade são assuntos para o feed de notícias, que reforça a marca junto à comunidade escolar. Assuntos específicos sobre comportamento do aluno, por exemplo, e atividades desenvolvidas em sala, podem ser enviadas pelos comunicados.

Sai na frente a equipe que administra o aplicativo com base em um cronograma de ações e um planejamento de conteúdo pré-estabelecido. Mais dicas para criar um conteúdo engajador, você acompanha nesta matéria.

 

Dados atualizados

O sucesso do app se inicia com o uso de banco de dados atualizado. Vale insistir, por exemplo, que os cadastros dos alunos e as informações dos pais estejam sempre atualizados na secretaria do colégio. Tanto e-mail quanto telefone dos pais devem ser de uso pessoal e não profissional, para que não se corra o risco de mudanças nos dados no meio do caminho.

 

Habilitar a interação do usuário

Os colégios que permitem que os pais respondam aos comunicados e disponibilizam canais de comunicação diretos têm obtido melhor resultado em engajamento. O pai se sente ainda mais parte da educação dos filhos e fica aliviado de saber que o colégio dá atenção para suas solicitações.

E se o aplicativo puder ser utilizado pelo aluno do Ensino Médio, há ainda mais chances de conquistar a atenção. Há casos de colégios que criam grupos de alunos para a troca de dicas e materiais de estudo diretamente com professores e que têm alta aprovação do público.

 

Personalizar o aplicativo

Além de inserir o logo no ícone do aplicativo, é importante reforçar a identidade da marca nas cores e na aparência da ferramenta. É interessante, também, brincar com cores e temas variados e mostrar que o app está em constante atualização. Por exemplo, você pode deixar o logo e o perfil rosa no mês de conscientização contra o câncer de mama, ou brincar com as cores de Natal no mês de dezembro.

Outra maneira de personalizar o aplicativo de comunicação é estabelecer padrões de linguagem, como já falamos nesta matéria com 4 dicas para construir um melhor diálogo via app escolar.

 

Conheça melhor o seu público com análises do próprio aplicativo

O dashboard é uma excelente ferramenta para conhecer mais sobre os hábitos do seu público e identificar, por exemplo, os melhores horários para postagens ou o tipo de conteúdo que mais lhes agrada. Outra importante funcionalidade que auxilia nessa análise de público são as enquetes, nem sempre exploradas pelos colégios.

 

Explore calendário e outras ferramentas

Interagir com o calendário, inserindo atividades e datas importantes do ano escolar é essencial para trazer as famílias para perto e mostrar que o app é mais do que recados. Até porque, com o calendário integrado, o conteúdo pode ser compartilhado com o calendário pessoal no celular do pai.

Além do calendário, outras ferramentas estão disponíveis para o colégio e podem auxiliar no engajamento dos pais, como os serviços úteis (que disponibiliza links de sites com conteúdo, produtos e serviços), as autorizações e a própria agenda, que pode ser configurada como diário de classe em qualquer etapa.

 

Implantando a cultura do aplicativo escolar

Por último, deixamos o item mais importante: a campanha de divulgação do app antes da implantação e a abolição da agenda física. O usuário precisa ser avisado sobre a novidade e preparado para a mudança na cultura que o colégio está propondo.

Centralizar a comunicação no aplicativo, excluindo a agenda física, foi uma ação fundamental para os colégios que hoje têm adesão e engajamento total dos pais. Bem como campanhas de lançamento do app e reforço da importância da ferramenta durante as reuniões de pais.

Conselho de classe do futuro: sua escola está preparada?

Conheça a ferramenta que alia algoritmos, análise comportamental e ciência de dados para propor uma avaliação de aluno muito além do boletim de notas e faltas

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Que tipo de aluno você foi durante sua vida escolar? Era daqueles com as melhores notas nas provas e que sempre ganhava estrelinhas, ou vivia levando bronca dos pais porque o professor havia reclamado de seu mau comportamento e sua nota vermelha em matemática? Se não se enxerga em nenhum desses cenários, então provavelmente era como a grande maioria dos estudantes, cujos pequenos grandes feitos diários geralmente passavam despercebidos pelo corpo docente.

Por mais que estejamos vivendo uma constante evolução e que iniciativas como a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) estejam projetando mudanças na direção de uma educação integral, com destaque para o desenvolvimento socioemocional, não é raro se deparar com escolas que ainda classificam seus alunos dentro dos três patamares citados acima.

