Do básico às competições: como instigar os alunos no ensino de ciência e tecnologia

Pioneira no ensino de tecnologias dentro das escolas, a Jovem Engenheiro aposta na variedade de cursos e ferramentas e no estímulo aos desafios para a transformação da educação e da sociedade

Tecnologia em sala de aula_IsCool App.png

Era o ano 2000, ano de virada do milênio e de plena expansão das novas tecnologias, mas um grande gap na educação e na formação tecnológica de alunos já era uma percepção do engenheiro eletrônico Roberto Piovesan. Com grande experiência na área de automação industrial, ele observou que as instituições de ensino não tinham estrutura tecnológica para incluírem em suas grades curriculares matérias específicas de tecnologia e decidiu, assim, iniciar um trabalho de inclusão de cursos extracurriculares de Ciência e Tecnologia. Nascia a Jovem Engenheiro.

Dezoito anos e mais de dez patentes em automação industrial e robótica depois, Roberto é daqueles professores que se orgulha de já ter formado milhares de alunos, entre eles, campeões em competições tecnológicas a nível mundial. “Como mostram pesquisas, as escolas que mais crescem priorizam a tecnologia como importante ferramenta na construção do conhecimento”, afirma ele.

 

Ao alcance dos alunos

A cultura maker e o ensino tecnológico ganham cada vez mais importância e já mudam o status de matéria extracurricular para matéria de grade comum em algumas instituições. Nesse sentido, o grande diferencial das escolas está, cada vez mais, na estrutura oferecida aos alunos, afinal, é na experiência prática que essas matérias têm seu ápice.

Um dos segredos do bom resultado na formação dos alunos da Jovem Engenheiro é a parceria de sucesso com os colégios que, em alguns casos, incluem a instalação de Centros de Tecnologia equipados com computadores, impressoras 3D, materiais de robótica e até mobiliários personalizados. Além da tecnologia de ponta a que os alunos são expostos, há, ainda, o oferecimento de um corpo de professores altamente treinados para cada curso e faixa etária.

 

Diversidade na oferta de cursos e ferramentas

O acompanhamento da evolução do aluno e a adaptação dos temas para cada etapa do aprendizado é outro ponto importante a que as escolas que desejam obter sucesso no ensino de ciências devem se atentar. Assim, também conta positivamente o oferecimento de uma maior gama de tecnologias.

“Há maior preocupação entre os pais, muitos já entendem que a infância é a melhor fase para o desenvolvimento do raciocínio lógico e do interesse pelas tecnologias, por isso nosso público atende de 4 a 16 anos, e para cada faixa etária há um método de ensino”, explica Piovesan.

Robótica, maker, programação, games, desenho 3D… são inúmeras as possibilidades a serem trabalhadas em sala de aula e que podem ser divididos entre os diferentes grupos de alunos. Na proposta da Jovem Engenheiro, por exemplo, os alunos do 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental aprendem robótica em seus diferentes estágios: robótica estrutural, motorizada e programável, enquanto alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao Médio podem escolher entre programação de games, impressão 3D, futebol de robôs e criação de drones.

 

O estímulo à competição saudável

Se muitos ainda desconhecem os benefícios de campeonatos e competições para crianças e jovens, para a Jovem Engenheiro é fato que essas são oportunidades de aprimorar diversas habilidades técnicas e socioemocionais dos alunos, como espírito colaborativo, construção de relações, foco e comprometimento.

Hoje, a empresa promove diversos campeonatos, como o de construção de games, o de futebol de robôs, a corrida de drones e o Campeonato Brasileiro de Robótica Estrutural, cujos participantes são selecionados por meio de campeonatos dentro das próprias escolas. O sucesso deste é tanto que os vencedores da edição de 2017 foram selecionados para o campeonato mundial de robótica em Las Vegas, o K*bot World Championship, conquistando o primeiro e o terceiro lugar em suas categorias.

 

Envolvendo os pais com o uso do IsCool App

A Jovem Engenheiro sabe que outro ponto fundamental para o sucesso da formação do aluno é o envolvimento e apoio dos pais, por isso, há cerca de dois anos, conta com a ajuda do IsCool App para se comunicar com as famílias de maneira mais eficaz. Assim, eliminou dois problemas.

O primeiro deles foi a eliminação dos papéis. Como parte das ações de engajamento, os professores costumam fotografar o aluno e seu projeto finalizado. Antes do IsCool App, as fotos eram impressas e entregues aos alunos, tornando o processo mais caro e demorado. Também não era raro que o aluno esquecesse de entrega a foto e o pai acabava não tendo contato com aquele importante momento da vida escolar do filho.

“O segundo problema era que muitos pais não nos forneciam os números de contato e, por isso, ficava difícil de falar com eles. Então, precisávamos de algo que nos ajudasse a conversar com os pais de forma mais eficiente e que nos permitisse otimizar nossas atividades. Foi quando contratamos os serviços do IsCool App, que nos permitiu estreitar as relações com os pais e diminuir custos administrativos”, explica o professor.

Hoje, são dezenas de fotos e recados importantes administrados para cada uma das famílias por meio da plataforma IsCool App.

Jovem Engenheiro e IsCool

Saiba mais

A Jovem Engenheiro inaugura uma nova fase, que traz o negocio em formato de franquia para sua expansão pelo Brasil, além do lançamento de um conjunto de materiais didáticos criados e patenteados por eles. Entenda mais sobre a atuação da empresa e conheça algumas de suas atividades clicando aqui.

Um comentário sobre “Do básico às competições: como instigar os alunos no ensino de ciência e tecnologia

Deixe uma resposta