Conselho de classe do futuro: sua escola está preparada?

Conheça a ferramenta que alia algoritmos, análise comportamental e ciência de dados para propor uma avaliação de aluno muito além do boletim de notas e faltas

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Que tipo de aluno você foi durante sua vida escolar? Era daqueles com as melhores notas nas provas e que sempre ganhava estrelinhas, ou vivia levando bronca dos pais porque o professor havia reclamado de seu mau comportamento e sua nota vermelha em matemática? Se não se enxerga em nenhum desses cenários, então provavelmente era como a grande maioria dos estudantes, cujos pequenos grandes feitos diários geralmente passavam despercebidos pelo corpo docente.

Por mais que estejamos vivendo uma constante evolução e que iniciativas como a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) estejam projetando mudanças na direção de uma educação integral, com destaque para o desenvolvimento socioemocional, não é raro se deparar com escolas que ainda classificam seus alunos dentro dos três patamares citados acima.

Foi pensando no desafio de desconstruir o tradicional modelo de avaliação de alunos e de trabalhar da melhor maneira os talentos de uma criança que nasceu o Skola, um software que traz informações cognitivas e comportamentais da criança em forma de gráficos, proporcionando a coordenadores pedagógicos uma análise mais profunda e facilitada.

 

Um olhar qualitativo do aluno

Voltado para todo o ensino básico, o software funciona como um assistente do coordenador. Nele, o professor registra ações do dia a dia de um aluno, como por exemplo, se ele se mostrou criativo na resolução de um problema, se ele foi solidário a um amigo ou se deixou de fazer alguma atividade. Por meio de um dashboard colorido, os coordenadores podem enxergar tudo o que foi apontado e, junto com os pais, criar soluções para um desenvolvimento positivo do aluno.

“A gente entende que matemática é muito importante, que adquirir conhecimento é essencial, mas estamos propondo que os colégios olhem esses alunos com empatia, que os conheçam melhor e os ajudem a desenvolver habilidades socioemocionais”, afirma Henrique Souza, um dos sócios da startup e que decidiu abraçar a causa justamente por não poder ter contado com uma ferramenta como essa quando seus filhos eram estudantes.

“Minha filha não é de exatas, e, no colégio, me diziam que ela precisava estudar mais matemática, mas ela tinha até um professor particular. Hoje, a Luiza é designer e mora em Amsterdã, está bem empregada, feliz. Ou seja, ela ficou 15 anos no colégio e eles não foram capazes de me dizer que ela era muito criativa. Se você não é um pai atento, não consegue ajudar o seu filho a encontrar o caminho”, conta Souza, que acredita no poder da escola em influenciar o futuro do aluno.

 

Um novo conceito em conselho de classe

O futuro é agora para as escolas que apostam nessa tecnologia e na ideia de que as competências socioemocionais devem ser estimuladas e avaliadas. Antes mesmo das reuniões de conselho, os professores e coordenadores são alertados por um robô assistente, para o fato de que um determinado aluno não tenha recebido uma avaliação há alguns dias. Ele interliga os dados de todos os professores de diferentes matérias e sinaliza quando um aluno tem menos avaliações, convidando o professor a indicar alguma ação.

No conselho de classe, ou mesmo na reunião de pais, os professores e coordenadores podem abrir o painel e discutir os pontos juntos, de maneira transparente e aprofundada.

O painel dificulta, por exemplo, a criação de rótulos. Em conselhos de classe, hoje, corre-se o risco de o professor acabar trazendo para a discussão temas somente da memória recente, excluindo todo um histórico de convivência e desenvolvimento da criança. “A informação tem sempre dois lados. O aluno mentiu? Na cabeça dele não, então, precisamos entender porque ele não trouxe a verdade. Assim é o novo boletim, que vai com as notas, as observações positivas e, ainda, um relatório das habilidades, expondo o aluno de forma integral”, explica Souza.

 

Integração e praticidade

A avaliação socioemocional lançada pelo colégio é mais uma ferramenta que pode ser integrada ao aplicativo de comunicação. Bastante difundida como meio de comunicação escolar e que contém funcionalidades de apoio ao diário de classe, o IsCool App já é uma das principais ferramentas do professor e do coordenador em sala de aula e tornará o a adoção da avaliação das habilidades mais prática e rápida.

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Mais

Educação socioemocional é um tema cada vez mais constante e que já foi pauta aqui no Blog do IsCool App, como uma das fortes tendências do cenário educacional atual. Acesse a matéria completa aqui.

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