Foi pensando no desafio de desconstruir o tradicional modelo de avaliação de alunos e de trabalhar da melhor maneira os talentos de uma criança que nasceu o Skola, um software que traz informações cognitivas e comportamentais da criança em forma de gráficos, proporcionando a coordenadores pedagógicos uma análise mais profunda e facilitada.

 

Um olhar qualitativo do aluno

Voltado para todo o ensino básico, o software funciona como um assistente do coordenador. Nele, o professor registra ações do dia a dia de um aluno, como por exemplo, se ele se mostrou criativo na resolução de um problema, se ele foi solidário a um amigo ou se deixou de fazer alguma atividade. Por meio de um dashboard colorido, os coordenadores podem enxergar tudo o que foi apontado e, junto com os pais, criar soluções para um desenvolvimento positivo do aluno.

“A gente entende que matemática é muito importante, que adquirir conhecimento é essencial, mas estamos propondo que os colégios olhem esses alunos com empatia, que os conheçam melhor e os ajudem a desenvolver habilidades socioemocionais”, afirma Henrique Souza, um dos sócios da startup e que decidiu abraçar a causa justamente por não poder ter contado com uma ferramenta como essa quando seus filhos eram estudantes.

“Minha filha não é de exatas, e, no colégio, me diziam que ela precisava estudar mais matemática, mas ela tinha até um professor particular. Hoje, a Luiza é designer e mora em Amsterdã, está bem empregada, feliz. Ou seja, ela ficou 15 anos no colégio e eles não foram capazes de me dizer que ela era muito criativa. Se você não é um pai atento, não consegue ajudar o seu filho a encontrar o caminho”, conta Souza, que acredita no poder da escola em influenciar o futuro do aluno.

 

Um novo conceito em conselho de classe

O futuro é agora para as escolas que apostam nessa tecnologia e na ideia de que as competências socioemocionais devem ser estimuladas e avaliadas. Antes mesmo das reuniões de conselho, os professores e coordenadores são alertados por um robô assistente, para o fato de que um determinado aluno não tenha recebido uma avaliação há alguns dias. Ele interliga os dados de todos os professores de diferentes matérias e sinaliza quando um aluno tem menos avaliações, convidando o professor a indicar alguma ação.

No conselho de classe, ou mesmo na reunião de pais, os professores e coordenadores podem abrir o painel e discutir os pontos juntos, de maneira transparente e aprofundada.

O painel dificulta, por exemplo, a criação de rótulos. Em conselhos de classe, hoje, corre-se o risco de o professor acabar trazendo para a discussão temas somente da memória recente, excluindo todo um histórico de convivência e desenvolvimento da criança. “A informação tem sempre dois lados. O aluno mentiu? Na cabeça dele não, então, precisamos entender porque ele não trouxe a verdade. Assim é o novo boletim, que vai com as notas, as observações positivas e, ainda, um relatório das habilidades, expondo o aluno de forma integral”, explica Souza.

 

Integração e praticidade

A avaliação socioemocional lançada pelo colégio é mais uma ferramenta que pode ser integrada ao aplicativo de comunicação. Bastante difundida como meio de comunicação escolar e que contém funcionalidades de apoio ao diário de classe, o IsCool App já é uma das principais ferramentas do professor e do coordenador em sala de aula e tornará o a adoção da avaliação das habilidades mais prática e rápida.

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Mais

Educação socioemocional é um tema cada vez mais constante e que já foi pauta aqui no Blog do IsCool App, como uma das fortes tendências do cenário educacional atual. Acesse a matéria completa aqui.

Como obter e filtrar informações importantes do seu app escolar

A plataforma de comunicação do seu colégio conta com dashboards, gráficos, relatórios e pesquisas? Entenda como essas ferramentas são essenciais para a gestão escolar

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O tema Business Inteligence (BI), a cada dia, se torna mais comum e ganha visibilidade. Não à toa, os gestores de perfil analítico têm se destacado no mercado, tornando suas empresas diferenciadas por conhecer bem o perfil de seus públicos, prever riscos e repensar estratégias. No cenário educacional não é diferente, sai à frente o colégio que conhece bem sua estrutura, sua capacidade e seu corpo docente, além de saber como agradar seu público.

Com o avanço das tecnologias e automatização de tarefas, é cada vez mais fácil obter os dados necessários para análises e gerenciamento do negócio. Exemplo disso são os aplicativos de comunicação escolar que oferecem informações sobre o desempenho da ferramenta, da equipe que gerencia o app, dos pais e dos alunos, podendo trazer respostas sobre alguns questionamentos e auxiliando no direcionamento e medição das ações.

Saber, portanto, extrair e interpretar esses números fará toda a diferença para seu colégio. Pensando nisso, seguem algumas dicas para você poder explorar melhor seu app escolar e contar com ele para decisões importantes.

 

Dashboard: números traduzidos em cores e gráficos

Nada melhor que enxergar os dados de maneira clara e ilustrativa. Essa é a função do dashboard, que traduz em gráficos coloridos informações importantes sobre o desempenho do aplicativo no seu colégio. Uma boa analogia é comparar o dashboard ao painel de um veículo, que traz informações sobre o nível de combustível, a performance do motor, entre outros dados que te permitem tomar a direção e traçar o melhor e mais rápido percurso.

No caso do IsCool App, por exemplo, o dashboard traz, em tempo real, os números da adesão dos usuários à ferramenta, bem como a eficácia dos comunicados criados e o nível de engajamento dos pais. É possível, por exemplo, saber o melhor dia e horário para postagens no feed de notícias e, até mesmo, identificar os dispositivos mais utilizados pelo seu público.

 

O poder dos relatórios exportados

Como um sistema de gestão financeiro, o aplicativo de comunicação escolar oferece uma porção de relatórios exclusivos de usuários, sejam eles pais, alunos ou colaboradores. O melhor é que eles são exportados diretamente para planilhas de Excel e podem ser incorporados a outras planilhas já de uso do gestor, permitindo cruzar e concatenar dados.

No IsCool App, os relatórios exportados são bastante completos e de fácil visualização, aliás, a quantidade de relatórios à disposição do administrador é outro grande diferencial. Com eles, por exemplo, você consegue saber exatamente quem ainda não aderiu à plataforma ou não está movimentando a conta. De maneira simples, o gestor poderá fazer uma análise completa da comunicação dentro do seu colégio, se ela está sendo objetiva e eficaz ou não. A organização e gerenciamento desses relatórios obedece a critérios de quem conhece a rotina escolar e que facilitam, na prática, a gestão das informações.

 

Pesquisa, a melhor maneira de validar uma ideia

E se mesmo com todas as informações do dashboard e dos relatórios o gestor ainda deseja conhecer mais detalhes sobre seu público, outra ferramenta importante é a pesquisa, que pode ser criada para qualquer finalidade. Por exemplo, você pode fazer pesquisas diretamente com seus colaboradores para analisar o comportamento referente a determinada decisão quanto ao calendário.

Além de obter resultados precisos, como saber exatamente quem respondeu a qual opção, no IsCool App, por exemplo, é possível visualizar o resultado por meio de gráficos simples, coloridos e intuitivos.

 

O que mais esperar de um app de comunicação escolar

Se você não sabia que a plataforma de comunicação escolar oferece todos esses itens para auxiliar na gestão escolar, acesse essa matéria, que explica outras ferramentas importantes para o trabalho do gestor. E se você se interessou pelas ferramentas oferecidas pelo IsCool App, que tal um teste da plataforma?

Do básico às competições: como instigar os alunos no ensino de ciência e tecnologia

Pioneira no ensino de tecnologias dentro das escolas, a Jovem Engenheiro aposta na variedade de cursos e ferramentas e no estímulo aos desafios para a transformação da educação e da sociedade

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Era o ano 2000, ano de virada do milênio e de plena expansão das novas tecnologias, mas um grande gap na educação e na formação tecnológica de alunos já era uma percepção do engenheiro eletrônico Roberto Piovesan. Com grande experiência na área de automação industrial, ele observou que as instituições de ensino não tinham estrutura tecnológica para incluírem em suas grades curriculares matérias específicas de tecnologia e decidiu, assim, iniciar um trabalho de inclusão de cursos extracurriculares de Ciência e Tecnologia. Nascia a Jovem Engenheiro.

Dezoito anos e mais de dez patentes em automação industrial e robótica depois, Roberto é daqueles professores que se orgulha de já ter formado milhares de alunos, entre eles, campeões em competições tecnológicas a nível mundial. “Como mostram pesquisas, as escolas que mais crescem priorizam a tecnologia como importante ferramenta na construção do conhecimento”, afirma ele.

 

Ao alcance dos alunos

A cultura maker e o ensino tecnológico ganham cada vez mais importância e já mudam o status de matéria extracurricular para matéria de grade comum em algumas instituições. Nesse sentido, o grande diferencial das escolas está, cada vez mais, na estrutura oferecida aos alunos, afinal, é na experiência prática que essas matérias têm seu ápice.

Um dos segredos do bom resultado na formação dos alunos da Jovem Engenheiro é a parceria de sucesso com os colégios que, em alguns casos, incluem a instalação de Centros de Tecnologia equipados com computadores, impressoras 3D, materiais de robótica e até mobiliários personalizados. Além da tecnologia de ponta a que os alunos são expostos, há, ainda, o oferecimento de um corpo de professores altamente treinados para cada curso e faixa etária.

 

Diversidade na oferta de cursos e ferramentas

O acompanhamento da evolução do aluno e a adaptação dos temas para cada etapa do aprendizado é outro ponto importante a que as escolas que desejam obter sucesso no ensino de ciências devem se atentar. Assim, também conta positivamente o oferecimento de uma maior gama de tecnologias.

“Há maior preocupação entre os pais, muitos já entendem que a infância é a melhor fase para o desenvolvimento do raciocínio lógico e do interesse pelas tecnologias, por isso nosso público atende de 4 a 16 anos, e para cada faixa etária há um método de ensino”, explica Piovesan.

Robótica, maker, programação, games, desenho 3D… são inúmeras as possibilidades a serem trabalhadas em sala de aula e que podem ser divididos entre os diferentes grupos de alunos. Na proposta da Jovem Engenheiro, por exemplo, os alunos do 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental aprendem robótica em seus diferentes estágios: robótica estrutural, motorizada e programável, enquanto alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao Médio podem escolher entre programação de games, impressão 3D, futebol de robôs e criação de drones.

 

O estímulo à competição saudável

Se muitos ainda desconhecem os benefícios de campeonatos e competições para crianças e jovens, para a Jovem Engenheiro é fato que essas são oportunidades de aprimorar diversas habilidades técnicas e socioemocionais dos alunos, como espírito colaborativo, construção de relações, foco e comprometimento.

Hoje, a empresa promove diversos campeonatos, como o de construção de games, o de futebol de robôs, a corrida de drones e o Campeonato Brasileiro de Robótica Estrutural, cujos participantes são selecionados por meio de campeonatos dentro das próprias escolas. O sucesso deste é tanto que os vencedores da edição de 2017 foram selecionados para o campeonato mundial de robótica em Las Vegas, o K*bot World Championship, conquistando o primeiro e o terceiro lugar em suas categorias.

 

Envolvendo os pais com o uso do IsCool App

A Jovem Engenheiro sabe que outro ponto fundamental para o sucesso da formação do aluno é o envolvimento e apoio dos pais, por isso, há cerca de dois anos, conta com a ajuda do IsCool App para se comunicar com as famílias de maneira mais eficaz. Assim, eliminou dois problemas.

O primeiro deles foi a eliminação dos papéis. Como parte das ações de engajamento, os professores costumam fotografar o aluno e seu projeto finalizado. Antes do IsCool App, as fotos eram impressas e entregues aos alunos, tornando o processo mais caro e demorado. Também não era raro que o aluno esquecesse de entrega a foto e o pai acabava não tendo contato com aquele importante momento da vida escolar do filho.

“O segundo problema era que muitos pais não nos forneciam os números de contato e, por isso, ficava difícil de falar com eles. Então, precisávamos de algo que nos ajudasse a conversar com os pais de forma mais eficiente e que nos permitisse otimizar nossas atividades. Foi quando contratamos os serviços do IsCool App, que nos permitiu estreitar as relações com os pais e diminuir custos administrativos”, explica o professor.

Hoje, são dezenas de fotos e recados importantes administrados para cada uma das famílias por meio da plataforma IsCool App.

Jovem Engenheiro e IsCool

Saiba mais

A Jovem Engenheiro inaugura uma nova fase, que traz o negocio em formato de franquia para sua expansão pelo Brasil, além do lançamento de um conjunto de materiais didáticos criados e patenteados por eles. Entenda mais sobre a atuação da empresa e conheça algumas de suas atividades clicando aqui.

5 motivos para implantar a matrícula pelo celular ainda esse ano

Mesmo que seu colégio já tenha iniciado a campanha pelo modelo tradicional, é possível iniciar a transição do processo e ainda obter diversas vantagens

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O assunto matrícula entra em seu período mais crítico: para alguns colégios, a efetivação já começou, mesmo que a passos lentos, enquanto que para outros, a etapa de assinaturas está prestes a ser iniciada. Para ambos os casos, se a intenção é obter melhores resultados em um período mais curto de tempo e com menos dor de cabeça para a equipe interna, a implantação de um processo via aplicativo escolar, como a oferecida pelo IsCool App, é a mais indicada.

O contrato em papel ainda é a fórmula utilizada pela maior parte da comunidade escolar, mas a utilização do módulo de matrícula digital no celular do pai deixa de ser uma tendência para se tornar uma real necessidade e uma realidade já estabelecida em instituições de ensino Brasil afora.

A boa notícia é que, independente do estágio da sua campanha, é possível iniciar a transição do processo sem danos e com a garantia de saldo positivo muito antes de dezembro. Se ainda não se convenceu de que essa é a solução para seu colégio, então confira cinco motivos para implantar o módulo matrícula em seu aplicativo ainda este ano.

 

1) Agilidade na efetivação das matrículas

O maior ganho para o colégio com a implantação da matrícula pelo aplicativo é, sem dúvidas, o encurtamento do período da campanha e da efetivação da assinatura. Normalmente, o processo todo pode levar longos meses, perdendo sua efetividade e força ao longo do período e sendo finalizado com saldo de assinaturas aquém do esperado.

Casos reais de colégios que optaram pela nova modalidade trazem resultados notórios. Uma das instituições que já contam com essa tecnologia, por exemplo, viu sua campanha diminuir de três meses para três semanas o período de efetivação, um ganho de quase 80% de tempo. Certamente você poderá trabalhar com prazos mais curtos e com um orçamento financeiro mais seguro para o ano seguinte.

 

2) Maior praticidade para a equipe

Revisar cada contrato de acordo com o prazo e as condições, avaliar a concessão de bolsas, imprimir, distribuir e cobrar um por um dos documentos e ainda ter uma agenda aberta para o atendimento aos pais que estiverem em dúvidas. Quantas pessoas da sua equipe estão envolvidas nessas tarefas? Quanto tempo leva para que tudo seja feito, sem nenhum erro?

Contratar o módulo de matrícula automatiza a maior parte dessas responsabilidades. Ali mesmo, pelo app, o colégio já pode acionar o usuário para se atentar aos prazos, enviando alertas somente aos responsáveis por assinar o contrato e acessando, a qualquer momento, informações práticas que facilitam o atendimento das famílias por meio de um dashboard e de relatórios.

 

3) Grande adesão, zero evasão

Só o fato de não haver aquele tradicional vai e vem de papéis já gera curiosidade nos pais em relação ao processo, mas é fato que a praticidade é ainda a mais poderosa ferramenta de engajamento nesse caso. O contrato pode ser lido, analisado e assinado enquanto o responsável financeiro estiver em viagem de trabalho ou durante o final de semana e, o melhor: em apenas alguns cliques.

A facilidade do processo é refletida, ainda, na diminuição da evasão. Colégios que utilizam os meios tradicionais de assinatura do documento revelam que, ao final do ano, até 20% dos contratos ficam sem assinaturas, sendo postergados para o próximo ano e até depois que as aulas já tenham sido iniciadas. Com o módulo de matrícula por assinatura digital, esse número pode chegar a zero, afinal, não cabem desculpas como da falta de tempo, o esquecimento, a perda do papel ou o não recebimento.

Ganha o pai, que pode usufruir de um processo mais prático, ganha o colégio, que pode trabalhar com mais segurança os seus planejamentos financeiros para o ano seguinte, agilizando o processo sem envolvimento de uma grande equipe.

 

4) Garantia de segurança do processo

Claro e transparente, o processo conta com a criptografia e o uso de diferentes pontos de autenticação, garantindo mais segurança jurídica para os signatários e para o colégio, já que gera um documento com assinatura digital certificada.

Após receber a assinatura digital, que é a maneira mais segura e indicada por profissionais da área jurídica para esse tipo de documento (como pudemos acompanhar na matéria sobre as diferenças entre assinatura e aceite digital), o arquivo fica à disposição dos pais e dos colégios, via nuvem, para ser arquivado digitalmente ou impresso. Ou seja, o documento em papel não deixa de existir, se for da vontade dos colégios ou dos pais.

 

5) Melhor custo-benefício

O primeiro item a ser analisado pelo gestor financeiro do colégio é o fato de que o módulo matrícula é oferecido gratuitamente pela plataforma do IsCool App, ou seja, se a instituição utiliza o aplicativo de comunicação, não terá custos adicionais para o desenvolvimento de um módulo extra. Além do mais, aquele já é um canal de gestão da comunicação e conta com a atenção dos pais, fazendo com que o processo se torne mais orgânico.

O investimento se concentra na gestão dos contratos e no sistema de assinatura, que, ao final, ainda é relevantemente menor do que os custos com material, equipe de colaboradores e tempo, por exemplo. Sem contar a garantia da efetividade do processo e a segurança jurídica, que podem impactar diretamente no budget do colégio.

 

Saiba mais

Você pode entender mais sobre o módulo matrícula e a nova tecnologia a favor da gestão escolar em outra matéria. Além do mais, pode entender mais afundo como seria a implantação do sistema em seu colégio.

Como o blog pode se tornar uma poderosa ferramenta no empoderamento digital de professores e alunos

Conheça o projeto do Colégio Teresiano que, há dez anos, acumula excelentes resultados na formação tecnológica de educadores e na criação de novas experiências digitais para os estudantes utilizando uma ferramenta gratuita e de fácil acesso

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O que significa empoderamento digital para você? Dominar uma nova ferramenta ou aplicativo do celular? Divulgar para o mundo seus talentos e tornar-se um Youtuber famoso? Para o Colégio Teresiano, da cidade do Rio de Janeiro, empoderamento digital significa ensinar professores de todas as áreas e idades a linguagem da programação, significa criar ambientes e aulas híbridas interativas espalhando mais de 50 pontos de wi-fi pelo prédio, significa compartilhar todo o conteúdo trabalhado em sala de aula por meio de blogs.

Sim, essa plataforma, que já não é mais novidade, mas que transformou e ainda transforma a comunicação da sociedade, é um importante instrumento de trabalho de professores e alunos do Teresiano há dez anos. Entre os resultados, estão uma maior participação dos alunos nas atividades, a proximidade dos pais com o conteúdo desenvolvido em sala e o engajamento e autonomia dos educadores no que tange as tecnologias educacionais e as transformações que a educação vem sofrendo.

No projeto, criado há dez anos pelas assessoras pedagógicas em conjunto com a coordenadora de tecnologias educacionais, Patrícia Siffert, cada professor cria seu próprio blog em plataformas gratuitas, personaliza suas páginas e insere todo o conteúdo para compartilhar com os alunos e pais. “Pelo blog, os professores conseguem compartilhar com os coordenadores o planejamento de aula, arquivos e e milhares de fichas de exercícios”, explica Patrícia.

 

Necessidade de sistematização

Tudo começou com um projeto de investigação do Fundamental II, que envolvia o desenvolvimento de um site. A ideia foi fazer com que os alunos não trabalhassem o tema somente nas aulas de informática, de maneira tradicional, mas sim, de forma híbrida e multidisciplinar.

Durante muitos anos trabalhando com novas tecnologias, via o professor condicionado ao sistema tradicional e não se apropriando delas. Eu inverti a situação, não transpondo papel, mas mostrando como a tecnologia o ajudaria. Os blogs surgiram dessa necessidade de sistematização”, conta a coordenadora, que, como resultado, vê professores mais empolgados, menos resistentes às mudanças e, consequentemente, com seus currículos mais atualizados.

 

Metodologia própria

Partindo do princípio do empoderamento da informação e transformação, o colégio desenvolveu sua própria metodologia de formação de professores e de ensino propriamente dita. Não existe uma plataforma única, os conteúdos multimídias são criados e adequados para diferentes softwares, como, por exemplo, orientação de estudo em vídeoaulas e conteúdo EAD complementares.

Com aulas de linguagem de programação no currículo, no Teresiano é comum encontrar professor de português e matemática programando e desenvolvendo seu próprio conteúdo multimídia. Tanto que, em setembro, o colégio promoverá o 1º Hackathon, maratona que deverá trazer soluções para problemas apresentados pela ONU com projetos de gameficação.

“Não tem como comprar nenhuma cápsula de conteúdo pronta, você desenvolve aquilo em que você acredita”, diz Patrícia.

 

Do blog para o aplicativo

Uma vez disponíveis no site da escola, os blogs, assim como os estudos dirigidos e avaliações, também são compartilhados pelo IsCool App, aplicativo utilizado para comunicação com os pais, e chegam para os usuários acompanharem em tempo real. Se o aluno falta, por exemplo, o pai e o próprio aluno podem acessar o conteúdo perdido pelo blog dentro do link do app.

Alunos do Fundamental I ao Ensino Médio são beneficiados com o projeto e também podem contribuir com o conteúdo. Os alunos, aliás, se empolgam com a exposição dos materiais que produziram e se engajam ainda mais com o uso de metodologias ativas, aprendendo a utilizar a tecnologia em seu próprio favor e de maneira orgânica.

 

Mais…

Conheça mais sobre a proposta pedagógica do Colégio Teresiano e tenha contato com os projetos de blogs desenvolvidos por professores e alunos clicando aqui.

Política em sala de aula: é hora de falar de eleições

Seu colégio está preparado para trabalhar o tema votação com alunos de qualquer idade? Conheça a opinião de especialistas sobre os cuidados a serem tomados com um dos assuntos em maior destaque hoje

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É dada a largada rumo ao poder e os palanques de todo o Brasil já estão movimentados, bem como as mídias sociais, que tornam os debates ainda mais acalorados em todas as parcelas da sociedade, inclusive, dentro das escolas. Assunto ligado ao estudo e exercício da cidadania, as eleições, mais do que nunca, são trazidas para os debates em salas de aula. Mas qual a melhor maneira de tratar essa matéria nas mais diferentes etapas de aprendizado dos alunos?

Considerando todas as transformações que a sociedade vive, principalmente em relação ao acesso à informação, falar de política em sala de aula tem sido um desafio cada vez maior para os educadores e que demanda muito mais critério e cuidado, além de uma dose extra de criatividade.

 

Por que falar de eleições?

Se a escola prepara o estudante para a vida, nem precisamos discutir a necessidade de se trazer à sala de aula um assunto que estará presente no cotidiano dos pequenos cidadãos a cada dois anos. Tanto que, desde 1996, a cidadania é parte da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) como vetor da formação dos alunos e se faz presente em diferentes contextos, de maneira interdisciplinar.

“O tema eleições deve ser contínuo no ambiente escolar e não apenas tratado em época de eleições efetivas. Neste período, é claro, é preciso um esforço não isolado de um professor para tratar do assunto, mas, da escola, de modo a planejar atividades que possam servir de base para a formação crítica cidadã que tanto se almeja”, explica Samuel Mendonça, pesquisador do CNPq e professor titular da PUC Campinas nos cursos de Pedagogia, Direito e no programa de Pós-Graduação em Educação.

 

Formar professores é o primeiro passo

Como levar a política para ser discutida em sala de aula, se o principal mediador não tem qualquer formação sobre o assunto? Em uma época de disseminação de informações falsas, crise de representatividade e conhecimento raso, os colégios devem começar pela instrução do seu corpo pedagógico.

“Trabalhar o tema eleições em sala de aula depende da formação do professor. Uma boa parte da nossa população é analfabeta política e não tem qualquer formação sobre o assunto, mesmo durante a graduação”, afirma Daner Hornich, professor de filosofia e antropologia da Unisal Americana.

Ainda na opinião de Hornich, formar o professor é ensiná-lo, por exemplo, a trabalhar com dados reais e que costumam ser tratados pelas mídias de maneira, muitas vezes, equivocadas. “Você pode trabalhar informações concretas para entender o que está acontecendo no país em uma análise mais profunda”, diz ele, que sobre motivos ideológicos, ainda alerta: “Temos que tomar cuidado com nossas paixões políticas e trabalhar o assunto de maneira racional”.

Partindo de um planejamento bem elaborado, o colégio pode contribuir para a formação dos professores promovendo, por exemplo, debates com profissionais da área política, professores e pensadores. “O colégio pode até chamar representantes de diferentes partidos políticos para que apresentem seus projetos de governo. Esse tipo de pauta gera um bem comum para a sociedade”, exemplifica o professor da Unisal, que também aposta na união de professores e pais por uma gestão democrática e realização de processos em conjunto, levando o assunto para além dos muros da escola.


Guia de como abordar o tema no ensino básico

O tema eleições pode ser trabalhado por qualquer etapa do ensino básico, já que envolve princípios que fazem parte do processo de aprendizagem em todas as idades.
Com a ajuda do professor Samuel Mendonça, que também já atuou por quase uma década no Ensino Fundamental II e Médio em escolas públicas e particulares, exploramos alguns insights que podem auxiliar gestores e pedagogos em busca de uma abordagem mais atual e efetiva sobre o tema eleições. Confira:

 

Ensino Infantil

Que tal envolver os alunos que estão iniciando a vida escolar com habilidades socioemocionais e que também são intrínsecas das eleições, como respeito ou liberdade? De maneira lúdica e indireta, é possível exercitar a capacidade de escolha ilustrando o respeito mútuo e a responsabilidade. “Esses valores fazem parte do eixo cidadania e ética e estão presentes nos projetos pedagógicos das escolas e é fundamental que se criem estratégias para o exercício da escolha dos estudantes, seja por meio de brincadeiras ou jogos”, afirma Mendonça sobre o início do aprendizado de cidadania, complementando o que já é absorvido em casa.

 

Ensino Fundamental I

Dentro do Ensino Fundamental I ainda podemos trabalhar com dois cenários. Nos primeiros dois anos, as atividades se concentram no formato das brincadeiras e privilegiam os mesmos princípios do Ensino Infantil, porém, nos dois últimos anos dessa etapa, o cenário se torna a sala de aula.

Dividir a classe em pequenos grupos, estimular que os alunos façam suas próprias escolhas e se posicionem com opiniões, por exemplo, são ótimos exercícios para o fortalecimento da cidadania.

 

Ensino Fundamental II

No auge da pré-adolescência, quando a energia das crianças atinge níveis altíssimos, os educadores podem pensar em atividades que ressaltem o controle da disciplina e a construção de regras de conduta. “De forma dialógica se pode avançar na construção de regras para a melhor convivência e, embora não se trate de discutir as eleições de forma direta, necessariamente, a preparação está dada no fortalecimento do respeito e do cumprimento das regras construídas pelos alunos, supervisionadas por professores”, sugere o professor.

À medida que a criança se desenvolve, ela mesma começa a trazer para a sala suas demandas. Os alunos começam a se envolver em decisões de interesse geral e o diálogo se torna a principal ferramenta do professor. Nesses casos, exemplos para atrelar esse comportamento ao tema eleições não faltam, como a escolha de equipe representante de sala, que possa apresentar um plano de trabalho para o restante da turma, em total analogia a um plano de governo, como explica Mendonça: “Oferecer ocasião para que os adolescentes possam, inclusive, construir as regras para este tipo de atividade, fortalece ainda mais o espírito de cidadania”.

 

Ensino Médio

Momento decisivo na formação da educação básica, o Ensino Médio é, sem dúvidas, a etapa escolar em que o assunto eleições pode ser melhor trabalhado, por outro lado, é também a qual demanda maior cuidado por parte dos gestores para que a linha tênue entre razão e emoção não seja ultrapassada, fazendo com que o foco e a parcialidade se percam. Influenciados pela internet e pelos próprios familiares, aqui, os estudantes já trazem discursos prontos sobre os candidatos.

Vale ressaltar novamente a importância da gestão do colégio no acompanhamento e preparação do professor como mediador dessa discussão. O professor precisa ser capaz de dialogar com respeito e sabedoria e, principalmente, abrir o espaço para a interlocução e leituras diversas, de diferentes posições. “Do ponto de vista prático, é possível realizar debates entre os estudantes e estimulá-los a compreender os argumentos de todos os tipos, para que posam, inclusive, fazer suas próprias escolhas”, finaliza Mendonça.

 

Mais sobre política em sala de aula

A política é tema recorrente em aulas de cidadania e também já foi pauta de outra matéria aqui no Blog do IsCool App. Confira mais sobre política em classe e veja dicas e opiniões sobre essa delicada e importante matéria.